“Já a decisão de se sentar à mesa e negociar será de Bruxelas e Washington, pois há muitas frentes: o problema de Israel ainda não acabou, as guerras comerciais estão cada vez mais fortes e a pressão chinesa no mercado mundial é muito forte”, sublinhou Morales.
“São dois atores importantes na política internacional que pretendem reconfigurar a ordem internacional no sentido de um espaço mais cooperativo e policêntrico […] e querem que a hegemonia ocidental, especialmente a hegemonia anglo-saxônica, não tenha mais poder sobre as várias questões da agenda política global”, acredita a pesquisadora.