Professor Alcides é vaiado ao defender Bolsonaro em Aparecida

Deputado federal teve o discurso interrompido por moradores do Residencial Chácara São Pedro ao tentar imputar ao ex-presidente méritos pela conclusão das obras Representante de Aparecida de Goiânia no Congresso Nacional , o deputado federal  Alcides Ribeiro (PL) não foi bem sucedido no seu discurso na tarde desta terça-feira, 14/07, onde fez a defesa do […]

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Deputado federal teve o discurso interrompido por moradores do Residencial Chácara São Pedro ao tentar imputar ao ex-presidente méritos pela conclusão das obras

Representante de Aparecida de Goiânia no Congresso Nacional , o deputado federal  Alcides Ribeiro (PL) não foi bem sucedido no seu discurso na tarde desta terça-feira, 14/07, onde fez a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.  Ele foi vaiado por moradores do Residencial Chácara São Pedro, que na data de hoje receberam em definitivo a posse do imóvel durante evento que marcou o relançamento do Minha Casa Minha Vida.

O projeto para a construção do Condomínio Habitacional Chácara São Pedro começou com a criação do Programa Minha Casa Minha Vida, pelo então Presidente Lula, em 2009, por meio das entidades Movimento pela Casa Própria (MLCP), dos ex-deputados Euler Ivo e Isaura Lemos, ACODES e ACEMAT. Seguindo as diretrizes e critérios do programa em Aparecida de Goiânia as entidades buscaram o terreno para o empreendimento e atuaram na sua regularização. Com isso, o projeto foi apresentado junto à Caixa Econômica Federal e ao então Ministério das Cidades para devida aprovação. Posteriormente foi feito o processo de seleção das famílias cadastradas. No governo do presidente Michel Temer (MDB), em 2016, as obras ficaram paralisadas e só foram retomadas após aporte feio pelo governo do Estado, pelo governador Ronaldo Caiado no valor de R$ 5 milhões.

Na sua fala Alcides Ribeiro quis dizer que o governo do presidente Jair Bolsonaro teria contribuído com R$ 2 milhões em contrapartida para a conclusão dos apartamentos, mas seu discurso não foi bem recebido pelos moradores. “Se estamos aqui hoje é porque o presidente Lula lançou este programa no governo dele, a Dilma que foi presidente depois manteve o programa e depois deles só houve paralização e dificuldade. O que o Bolsonaro fez foi mudar o nome para Casa Verde mas não construiu uma parede sequer em Aparecida e em Goiás”, protestou uma moradora, ao explicar o motivo do desacordo com o discurso do deputado