Joice: “Conheço a podridão do clã Bolsonaro e domingo voto 13”

“Começou com a podridão dos filhos, a farsa da esposa, vieram os aliados corruptos e a corrupção foi acontecendo de forma quase industrial”, relatou A ex-deputada federal Joice Hasselmann declarou apoio ao presidente Lula no próximo domingo, em vídeo publicado nas redes sociais na quinta-feira (22). Antiga aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro, Joice afirmou que […]

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“Começou com a podridão dos filhos, a farsa da esposa, vieram os aliados corruptos e a corrupção foi acontecendo de forma quase industrial”, relatou

A ex-deputada federal Joice Hasselmann declarou apoio ao presidente Lula no próximo domingo, em vídeo publicado nas redes sociais na quinta-feira (22).

Antiga aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro, Joice afirmou que sua escolha não representa uma mudança de posição ideológica em relação à esquerda, mas uma decisão motivada pela defesa das instituições democráticas. “Perder uma eleição, tudo bem. Perder a democracia, jamais”, declarou.

Ex-parlamentar que apoiou Bolsonaro em 2018 e que chegou a ocupar a liderança do governo na Câmara dos Deputados, Joice revela que a decepção com o antigo aliado começou ainda no primeiro ano da gestão.



“Em 2018, acreditei em Bolsonaro, sim. Fui a primeira mulher com expressão nacional a pegar pelas mãos dele e a rodar o Brasil”, relembrou. Em seguida, afirmou que a experiência dentro do governo mudou sua percepção sobre o grupo político. “Mas ainda no primeiro ano do governo Bolsonaro, minhas esperanças de um país melhor foram embora. Eu vi o clã por dentro”.



Ao explicar o afastamento do bolsonarismo, Joice relata que a experiência no governo revelou práticas que ontrariavam as promessas de combate à corrupção que haviam sustentado o projeto político de 2018.



“Começou com a podridão dos filhos, a farsa da esposa, vieram os aliados corruptos e a corrupção foi acontecendo de forma quase industrial. O mal tinha vencido dentro do governo”, afirmou.



A ex-deputada também disse ter pago um preço político pelo rompimento, citando a perda de espaço, de aliados e de apoio. Ela afirma que continuou denunciando irregularidades mesmo diante das consequências pessoais e políticas.



“Eu errei em ajudar, mas não poderia ficar de braços cruzados, então, denunciei tudo, ainda em 2019”, declarou.