Vila pressiona, mas fica só no empate por 1 a 1 com o Bragantino

Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on telegram
Share on email

vilaTinha tudo pra ser mais um capitulo agonizante na trajetória do Vila na Série B, mais do mesmo, ou seja, uma derrota. Só que, pela vontade e pelos erros clamorosos da arbitragem, incluindo um gol legítimo anulado, o Vila não merecia perder. E não perdeu. Com um gol salvador de Rafael Oliveira aos 43min da etapa final, o Vila ficou no empate por 1 a 1 com o Bragantino, que saiu na frente com apenas 10 segundos de jogo. Uma partida maluca, no mínimo.

 O Jogo

O juiz apitou. O Bragantino deu a saída. Tássio tocou para Magno, que devolveu para Tassio, que furou e a bola escapou. Na indecisão de Vitor e Christiano, Tássio conseguiu tocar em profundidade na direita para Léo Jaime, que viu Luisinho correndo na área. No cruzamento, forte, a bola passou por Cleber Alves e Luisinho testou firme para o gol. Isso tudo durou 12 segundos. Isso foi o início desastroso da partida do Serra Dourada.

Atordoado, o Vila tentou se organizar. Aos oito, Nenê Bonilha arriscou de longe e assustou. O Braga, acuado e saindo na boa, quase ampliou aos 19, quando Magno pegou rebote e disparou, mas a bola subiu. Apoiados no estreante Bida e tentando superar mais uma fraca atuação de Marcelo Toscano, o Vila conseguiu alguns lampejos ofensivos. Aos 21, Nenê Bonilha, outra vez, arriscou, mas Renan defendeu. Nenê também tentou de cabeça aos 22, mas a bola saiu.

O jogo esfriou e o que esquentou foi o clima dos jogadores do Vila com a arbitragem do paranaense Fábio Filipus, que inverteu diversos lances, deixou de marcar faltas claras, principalmente em cima de Bruno Veiga, e causou a ira dos torcedores. O também paranaense Luciano Roggenbaum, assistente um, teve de ouvir poucas e boas do atacante do Vila e do técnico interino Christian Lauria, que acabou advertido.

2º tempo

Toscano, como já era de se esperar pelo pouco futebol, sequer voltou do intervalo. Hugo entrou em seu lugar, mas a cara do Vila continua a mesma: um time limitado, que pode até mostrar vontade, mas não mostra qualidade. O time voltou a contar com chutes de fora, outra vez de Nenê Bonilha, aos cinco minutos, mas Renan defendeu. Aos sete, o Massa Bruta quase ampliou com o zagueiro Luiz Eduardo, que passou por três e chutou de longe, mas a bola explodiu no travessão.

Curiosamente, era o Vila quem precisava empatar, mas os paulistas se mostravam mais ofensivos em campo. Aos 13, em sobra de bola, Tassio teve a chance, mas Cleber Alves pegou. A única chance do Vila era a ousadia. Christian percebeu isso e tirou Arthur para a entrada de Dimba, aos 19min. Aos 24min, o Vila empatou. O problema é que o gol foi anulado, em mais um erro da arbitragem. Rafael Oliveira recebeu em posição legal e marcou, mas o assistente assinalou impedimento.

Com o jogo parado, Francesco brigou com o companheiro de equipe, Danilo Bueno, e acabou expulso de forma direta. O Bragantino, que já admitia a postura defensiva, ficou ainda mais atrás, e o Vila tentou abafar, com Lucas Sotero no lugar de Bida, já esgotado. O tempo passava, nada acontecia. Até que aos 42min, o grito saiu da garganta, finalmente.

Dimba cruzou, a zaga do Bragantino ficou assistindo e Rafael Oliveira, como um camisa 9 deve fazer, conferiu e iniciou um lampejo de esperança no Serra. O que se sucedeu depois foi incrível. Aos 45, cruzamento da direita, a bola desviou e Rafael Oliveira chutou de esquerda para milagre de Renan, que colocou para escanteio. Na cobrança, o camisa 9 tentou de “puxeta” e Renan agarrou. A última chance veio aos 47, quando Lucas Sotero ajeitou de fora e bateu, mas a bola explodiu no travessão.

730

Notícia postada em  

  • 2 de junho de 2014
  • Da Redação