Três jovens são mortos a tiros, e bebê é baleado em bairro de Goiânia

Todos os crimes ocorreram em intervalo de 1 hora, no Setor Pedro Ludovico.

assassinatoTrês pessoas foram assassinadas em pouco mais de uma hora no Setor Pedro Ludovico em Goiânia. Os homicídios aconteceram na noite de quarta-feira (1º). Dentre as vítimas está uma jovem de 18 anos. Além disso, um bebê de 1 ano e 8 meses foi baleado durante um dos crimes e está em estado grave.

Segundo informações da Polícia Militar, o primeiro homicídio aconteceu por volta de 20h na Rua Couto Magalhães, próximo a uma feira livre. A vítima, Max Esteves Telecio Peixoto, de 23 anos, tinha feito compras no local e seguia para casa na companhia da namorada quando foi abordado por um homem armado. A poucos metros de casa, o rapaz foi baleado por pelo menos cinco tiros, não resistiu e morreu no local. A namorada não ficou ferida.

Já às 21h10 a Polícia Militar foi acionada para outro homicídio. Desta vez, Raquel Costa Casemiro, de 18 anos, foi assassinada quando passava de moto pela Rua 1002. Ela foi atingida por tiros na perna, braço e tórax e chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Dez minutos depois, os moradores do bairro voltaram a ouvir o barulho de tiros. Fábio Matos Resende, 24, estava com uma menina e 1 ano e 8 meses no colo quando ambos foram baleados dentro de uma casa na Alameda João Elias Silva Caldas. Ambos foram socorridos por vizinhos e encaminhados ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

Segundo o hospital, Fábio não resistiu e morreu ainda na noite de quarta-feira. Já a menina passou por cirurgia no abdômen e está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave.

Todos os casos foram registrados pela Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), que irá investigar os crimes. Até o momento, nenhum suspeito foi detido.

O alto número de homicídios em um curto espaço de tempo assustou os moradores do bairro, que reclamam da falta de segurança na região.  “Esse pedaço do Setor PedroLudovico, dessa região, ela toda vida é uma região muito perigosa. Já tem aproximadamente 20 anos que nós lutamos [por mais segurança] e cada vez que passa ela vai de mal a pior”, afirma o líder comunitário Raimundo Ferreira da Silva.

G1

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