Tim vai às lágrimas analisando fase ruim e desabafa: “Guerra de vaidade vai destruir o Vila”

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vilaA situação do Vila Nova na Série B é cada dia mais complicada, o time não consegue vencer e vem apresentando uma campanha desastrosa nessa primeira etapa de campeonato. Diante o cenário trágico, o diretor de futebol e ex-jogador do clube, Tim, em entrevista exclusiva à Rádio 730 e ao repórter Pedro Henrique Geninho, analisa o que vem acontecendo ultimamente no Tigrão da Vila Famosa, que não consegue fazer um campeonato tranquilo há muito tempo.

Sobre o desempenho em campo, o diretor reclama bastante da falta de gols e atribui a isso o momento ruim na Série B: “Estamos com uma dificuldade gigantesca na parte ofensiva, não conseguimos fazer gols. Isso tem atrapalhando muito nesse momento difícil e contribuído para as coisas estarem do jeito que estão. Criamos chances, mas o que dá tranquilidade mesmo é o gol, e isso está faltando”.

Já sobre o clima interno e os bastidores, o diretor foi ainda mais incisivo e, inclusive, não conseguiu segurar as lágrimas ao revelar como são os dias do Vila Nova: “Muita gente se diz vilanovense, mas torce contra o time para criar uma situação favorável à ele próprio. Infelizmente é isso que acontece, a rivalidade interna é muito grande, é uma eterna briga de vaidades. Isso vai destruir o Vila. Meu sonho é ver o Vila mais unido, o clima é muito carregado por conta dessa disputa interna”, declara aos prantos.

O sofrimento com a fase ruim do clube é tão grande, que ele não descarta deixar o cargo de diretor de futebol do clube caso entenda que esteja atrapalhando o Vila. “Tanto eu como o Roni estamos no Vila porque amamos esse time. Não há outro motivo para estarmos aqui. Como vilanovense, se alguém entender que estou atrapalhando o time e quiser me mandar embora, sairei tranquilamente e sei que o Roni também, porque queremos ver o Vila bem, independente de quem esteja mandando”.

Ele ainda revela que o que falta no clube é organização e que é isso que falta para o time voltar aos tempos de glória. “O que eu mais quero ver é o Vila Nova organizado, estruturado e solidificado. Se tiver que ser rebaixado de novo (se emociona) …, que seja, mas o que tem que haver é uma estrutura de organização. Isso é o principal. É isso que o Vila deve prezar, só assim, para os dias bons chegarem. Falta muita gente esquecer de si mesmo para pensar no Vila. A rivalidade interna e a vaidade tem que acabar, é muita gente criticando e disputando”.

Notícia postada em  

  • 9 de junho de 2014
  • Da Redação