Aparecida de Goiânia, segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Pandemia

Testagem mostra que índice de positividade para a covid-19 caiu para 27% em Aparecida

Redação
20 de julho de 2021

Há um ano, durante a primeira onda da pandemia, a taxa estava em 37%. Redução aponta cenário mais estável

Em Aparecida de Goiânia, a cada quatro pessoas testadas com RT-PCR para diagnóstico da covid, na primeira quinzena deste mês de julho, em média, uma foi diagnosticada com a doença. A taxa de 27% aponta cenário estável e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) credita o resultado às estratégias da cidade, como o escalonamento social, rastreamento de contatos dos casos confirmados, avanço da vacinação, dentre outros fatores.

Há um ano, quando a cidade enfrentava a primeira onda da pandemia, na primeira quinzena de julho, a cada três testados um era diagnosticado com a doença. O índice de positividade estava em 37%, dez pontos percentuais acima do mesmo período deste ano. Além disso, à época, o município contabilizava 9,1 mil testes RT-PCR realizados, 1.096 casos confirmados e 18 óbitos. Hoje, a cidade já soma cerca de 328 mil testes RT-PCR realizados, 74.719 casos confirmados e 1.460 óbitos.

“Hoje, quando olhamos esses números, vemos por quanta coisa passamos. Julho de 2020, em especial, foi um mês muito difícil e desafiador para nós. Um período em que lançamos mão de diversas estratégias exitosas para enfrentamento da pandemia. Essas ações repercutem e se mantêm até hoje, possibilitando ao município um maior controle do coronavírus, com um único objetivo: salvar vidas! Inclusive, nosso planejamento e ações inspiraram outras cidades. E se hoje temos um dos menores índices de letalidade dentre as grandes cidades brasileiras, é graças a essas estratégias pensadas lá atrás”, afirma o prefeito Gustavo Mendanha.

TESTAGEM COVID ENIO MEDEIROS 1 SITE 1

Sobre o cenário de julho do ano passado, o secretário de Saúde Alessandro Magalhães destaca: “A testagem com exame padrão ouro havia sido ampliada há cerca de dois meses e meio e novos postos de coleta entravam em funcionamento. A rede municipal de saúde já havia sido preparada, com a estruturação de 130 novos leitos de UTI exclusivos para tratamento da covid. Iniciamos também o escalonamento social intermitente, com 98% de adesão dos comerciantes. O programa de monitoramento com exames a cada 48 horas, tomografia e empréstimo de oxímetros para pacientes de risco estava prestes a ser lançado, bem como a iniciativa dos mutirões de visitas domiciliares para identificar e testar pessoas com sintomas da covid. Muitas frentes que somadas nos proporcionaram salvar milhares de vidas”.

Há um ano, durante a primeira onda da pandemia, a taxa estava em 37%. Redução aponta cenário mais estável

Em Aparecida de Goiânia, a cada quatro pessoas testadas com RT-PCR para diagnóstico da covid, na primeira quinzena deste mês de julho, em média, uma foi diagnosticada com a doença. A taxa de 27% aponta cenário estável e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) credita o resultado às estratégias da cidade, como o escalonamento social, rastreamento de contatos dos casos confirmados, avanço da vacinação, dentre outros fatores.

Há um ano, quando a cidade enfrentava a primeira onda da pandemia, na primeira quinzena de julho, a cada três testados um era diagnosticado com a doença. O índice de positividade estava em 37%, dez pontos percentuais acima do mesmo período deste ano. Além disso, à época, o município contabilizava 9,1 mil testes RT-PCR realizados, 1.096 casos confirmados e 18 óbitos. Hoje, a cidade já soma cerca de 328 mil testes RT-PCR realizados, 74.719 casos confirmados e 1.460 óbitos.

“Hoje, quando olhamos esses números, vemos por quanta coisa passamos. Julho de 2020, em especial, foi um mês muito difícil e desafiador para nós. Um período em que lançamos mão de diversas estratégias exitosas para enfrentamento da pandemia. Essas ações repercutem e se mantêm até hoje, possibilitando ao município um maior controle do coronavírus, com um único objetivo: salvar vidas! Inclusive, nosso planejamento e ações inspiraram outras cidades. E se hoje temos um dos menores índices de letalidade dentre as grandes cidades brasileiras, é graças a essas estratégias pensadas lá atrás”, afirma o prefeito Gustavo Mendanha.

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Sobre o cenário de julho do ano passado, o secretário de Saúde Alessandro Magalhães destaca: “A testagem com exame padrão ouro havia sido ampliada há cerca de dois meses e meio e novos postos de coleta entravam em funcionamento. A rede municipal de saúde já havia sido preparada, com a estruturação de 130 novos leitos de UTI exclusivos para tratamento da covid. Iniciamos também o escalonamento social intermitente, com 98% de adesão dos comerciantes. O programa de monitoramento com exames a cada 48 horas, tomografia e empréstimo de oxímetros para pacientes de risco estava prestes a ser lançado, bem como a iniciativa dos mutirões de visitas domiciliares para identificar e testar pessoas com sintomas da covid. Muitas frentes que somadas nos proporcionaram salvar milhares de vidas”.

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