Polícia identifica suspeitos de balear homem e matar bebê a tiros em GO

Menina de 2 anos foi morta no colo do pai, que também foi atingido.

assassinatoA Polícia Civil já identificou os três suspeitos de matar uma menina de 2 anos e balear o pai dela, de 23, no Setor Santa Luzia, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana. De acordo com as investigações, os homens moram na cidade, mas ainda não foram localizados. O crime ocorreu na noite de domingo (2), quando um veículo de cor branca se aproximou e um dos ocupantes efetuou os disparos.

“Já temos os dados e os nomes desses homens que estariam envolvidos no crime. Vamos agora trabalhar para ver se essas suspeitas se confirmam ou se nós vamos ter que seguir outra linha de investigação, mas a princípio, já estão identificados os autores”, afirma o delegado responsável pelo caso, Klayter Camilo, do Grupo de Investigação de Homicídios de Aparecida de Goiânia (GIH).

A polícia revela que pelo menos dez tiros foram disparados. A menina estava no colo do pai quando foi atingida na cabeça, tórax e braços. Ela chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Outros disparos atingiram o homem. Ele já passou por cirurgia e está internado no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Segundo a unidade, o estado de saúde dele é considerado grave.

De acordo com o delegado, a suspeita é de que a criança não era o alvo dos criminosos e foi atingida somente porque estava com o pai no momento do crime. A motivação do assassinato seria uma rixa do homem com os suspeitos. “A informação que nós temos é que esses indivíduos [suspeitos] já tinham um desentendimento anterior com o pai da criança e isso teria motivado os disparos. A motivação desse desentendimento, no entanto, nós ainda vamos apurar”, destaca.

Segundo a Polícia Militar, o pai da criança tinha registro de passagens por lesão corporal, ameaça resistência, desobediência, desacato e posse de entorpecentes. Além disso, o delegado afirma que ele já tinha sido citado em investigações de outros crimes. “Há menção de que ele fosse usuário de drogas, pode ser que tenha essa relação, mas não temos essa confirmação”, destaca Camilo.

A polícia está acompanhando a evolução do quadro clínico do pai para poder ouvi-lo a respeito do crime.

G1

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