Aparecida de Goiânia, terça-feira, 11 de maio de 2021
Polícia

Polícia apreende dupla que aplicava o golpe do "número novo"

Redação
25 de abril de 2021

Apuração aponta que as suspeitas teriam se passado por delegado de polícia para tentar aplicar a fraude. Outra vítima da ação criminosa teve prejuízo de R$ 30 mil.

A Polícia Civil prendeu duas mulheres em flagrante, suspeitas de participar do “golpe do novo número”. Em um dos casos apurados, o crime foi praticado contra uma pessoa do Distrito Federal. Para isso, a dupla teria se passado pelo irmão da vítima, que é delegado de polícia no estado de Goiás. A detenção foi realizada na na região metropolitana de Goiânia, por equipes do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC).

De acordo com o delegado Cássio Arantes, as suspeitas utilizaram um perfil falso em um aplicativo de mensagens para solicitar uma transferência bancária de aproximadamente R$ 3.900,00.

“Criaram um novo número de telefone, colocaram a foto de perfil desse delegado de polícia e entraram em contato com o irmão dele, em Brasília, solicitando o dinheiro emprestado. Na ocasião, ele até pensou em realizar a transferência, mas acabou desconfiando, por não ser comum esse pedido”, informou.

A vítima entrou em contato com o familiar e constatou que se tratava de um golpe. A tentativa de estelionato foi denunciada à Polícia Civil, que passou a investir o caso. Durante a apuração, os policiais descobriram que a conta bancária indicada para o recebimento dos valores pertencia a uma mulher, de 19 anos, moradora de Goiânia. A suspeita teria recebido, no mesmo dia, uma transferência de mais de R$ 30 mil, proveniente de crime contra uma vítima, de 63 anos, residente no estado de São Paulo.

“Nessa segunda ocasião a idosa acabou caindo no golpe. Acreditou que falava com o filho, realizou mais de três transferências bancárias e acabou que essas transferências foram para a conta dessa presa”, pontuou. Logo após o crime, a mulher transferiu parte do dinheiro para a conta bancária de uma segunda suspeita, de 24 anos, que também foi detida em Aparecida de Goiânia. “Ambas respondem pelos crimes de tentativa de estelionato e estelionato consumado contra uma pessoa idosa, um agravante que duplica a pena nesses casos”, afirmou.

A dupla foi encaminhada à Central Geral de Flagrantes da capital (CGFPAC) e colocada à disposição do Poder Judiciário. Segundo o delegado, a investigação irá continuar para apurar a possível existência de uma organização criminosa, especializada na aplicação dos golpes. Outros indivíduos, suspeitos de participação nas fraudes, já foram identificados. “Com a realização de novas diligências outras prisões devem acontecer a qualquer momento”.

Para Cássio Arantes, as pessoas devem ficar atentas e desconfiar sempre. As atitudes, de acordo com o delegado, são fundamentais para evitar ser vítima da ação de criminosos na internet. “O problema não é a rede social, o problema é acreditar naquilo que está ouvindo ou lendo sem tentar verificar a veracidade desses fatos. A cautela principal é simplesmente entrar em contato com essa pessoa que em tese está pedindo dinheiro emprestado, no número que ela tem salvo na agenda e conversar de voz”, ressaltou.

Apuração aponta que as suspeitas teriam se passado por delegado de polícia para tentar aplicar a fraude. Outra vítima da ação criminosa teve prejuízo de R$ 30 mil.

A Polícia Civil prendeu duas mulheres em flagrante, suspeitas de participar do “golpe do novo número”. Em um dos casos apurados, o crime foi praticado contra uma pessoa do Distrito Federal. Para isso, a dupla teria se passado pelo irmão da vítima, que é delegado de polícia no estado de Goiás. A detenção foi realizada na na região metropolitana de Goiânia, por equipes do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC).

De acordo com o delegado Cássio Arantes, as suspeitas utilizaram um perfil falso em um aplicativo de mensagens para solicitar uma transferência bancária de aproximadamente R$ 3.900,00.

“Criaram um novo número de telefone, colocaram a foto de perfil desse delegado de polícia e entraram em contato com o irmão dele, em Brasília, solicitando o dinheiro emprestado. Na ocasião, ele até pensou em realizar a transferência, mas acabou desconfiando, por não ser comum esse pedido”, informou.

A vítima entrou em contato com o familiar e constatou que se tratava de um golpe. A tentativa de estelionato foi denunciada à Polícia Civil, que passou a investir o caso. Durante a apuração, os policiais descobriram que a conta bancária indicada para o recebimento dos valores pertencia a uma mulher, de 19 anos, moradora de Goiânia. A suspeita teria recebido, no mesmo dia, uma transferência de mais de R$ 30 mil, proveniente de crime contra uma vítima, de 63 anos, residente no estado de São Paulo.

“Nessa segunda ocasião a idosa acabou caindo no golpe. Acreditou que falava com o filho, realizou mais de três transferências bancárias e acabou que essas transferências foram para a conta dessa presa”, pontuou. Logo após o crime, a mulher transferiu parte do dinheiro para a conta bancária de uma segunda suspeita, de 24 anos, que também foi detida em Aparecida de Goiânia. “Ambas respondem pelos crimes de tentativa de estelionato e estelionato consumado contra uma pessoa idosa, um agravante que duplica a pena nesses casos”, afirmou.

A dupla foi encaminhada à Central Geral de Flagrantes da capital (CGFPAC) e colocada à disposição do Poder Judiciário. Segundo o delegado, a investigação irá continuar para apurar a possível existência de uma organização criminosa, especializada na aplicação dos golpes. Outros indivíduos, suspeitos de participação nas fraudes, já foram identificados. “Com a realização de novas diligências outras prisões devem acontecer a qualquer momento”.

Para Cássio Arantes, as pessoas devem ficar atentas e desconfiar sempre. As atitudes, de acordo com o delegado, são fundamentais para evitar ser vítima da ação de criminosos na internet. “O problema não é a rede social, o problema é acreditar naquilo que está ouvindo ou lendo sem tentar verificar a veracidade desses fatos. A cautela principal é simplesmente entrar em contato com essa pessoa que em tese está pedindo dinheiro emprestado, no número que ela tem salvo na agenda e conversar de voz”, ressaltou.

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