Aparecida de Goiânia, sexta-feira, 18 de junho de 2021
Polícia

Polícia apreende armas em apartamento de racista

Redação
30 de abril de 2021

Crime de ravcsmo foi praticado contra uma funcionária do prédio. Quatro armas de fogo foram apreendidas na casa do suspeito.

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A Polícia Civil de Goiás cumpriu mandado de busca e apreensão na quinta-feira (29/04) em investigação que apura os crimes de injúria racial e ameaça, contra a funcionária de um edifício residencial, em Goiânia. As diligências foram realizadas no apartamento de um morador do prédio, no Jardim Goiás, suspeito de proferir ofensas contra a mulher. No local, foram encontradas e apreendidas quatro armas de fogo.

O caso, de repercussão nas redes sociais, aconteceu no dia 18 de abril deste ano, em um condomínio de luxo. Na ocasião, o indivíduo foi filmado chamando a vítima, que trabalha na portaria, de macaca e chimpanzé. Segundo a apuração, os xingamentos teriam sido motivados por um desentendimento, depois que a funcionária impediu a entrada do morador no prédio, sem que o mesmo se identificasse.

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“Quando a gente teve acesso ao vídeo, ele próprio afirmava que possuía arma de fogo. Pelo comportamento dele, bastante explosivo, a gente achou por bem representar no Poder Judiciário pela busca e apreensão para checar se realmente existia arma lá e trazer mais tranquilidade aos moradores e funcionários do prédio”, informou o delegado Gil Bathaus, responsável pela investigação.

As armas de fogo apreendidas na residência estavam armazenadas em um cofre. O homem não estava no local durante a ação policial. “Lá estava a filha dele e a sogra. Elas informaram que as armas pertencem ao investigado, tanto que elas nem tinham a senha do cofre, tiveram que entrar em contato com a mãe ou o pai para pegar a senha e abri-lo. Ele tinha as quatro armas, de calibre baixo”, explicou.

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Além das diligências no condomínio do indivíduo, na capital, a Polícia Civil do Mato Grosso (PCMT), em apoio à operação, também cumpriu mandado de busca e apreensão na propriedade rural do homem, no município de Cocalinho (MT). “Ele é proprietário da fazenda lá e a gente recebeu, durante as investigações, uma foto onde ele estaria nessa fazenda, junto com outro rapaz e portando arma de fogo”.

O caso segue sendo apurado pela 8ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Goiânia. Ainda de acordo com o delegado, as armas e documentos apreendidos no local estão sendo analisados. Caso os equipamentos não sejam registrados, o suspeito também responderá pelo crime. “Ele está em liberdade, não tem mandado de prisão contra ele. Se as armas estiverem irregulares, ele também será indiciado por porte ilegal”, disse.

Crime de ravcsmo foi praticado contra uma funcionária do prédio. Quatro armas de fogo foram apreendidas na casa do suspeito.

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A Polícia Civil de Goiás cumpriu mandado de busca e apreensão na quinta-feira (29/04) em investigação que apura os crimes de injúria racial e ameaça, contra a funcionária de um edifício residencial, em Goiânia. As diligências foram realizadas no apartamento de um morador do prédio, no Jardim Goiás, suspeito de proferir ofensas contra a mulher. No local, foram encontradas e apreendidas quatro armas de fogo.

O caso, de repercussão nas redes sociais, aconteceu no dia 18 de abril deste ano, em um condomínio de luxo. Na ocasião, o indivíduo foi filmado chamando a vítima, que trabalha na portaria, de macaca e chimpanzé. Segundo a apuração, os xingamentos teriam sido motivados por um desentendimento, depois que a funcionária impediu a entrada do morador no prédio, sem que o mesmo se identificasse.

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“Quando a gente teve acesso ao vídeo, ele próprio afirmava que possuía arma de fogo. Pelo comportamento dele, bastante explosivo, a gente achou por bem representar no Poder Judiciário pela busca e apreensão para checar se realmente existia arma lá e trazer mais tranquilidade aos moradores e funcionários do prédio”, informou o delegado Gil Bathaus, responsável pela investigação.

As armas de fogo apreendidas na residência estavam armazenadas em um cofre. O homem não estava no local durante a ação policial. “Lá estava a filha dele e a sogra. Elas informaram que as armas pertencem ao investigado, tanto que elas nem tinham a senha do cofre, tiveram que entrar em contato com a mãe ou o pai para pegar a senha e abri-lo. Ele tinha as quatro armas, de calibre baixo”, explicou.

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Além das diligências no condomínio do indivíduo, na capital, a Polícia Civil do Mato Grosso (PCMT), em apoio à operação, também cumpriu mandado de busca e apreensão na propriedade rural do homem, no município de Cocalinho (MT). “Ele é proprietário da fazenda lá e a gente recebeu, durante as investigações, uma foto onde ele estaria nessa fazenda, junto com outro rapaz e portando arma de fogo”.

O caso segue sendo apurado pela 8ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Goiânia. Ainda de acordo com o delegado, as armas e documentos apreendidos no local estão sendo analisados. Caso os equipamentos não sejam registrados, o suspeito também responderá pelo crime. “Ele está em liberdade, não tem mandado de prisão contra ele. Se as armas estiverem irregulares, ele também será indiciado por porte ilegal”, disse.

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