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Fake News

PF identificou perfis do "gabinete do ódio" no Palácio do Planalto e na casa do presidente

Redação
8 de junho de 2021

A Polícia Federal identificou perfis falsos ligados ao “gabinete do ódio” operado de endereços ligados ao presidente Jair Bolsonaro: o Palácio do Planalto, sede oficial do governo, e a casa da família na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, segundo publicação do jornal Estadão, ontem, segunda-feira.

Com base em relatório da consultoria Atlantic Council, os perfis flagrados integra a rede de contas falsas derrubadas pelo Facebook em junho do ano passado, como parte da conclusão dos relatórios produzidos pelo inquérito aberto para apurar os atos antidemocráticos do ano passado.

Segundo a PF, o Facebook considerou a regra de “operações executadas por um governo para atingir seus próprios cidadãos” para derrubar as contas. “Isso pode ser particularmente preocupante quando combinam técnicas enganosas com o poder de um Estado”, argumenta a análise.

O inquérito foi aberto para investigar a organização de manifestações defendendo a volta da ditadura militar, intervenção das Forças Armadas e o ataque as instituições democráticas que marcaram as comemorações pelo Dia do Exército em diferentes cidades do País.

Segundo o Estadão, a Polícia Federal identificou que, nos endereços ligados a Bolsonaro, foram acessadas as contas de Instagram Bolsonaro News e o perfil pessoal no Facebook de Tércio Arnaud Thomaz, assessor do presidente apontado como integrante do chamado ‘gabinete do ódio‘, revelado pelo jornal.

Na casa de Bolsonaro, os acessos foram feitos em novembro de 2018, segundo a consultoria. Já na rede da Presidência, foram mais de 100 acessos só ao perfil Bolsonaro News entre novembro de 2018 e maio de 2019. Muitas dessas postagens, de acordo com a investigação, foram publicadas durante o horário de trabalho.

No relatório da Atlantic Council, a Bolsonaro News é descrita como uma página que usa memes para atacar ex-aliados de Bolsonaro. “Tática do suposto Gabinete do Ódio”, afirma a consultoria. “Esse comportamento persistiu durante a campanha de 2018 e continuou depois que Bolsonaro assumiu o cargo”.

Da Redação, com Estadão

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