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Meio Ambiente

Pesquisadores da UFG iniciam monitoramento da água do Rio Piracanjuba

Redação
27 de outubro de 2021

A equipe de pesquisadoras coordenada pela professora Mônica Machado, do Laboratório de Fisiologia de Peixes (Labfish), da UFJ - Universidade Federal de Jataí, em Goiás, deu, nesse sábado, dia 23 de outubro, o ponta pé inicial para avaliar a situação e a qualidade da água do Rio Piracanjuba. A pesquisa prevê a coleta da água do Rio quatro vezes no ano.

Serão coletadas a água de cinco quadrantes distintos do Rio, inclusive a foz. O primeiro quadrante é o de Bela Vista de Goiás, que avaliará, também, a qualidade da água do córrego Sussuapara, afluente que corta a cidade e recebe o impacto de passar dentro de uma área urbana.

METODOLOGIA

Mônica Machado, especialista em reprodução do peixe Piracanjuba, conta que “parte das amostras tiveram os parâmetros de qualidade avaliados no local, por kit colorimétrico, e outra parte será encaminhada ao laboratório, em Jataí, para análise de bimonitoramento ambiental, utilizando o peixe zebrafish como biomarcador ecológico”.

O biomonitoramento é um processo bastante utilizado na atualidade e consiste na utilização de seres vivos como ferramenta para medir a qualidade ambiental baseando nas respostas desses às alterações do ambiente.

Durante sete dias os pesquisadores irão observar o desenvolvimento de embriões do Zebrafish na água coletada nesses pontos. Os resultados serão divulgados em seguida.

Custos

Os custos desse biomonitoramento ambiental serão bancados pelo projeto “Piracanjuba Livre – Paranaíba Vivo”, que deseja repovoar o Rio com a espécie piracanjuba, ameaçada de extinção no Brasil.

Segundo a professora Mônica, “além de conhecer a qualidade da água do rio, queremos compreender a fisiologia e o comportamento da espécie e para isso já estamos estudando o peixe, principalmente suas necessidades de reprodução e sobrevivência, sem isso não se pode pensar em repovoamento”.

O projeto Piracanjuba Livre – Paranaíba Vivo é da ENEL, companhia de Energia Elétrica do Estado de Goiás, coordenado pelo IDESA – Instituto de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental e apoio da Associação SOS Rio Piracanjuba.

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