Pais minimizam cyberbullying sofrido por crianças e adolescentes, diz pesquisa

0
49

comportamento2Se da parte dos pais ainda falta conhecimento e familiaridade, o mesmo não se pode dizer das crianças. Elas observam, entendem e sabem usar – com facilidade que salta aos olhos – todo tipo de tecnologia, seja smartphone, tablet ou computador. Mas será que os adultos sabem o que as crianças e adolescentes tanto fazem quando estão conectadas?

A pesquisa TIC Kids Brasil 2013, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br) mostra alguns destes hábitos em relação ao uso da internet. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira (06).

De acordo com a pesquisa, a falta de segurança a que as crianças podem estar expostas tem relação direta com a pouca experiência que os adultos têm na internet. Mais da metade dos pais entrevistados (51%) não se considera usuários de internet. Justamente por causa desse distanciamento da tecnologia, têm poucas condições de opinar e avaliar de maneira crítica o que os próprios filhos consumem na rede.

Exemplo disso é a baixa porcentagem de pais conscientes do constrangimento ou incômodo virtual sofrido pelos filhos. Apenas 8% acreditam que a criança ou o adolescente tenha passado por alguma situação de bullying virtual, problema recorrente na internet. Estudos europeus e brasileiros mostram que cerca de 20% dos jovens já sofreram cyberbullying em algum momento da vida. “Pela falta de informação e experiência, os pais colocam esse problema em uma dimensão muito menor do que ela realmente tem”, analisa Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

A pesquisa TIC Kids Brasil 2013, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br) mostra alguns destes hábitos em relação ao uso da internet. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira (06).

De acordo com a pesquisa, a falta de segurança a que as crianças podem estar expostas tem relação direta com a pouca experiência que os adultos têm na internet. Mais da metade dos pais entrevistados (51%) não se considera usuários de internet. Justamente por causa desse distanciamento da tecnologia, têm poucas condições de opinar e avaliar de maneira crítica o que os próprios filhos consumem na rede.

Exemplo disso é a baixa porcentagem de pais conscientes do constrangimento ou incômodo virtual sofrido pelos filhos. Apenas 8% acreditam que a criança ou o adolescente tenha passado por alguma situação de bullying virtual, problema recorrente na internet. Estudos europeus e brasileiros mostram que cerca de 20% dos jovens já sofreram cyberbullying em algum momento da vida. “Pela falta de informação e experiência, os pais colocam esse problema em uma dimensão muito menor do que ela realmente tem”, analisa Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

IG