Morre PM baleado em frente a boate no Setor Marista, em Goiânia

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Soldado, que estava de folga, reagiu a briga entre clientes e seguranças.

pmMorreu na noite de terça-feira (7) o soldado da Polícia Militar Pedro Henrique Rodrigues Teodoro, de 28 anos, que foi ferido durante um tiroteio na porta de uma boate localizada na Rua 139 do Setor Marista, em Goiânia. Ele estava internado há três dias no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte do soldado, que integrava o Grupo de Intervenção Rápida e Ostensiva (Giro). O horário e o local do sepultamento não foram informados até a publicação desta reportagem.

Pedro Henrique foi baleado durante umaconfusão entre clientes e seguranças da boate, na madrugada do último sábado (2). Na ocasião, segundo a Polícia Militar, os funcionários do estabelecimento impediram a entrada de dois casais no local por causa das roupas que eles vestiam.

Revoltados, os clientes pegaram armas em um carro e retornaram à porta da boate, onde dispararam vários tiros. O PM, que estava fora do horário de trabalho e presenciou a briga, reagiu e baleou um dos homens, de 30 anos. O soldado também acabou baleado e foi levado ao Hugo.

Ainda segundo informações da polícia, os quatro suspeitos fugiram em um carro e deixaram o homem baleado na porta do Hospital de Urgências. Em seguida, os três que seguiam no veículo acabaram detidos e encaminhados ao 5º Distrito Policial.

Posteriormente, eles foram transferidos ao 8º DP para registro da ocorrência. Agentes da delegacia não souberam informar, na manhã desta quarta-feira (8), se os suspeitos foram encaminhados para alguma carceragem ou se foram liberados.

Já o homem de 30 anos segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hugo. Segundo boletim médico divulgado nesta quarta-feira (8), ele tem estado grave e respira com ajuda de aparelhos.

Em uma semana, dois tiroteios foram registrados em frente à boate. A situação anterior ocorreu no último dia 28 de março, quando dois homens foram baleados após uma discussão no local. Porém, a Polícia Militar afirma ainda não haver indícios de que os dois crimes tenham alguma ligação.

G1