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Prevenção

Máscaras salvaram 87 mil vidas nos EUA

Marcus Vinicius
5 de dezembro de 2021

O uso de máscaras salvou pelo menos 87 mil vidas nos Estados Unidos, segundo pesquisa do Fundo Monetário Internacional (FMI), que usou como base as regras para uso da proteção no território norte-americano.


A pesquisa comprova que a máscara é uma grande arma para combater a disseminação da Covid-19 no mundo, como sempre alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS).


De acordo com o FMI, se o uso de máscara fosse obrigatório e estendido por todo o país, 58 mil norte-americanos poderiam estar vivos.
As máscaras reduzem pela metade o risco de infecção, dizem os pesquisadores. Uma combinação entre campanhas de vacinação e uso do equipamento de proteção seria, então, a melhor arma para evitar novas ondas da doença, afirmam.
A descoberta da variante ômicron, identificada na África do Sul, deixou o mundo sob alerta e novas medidas, como o bloqueio aos países africanos, para restringir o acesso de pessoas vinda do continente africano, principalmente da África do Sul, foram tomadas. E mais uma vez,  a OMS reforçou a orientação para o uso de máscaras.
Em muitos países, entre eles o Brasil, o afrouxamento da obrigatoriedade das máscaras para espaços abertos e fechados já estão sendo revistas, assim como os cancelamentos do Carnaval e do Réveillon, anunciados em várias cidades do Brasil.
Leia mais: Saiba onde o Carnaval 2022 está cancelado
Diante da variante ômicron, os especialistas, mais uma vez, reforçam a importância do uso de máscaras, além, claro, da necessidade da vacinação contra a Covid-19.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, Raquel Stucchi, professora da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), afirma que é o momento de "todo mundo de máscara ainda". "Vamos continuar com o que já estamos acostumados”, pontuou.


Eficácia da máscara
Estudo divulgado pela Universidade São Paulo (USP) aponta que a eficiência de filtragem de vários tipos de máscaras disponíveis no Brasil.
As N95 ou PFF2 são as mais indicadas, com uma eficácia superior a 98%.
Em seguida, aparecem as de TNT ou cirúrgicas (entre 80% e 90%).
Depois, as de pano, com média de 40%.
Máscaras de tricô, com tramas abertas ou com tecidos sintéticos como lycra e microfibra, não são eficazes para proteção contra o coronavírus e suas variantes.


Sobre as máscaras de pano
Desde o ano passado, as máscaras de pano vêm sendo recomendadas para a população em geral pelas autoridades sanitárias como forma de proteção contra a Covid-19. Recentemente, porém, alguns países europeus modificaram suas orientações e passaram a indicar ou exigir o uso de máscaras cirúrgicas ou PFF2.
Mas, uma pesquisa da Fiocruz analisou as máscaras usadas na ‘vida real’ com testes em laboratório e estudos epidemiológicos e destacou a relevância de diferentes tipos de máscaras.
“Analisamos máscaras usadas pelos pacientes por duas a três horas, nas condições da vida real. Em todos os casos, a camada externa foi negativa para o Sars-CoV-2, indicando bloqueio da passagem do vírus”, enfatiza o doutorando do Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e primeiro autor do artigo, Vinicius Mello.

Fonte: Jornal da USP

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