Marconi Perillo vai pagar por um presidiário 7 vezes o que paga a um professor universitário.

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O Promotor de Justiça da área de execução penal do Ministério Público de Goiás, Haroldo Caetano, chama atenção para um fato curioso, que tem passado despercebido pelo povo de Goiás.

No post, em sua página no facebook, com o título “Educação x Prisão: ligue os pontos”, o promotor faz uma analogia entre o Decreto 8.397, do Governador de Goiás, Marconi Perillo, autorizando a contratação de 102 professores universitários para a Universidade Estadual de Goiás, com salário máximo de R$ 1 mil e a notícia publicada na coluna Giro do Jornal O Popular onde é anunciado a construção do Presídio de Anápolis-Go., com capacidade para 300 presos e que terá sua gestão terceirizada para uma Organização Social ao custo anual de R$ 26,6 milhões.

A postagem pede que cada goiano tire suas próprias conclusões: o Governo de Goiás se dispõe a pagar R$ 1 mil para um professor universitário e sem nenhum pudor autoriza licitação para pagar pela gestão de cada presidiário o valor de R$ 7 mil reais. “Isso mesmo, você não leu errado: a manutenção de cada presidiário custará sete mil reais aos cofres do estado”, diz o promotor como se não acreditasse.

“Ligue os pontos e veja o desenho que isso vai dar”, sugere Caetano.

Esse é o Estado comandado pelo PSDB de Marconi Perillo. Um estado que gasta até R$ 7 mil pela manutenção de um presidiário e oferece R$ 1 mil de salários para um professor universitário. Aonde vamos chegar com essa total inversão de valores que toma o Estado de Goiás?

Opinando