Marconi lidera pesquisa Ibope que não divulga dados do 2º turno

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Governador lidera pesquisa Ibope em Goiás com vantagem de 9 pontos percentuais sobre Iris Rezende (PMDB). O governador
também é o mais rejeitado na pesquisa com índices próximos a 30%.

Nas três pesquisas divulgadas após a realização das convenções partidárias e, que confirmaram as candidaturas ao Palácio das Esmeraldas em cinco de outubro de 2014 mostram uma vantagem do governador Marconi Perillo entre 9 e 11%. Mas as mesmas pesquisas apontam o atual governador como o mais rejeitado de todos os candidatos, sempre com rejeição próxima ou superior aos 30%.

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Marconi, Iris, Gomide e Vanderlan buscam conquistar eleitores indecisos para melhorarem seus desempenhos nas pesquisas eleitorais que os levem à vitória nas eleições de outubro próximo

O que intriga na pesquisa Ibope que foi divulgado pelaTV Anhanguera, da OJC, é a falta da divulgação da simulação de um possível segundo turno. Questionado por jornalistas, via e-mail, os representantes do instituto de pesquisa não responderam o questionamento. A falta destes dados, comuns em todas as pesquisas, inclusive no próprio Ibope, vem suscitando uma série de questionamentos sobre o verdadeiro motivo pelo “esquecimento”  do segundo turno na pesquisa Ibope goiana.

O governador Marconi Perillo (PSDB), candidato à reeleição no governo do Estado, tem hoje nove pontos de vantagem sobre Iris Rezende (PMDB), segundo pesquisa divulgada pelo Ibope no dia dois de agosto e que foi contratada pela TV Anhanguera.

Marconi tem 35% de intenção de voto, contra 26% do ex-prefeito de Goiânia. Em terceiro lugar aparece Vanderlan Cardoso (PSB), com 8%, seguido de Antônio Gomide (PT), com 6% e Marta Jane (PCB), com 2%. Alexandre Magalhães (PSDC) e Wesley Garcia (PSOL) somaram um ponto percentual.

Marconi, no entanto, é o mais rejeitado entre os candidatos, segundo o instituto. 29% dos entrevistados disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Iris tem rejeição parecida, de 24%. Alexandre Magalhães é rejeitado por 13%. Gomide é rejeitado por por 12%. Vanderlan Cardoso e Wesley Garcia tem 9% de rejeição.

A pesquisa ouviu 812 eleitores entre 29/07/14 e 31/07. A pesquisa foi registrada no TRE sob o número GO-00054/14

Avaliação de Marconi

O Instituto Ibope também ouviu os eleitores sobre a administração do governo de Marconi Perillo. Os números mostram que 34% dos ouvidos consideram a administração do tucano boa ou ótima, 36% avaliam como regular, 9% como ruim e 15% como péssima.

Outras pesquisas

A nova rodada da pesquisa Fortiori para o governo de Goiás e publicada no dia 20 de julho, mostra, na estimulada, a oscilação de Marconi Perillo (PSDB) para cima, de 37% para 38%, e a oscilação para baixo de Iris Rezende (PMDB), de 30% para 28%. As variações aconteceram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 3,4 pontos percentuais. Na estimulada, o nome dos candidatos é mostrado pelo entrevistador ao eleitor.

O candidato Vanderlan Cardoso (PSB) também oscilou de 9% para 8%, dentro da margem de erro. Já Antônio Gomide (PT) manteve os 7% entre as duas rodadas da pesquisa.

A segunda rodada da pesquisa Serpes/O Popular para governador de Goiás mostra uma diferença de 10,8% entre o candidato Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB), na estimulada. Marconi é citado por 37,1% das intenções de voto enquanto Iris obteve 26,3%. Os dados foram coletados entre 29 de junho e 4 de julho. O jornal não divulgou todas as informações do questionário arquivado no TRE.

Após a definição e confirmação das candidaturas, o Serpes mostra um crescimento do candidato Marconi Perillo em relação à rodada da pesquisa anterior, realizada entre 17 e 21 de março passado. Naquela rodada, o governador tinha 34,5% e Iris tinha 26,6%.

Os outros candidatos foram citados por menos de 10% dos eleitores. Vanderlan Cardoso (PSB) aparece em terceiro, com 9%. Antônio Gomide (PT), com 7,6%.

A candidata do PCB, Marta Jane, foi citada por 1,6% dos eleitores e o professor Weslei Garcia (PSOL), por 1,2%.

Segundo a pesquisa, o percentual de indecisos é de 8,7%. Os que responderam pela anulação do voto, são 6,1% e 2,2% disseram aos entrevistadores que não votarão.