Jovem é preso suspeito de vender droga chamada DOC em festas

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Um jovem de 19 anos foi preso na quarta-feira (30) suspeito de traficar uma droga sintética chamada DOC, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a Polícia Civil, esta é a primeira apreensão da substância na cidade. O rapaz disse aos policiais que comprou o entorpecente pela internet e o vendia em festas da cidade.

A polícia apreendeu 160 papelotes com o rapaz, que era investigado desde o final do ano passado. Responsável pelo caso, a delegada Carla de Bem explicou que o DOC tem um efeito 30 vezes mais forte do que o LSD.

“O que me chamou a atenção é o efeito devastador dessa droga. Nos Estados Unidos, na Europa tem um problema de saúde pública grave com ela. São drogas que copiam outras drogas já existentes, mas são feitas em laboratórios caseiros. Ninguém sabe exatamente tudo que vai no composto, que são muito mais perigosos e podem causar morte”, destaca a delegada.

De acordo com os investigadores, o jovem negociava diretamente do perfil dele no Facebook. Em uma conversa registrada no dia 27 de janeiro, ele questionou ao fornecedor se a substância era “pesada”. O vendedor confirma: “Muito mesmo”.

O rapaz recebeu os papelotes em duas ocasiões, em envelopes enviados pelos Correios. “Nessas postagens chega a ter propaganda. O vendedor se usa de um codinome feminino, mas parece ser um homem. Ele pede o depósito e que os clientes o deem retorno sobre o material, a entrega, o serviço que ele presta”, relatou Carla.

Em nota, os Correios informaram que “sempre atuam para prevenir ocorrências desse tipo, realizando rotineiramente a fiscalização dos objetos entregues” por meio dos aparelhos de Raio-X e Espectrômetro de Massa. A empresa pondera que a circulação desse tipo de droga também é novidade para o órgão. Por isso, diante do ocorrido em Anápolis, incluirá esse entorpecente na relação de itens que poderão ser identificados pelos equipamentos.

O jovem foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Ele está detido no presídio de Anápolis. Segundo a delegada, a investigação será encaminhada para a Polícia Federal. O objetivo é localizar quem vendeu DOC ao rapaz, bem como outros compradores.

G1

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