Homicídio em distribuidora não tem elo com série de mortes, diz polícia

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executadaO Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, investiga o assassinato de uma jovem de 26 anos na porta de uma distribuidora de bebidas na cidade, ocorrido na noite de domingo (17). O delegado responsável pelo caso, Rogério Bicalho, diz que já é possível afirmar que não existe qualquer ligação do crime com asérie de assassinatos contra mulheres em Goiânia.

“Ela tinha envolvimento com um detento do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e, além disso, constantemente brigava com clientes lá na distribuidora e estava sendo ameaçada. Então, nós vamos apurar para ver se o crime teve relação com essas duas linhas de investigações. Mas até agora não temos nenhum indício de que o crime tenha ligação com os outros crimes ocorridos em Goiânia”, destacou o delegado.

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A vítima era proprietária do estabelecimento, situado na Avenida Frederico O Grande. Segundo a Polícia Militar, ela foi baleada por dois suspeitos, que fugiram em um Honda Civic. As imagens gravadas pelas câmeras de segurança da distribuidora foram recolhidas e encaminhadas para perícia. Elas podem ajudar a desvendar a autoria do crime.

Segundo testemunhas relataram à polícia, os suspeitos chegaram e já dispararam antes mesmo de conversar com a vítima. Ela foi atingida por pelo menor quatro tiros e não resistiu aos ferimentos. Até o final da manhã desta segunda-feira (19), o corpo permanecia no Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia.

G1