Hackers roubaram dados de 4,5 milhões de pacientes norte-americanos

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hackersEntre abril e junho, hackers invadiram um grande sistema hospitalar dos Estados Unidos e roubaram informações de 4,5 milhões de pacientes, de acordo com um documento da U.S. Securities and Exchenge Comission (SEC). Os dados representam um conjunto de 206 hospitais em 29 Estados.

Não há registos de cartões de crédito entre os dados roubados, mas há dados pessoais como nomes, endereços, datas de nascimento, números de telefone e números de segurança social. O ataque foi do tipo conhecido como “ameaça avançada persistente” (APT), em que há um alvo deliberado e quando são usados todos os tipos de métodos possíveis, mesmo que o processo de ataque leve meses ou mais.

É diferente do tipo chamado “drive-by attack”, quando um tipo de malware funciona de forma aleatória e que entre em ação quando da visita de um site infectado ou por um e-mail. O APT é um tipo difícil de deter, que exige ação de empresas especializadas para conter a ameaça.

Os Estados Unidos afirmam serem alvos de hackers chineses há anos. Mas em outras partes do mundo há várias ocorrências. Em 2009, um ataque conhecido como Ghostnet atingiu instituições políticas e econômicas de aproximadamente cem países. O ataque é um dos maiores de ciberespionagem já conhecidos.

No ano passado, as denúncias davam conta de que hackers também buscaram invadir firmas estrangeiras de defesa com o objetivo de espionar a tecnologia dos drones – que geralmente são usados por forças militares dos Estados Unidos em ações não-tripuladas.

GGN