Guimarães: ‘Governo deu novo passo na agenda do crescimento’

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O governo deu mais um passo na “decisiva” agenda do crescimento econômico com o anúncio, ontem, do Plano Safra da Agricultura Familiar, destaca o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE). Para ele, o volume de recursos anunciado – R$ 28,9 bilhões, 20% a mais do que na safra anterior – prova que a presidente Dilma Rousseff “não discriminou” os pequenos agricultores e “cala” o discurso da oposição, que “aposta no quanto pior, melhor”.

“Foi mais um passo nessa que, para nós, é a decisiva agenda do crescimento. Desde o lançamento do Plano Safra da Agricultura, passando pelo PIL (Plano de Investimentos em Logística), e hoje o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar, principalmente em momentos de dificuldade na economia, aumentar os recursos em 20%, é sinal mais do que evidente que estamos preparando as condições para a retomada do crescimento da economia”, afirmou, em entrevista ao 247.

Segundo o deputado, quando a presidente lançou o Plano Safra 2015-2016, no último dia 2, também com recursos 20% maiores do que na safra anterior, iniciou-se uma falação “de alguns setores” de que a presidente não iria anunciar o mesmo crescimento no volume de recursos para a agricultura familiar. “Temos que desconstruir esse discurso da oposição, que é o discurso do contra, o discurso do quanto pior, melhor”, rebateu o petista.

Guimarães anuncia que a continuidade da agenda positiva de Dilma, iniciada com o Plano Safra 2015-2016 e com o PIL (Programa de Investimento em Logística), será dada ainda este mês, com o anúncio do Plano de Exportação e da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. “Não temos a menor dúvida de que no segundo semestre haverá a discussão sobre o tamanho do crescimento [do País]. Eu penso que essa cruzada que foi iniciada pela presidente é um caminho seguro”, acrescentou.

O parlamentar ressaltou que “o Congresso tem que estar sintonizado com o plano de crescimento” e que “está fazendo a sua parte”, aprovando as medidas do ajuste econômico proposto pela equipe do ministro Joaquim Levy.

247