Grupos de pesquisa lançam nova versão de jogo sobre a dengue

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jogoUma nova versão de um jogo pode orientar as pessoas sobre os cuidados e formas de combate à dengue. Criado por uma iniciativa formada por vários centros de pesquisa, o Contra a Dengue 2 tem gráficos otimizados com o intuito de ajudar na prevenção do mosquito transmissor. O jogo não foi desenvolvido para dispositivos móveis, mas pode ser acessado via web.

A nova versão traz uma criança de sete anos como a protagonista, em que ela se aventura para combater os focos da dengue e acabar com os mosquitos. Métodos simples, como cobrir pneus com uma lona, colocar sacos de lixo no cesto e areia nos vasos para não acumular água são algumas das tarefas. Em cada novo nível, mosquitos maiores a esperam.

“O jogo agora contem fases mais curtas, com mais variedade de obstáculos a serem vencidos. Os chefes de fase também foram revistos, tendo seus estágios sutilmente modificados, de forma a enriquecer a experiência”, explica Gabriel Lima, desenvolvedor do grupo, que diz que a nova versão teve adição de dois mecanismos, incrementando o layout das 15 novas fases, mais do que a primeira versão do jogo.
O desenvolvimento ficou a cargo do Ludo Educativo, grupo resultante da parceria entre o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF),Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN/CNPq) e com participação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). O Instituto de Física de São Carlos (IFSC) é uma das unidades integrantes do Centro.

“Nosso objetivo é que a criança tome consciência da necessidade de se combater a dengue, além de aprender as melhores práticas e tomar atitudes dentro e fora de casa, tudo de uma maneira divertida e descontraída”, afirma Alexandre Rosenfeld, coordenador técnico do Ludo Educativo.

Dados da Secretaria Estadual de Saúde mostram que o número de casos de dengue em São Paulo aumentou 61,92% em um mês. Entre janeiro e maio, foram registrados cerca de 55 mil casos da doença. Até o início de maio, havia cerca de 34 mil casos. Oito municípios paulistas reúnem 70% dos registros, ou 37.854 casos: Americana, Campinas, São Paulo, Jaú, Taubaté, Votuporanga, Santa Bárbara d’Oeste e Osasco.

GGN

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