Gasto de Marconi com Cabaré supera réveillon de Copacabana

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A informação do jornal O Globo de que a Prefeitura do Rio de Janeiro irá pagar R$ 800 mil pelo show do cantor Zeca Pagodinho no réveillon de Copacabana causou indignação entre políticos da oposição na capital carioca. Aqui, o Goiás Real denunciou uma situação ainda mais escandalosa: o governador Marconi Perillo (PSDB) contratou para a mesma data o show Cabaré, dos cantores Leonardo e Eduardo Costa, por R$ 850 mil.

“É um escândalo pagar cachês tão altos num momento de crise. A Riotur não é casa da mãe Joana, nem dinheiro público está num cofrinho para se gastar como se bem entende”, criticou a vereadora Teresa Bergher (PSDB), que desconhece a situação dos goianos. Vereadores do Rio de Janeiro decidiram cobrar pedido de inspeção nos contratos de shows ao Tribunal de Contas dos Municípios e representação ao Ministério Público.

A reportagem de O Globo e a imediata reação dos vereadores dão a exata medida de como Goiás se acostumou com os desmandos de Marconi Perillo. O réveillon do Rio é o mais famoso do país e reúne cerca de 2 milhões de pessoas na orla de Copacabana – aproximadamente 1 milhão são de turistas, que fomentam o turismo e geram divisas para a Cidade Maravilhosa. Ainda assim, o cachê de Zeca Pagodinho tornou-se um escândalo.

Goiânia não é roteiro turístico, o réveillon aqui não gera arrecadação, e o Estado atravessa uma situação financeira caótica, com dificuldades para honrar compromissos básicos como folha de pagamento. Mesmo assim, Marconi Perillo continua torrando dinheiro público como bem entende. Se no Rio há dúvidas, aqui estamos diante da casa da mãe Joana, ou talvez do cabaré da mãe Joana.

GoiasReal

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