Aparecida de Goiânia, terça-feira, 11 de maio de 2021
IPCA

Gás, energia, combustível aumentam, mas a renda do trabalhador só diminui

Redação
13 de abril de 2021

Em 12 meses, IPCA passa de 6%, o que não acontecia desde o final de 2016. E supera 8% em alguns locais. Taxa de março foi a maior para o mês desde 2015

A inflação em alta seguiu sua escalada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deu novo salto em março, com taxa de 0,93%, a maior para o mês desde 2015, segundo o IBGE. Agora, o indicador oficial da inflação no país soma 2,05% neste ano – apenas no primeiro trimestre, é quase metade de todo o ano passado. Em 12 meses, atinge 6,10%. O IPCA não passava dos 6% desde o final de 2016. Em algumas regiões, passa dos 8%. Alguns itens continuam se destacando, como os combustíveis, que só em março subiram 11,23%, chegando a 11,26% no caso da gasolina, refletindo a política oficial de preços para o setor. O IBGE cita ainda itens básicos do dia a dia, como gás (de botijão e encanado) e energia elétrica.

Seis dos nove grupos tiveram alta no mês passado. A maior variação, 3,81%, foi de Transportes, com impacto de 0,77 ponto percentual na taxa geral de março. Habitação (0,81%) representou 0,12 ponto. Assim, apenas esses dois grupos foram responsáveis por quase todo o IPCA de março. Já o grupo Alimentação voltou a desacelerar, com taxa de 0,13% e impacto de 0,03 ponto. Segundo o instituto, a alimentação no domicílio caiu 0,17%, com queda de produtos como tomate (-14,12%), batata inglesa (-8,81%), arroz (-2,13%) e leite longa vida (-2,27%). O preço das carnes teve aumento médio de 0,85%. Comer fora, por sua vez, ficou 0,89% mais caro em março. O IBGE destaca aumentos do lanche (1,88%) e da cerveja (1,70%).


Gasolina e etanol
Ainda em Transportes, apenas a gasolina teve impacto de 0,60 ponto em março. O etanol (12,59%) e o óleo diesel (9,05%) também aumentaram, somando mais 0,11 ponto. O IBGE registrou altas nos pneus (3,27%), no seguro de veículos (2,62%) e nos automóveis usados (1%). E apurou quedas nos preços do aluguel de veículo (-14,02%) e transporte por aplicativo (-3,42%). O trem subiu 1,84%, com reajuste de tarifa no Rio de Janeiro, e o ônibus urbano, 0,11%, com aumento nas passagens em Recife.

O gás de botijão teve aumento de 4,98% em março e acumulada 20,01% em 12 meses. E a energia subiu 0,76%. Já o gás encanado registrou alta de 1,09%, com reajustes em Curitiba e no Rio. A taxa de água e esgoto também subiu (0,13%).

Altas em todo o país
O grupo Educação recuou (-0,52%). O item cursos diversos teve alta de 0,69%, enquanto os cursos regulares caíram 0,79%, com destaque para o ensino superior (-1,75%).

O IPCA aumentou nas 16 áreas pesquisadas. O menor índice foi apurado na região metropolitana de Recife (0,62%) e o maior, no município de Goiânia (1,46%). Em 12 meses, a taxa vai de 4,97% (Grande Rio) a 8,44% (Rio Branco). Supera os 7% em Fortaleza, São Luís e Vitória. Na região metropolitana de São Paulo, a taxa acumulada é de 5,61%.

INPC também sobe
O a inflação em alta também foi identificada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 0,86%, também a maior taxa para março desde 2015. Soma 1,96% no ano e 6,94% em 12 meses. Segundo o IBGE,, os produtos alimentícios subiram 0,07%, abaixo de fevereiro. Já os não alimentícios aumentaram mais (1,11%).

Fonte: RBA - Rede Brasil Atual

Em 12 meses, IPCA passa de 6%, o que não acontecia desde o final de 2016. E supera 8% em alguns locais. Taxa de março foi a maior para o mês desde 2015

A inflação em alta seguiu sua escalada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deu novo salto em março, com taxa de 0,93%, a maior para o mês desde 2015, segundo o IBGE. Agora, o indicador oficial da inflação no país soma 2,05% neste ano – apenas no primeiro trimestre, é quase metade de todo o ano passado. Em 12 meses, atinge 6,10%. O IPCA não passava dos 6% desde o final de 2016. Em algumas regiões, passa dos 8%. Alguns itens continuam se destacando, como os combustíveis, que só em março subiram 11,23%, chegando a 11,26% no caso da gasolina, refletindo a política oficial de preços para o setor. O IBGE cita ainda itens básicos do dia a dia, como gás (de botijão e encanado) e energia elétrica.

Seis dos nove grupos tiveram alta no mês passado. A maior variação, 3,81%, foi de Transportes, com impacto de 0,77 ponto percentual na taxa geral de março. Habitação (0,81%) representou 0,12 ponto. Assim, apenas esses dois grupos foram responsáveis por quase todo o IPCA de março. Já o grupo Alimentação voltou a desacelerar, com taxa de 0,13% e impacto de 0,03 ponto. Segundo o instituto, a alimentação no domicílio caiu 0,17%, com queda de produtos como tomate (-14,12%), batata inglesa (-8,81%), arroz (-2,13%) e leite longa vida (-2,27%). O preço das carnes teve aumento médio de 0,85%. Comer fora, por sua vez, ficou 0,89% mais caro em março. O IBGE destaca aumentos do lanche (1,88%) e da cerveja (1,70%).


Gasolina e etanol
Ainda em Transportes, apenas a gasolina teve impacto de 0,60 ponto em março. O etanol (12,59%) e o óleo diesel (9,05%) também aumentaram, somando mais 0,11 ponto. O IBGE registrou altas nos pneus (3,27%), no seguro de veículos (2,62%) e nos automóveis usados (1%). E apurou quedas nos preços do aluguel de veículo (-14,02%) e transporte por aplicativo (-3,42%). O trem subiu 1,84%, com reajuste de tarifa no Rio de Janeiro, e o ônibus urbano, 0,11%, com aumento nas passagens em Recife.

O gás de botijão teve aumento de 4,98% em março e acumulada 20,01% em 12 meses. E a energia subiu 0,76%. Já o gás encanado registrou alta de 1,09%, com reajustes em Curitiba e no Rio. A taxa de água e esgoto também subiu (0,13%).

Altas em todo o país
O grupo Educação recuou (-0,52%). O item cursos diversos teve alta de 0,69%, enquanto os cursos regulares caíram 0,79%, com destaque para o ensino superior (-1,75%).

O IPCA aumentou nas 16 áreas pesquisadas. O menor índice foi apurado na região metropolitana de Recife (0,62%) e o maior, no município de Goiânia (1,46%). Em 12 meses, a taxa vai de 4,97% (Grande Rio) a 8,44% (Rio Branco). Supera os 7% em Fortaleza, São Luís e Vitória. Na região metropolitana de São Paulo, a taxa acumulada é de 5,61%.

INPC também sobe
O a inflação em alta também foi identificada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 0,86%, também a maior taxa para março desde 2015. Soma 1,96% no ano e 6,94% em 12 meses. Segundo o IBGE,, os produtos alimentícios subiram 0,07%, abaixo de fevereiro. Já os não alimentícios aumentaram mais (1,11%).

Fonte: RBA - Rede Brasil Atual

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