Estudo diz que dieta mediterrânea está associada à prevenção da depressão

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Estudos envolvendo mais de 15,5 mil voluntários comprovam que uma alimentação rica em grãos, azeite, frutas e vegetais reduz os riscos do distúrbio psiquiátrico.

Que eles fazem bem ao corpo, todo mundo sabe. Mas frutas, legumes, vegetais e castanhas também beneficiam a mente, segundo dois estudos realizados com amplas amostras populacionais. Esses alimentos, assim como carnes não processadas, estão associados à prevenção da depressão, um problema que afeta 350 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Também ajudam a proteger o cérebro das perdas cognitivas, diminuindo o risco de demência.

Em um trabalho da Universidade de Las Palmas, na Espanha, os pesquisadores sugeriram que a depressão pode estar associada a deficits nutricionais. Eles analisaram dados de 15.093 pessoas, incluindo os hábitos alimentares. Sob a liderança de Almudena Sanches-Villegas, os cientistas compararam três dietas: a mediterrânea, a vegetariana e as sugeridas pelo Guia alternativo de alimentação saudável, uma cartilha com recomendações do Centro para Políticas Nutricionais dos Estados Unidos muito semelhante ao padrão mediterrâneo. É baseada na alta ingestão de grãos, azeite, frutas e vegetais, e no consumo moderado de peixe e outras carnes magras.

De acordo com Sanches-Villegas, o que motivou a pesquisa foi o fato de diversos estudos apontarem benefícios à saúde em geral associados a dietas equilibradas. “Queríamos entender o papel da nutrição na saúde mental, já que acreditamos que padrões dietéticos podem proteger nossas mentes. Essas três dietas têm sido relacionadas com efeitos positivos para a saúde física. Então, agora queremos saber se as propriedades nutricionais de alimentos como legumes, castanhas, frutas e vegetais podem reduzir o risco de depressão”, explica.

CorreioBraziliense

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