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"Não Olhe para Cima e a ameaça apocalíptica vinda do espaço é apenas uma paródia, mas o perigo que as Big Techs sem regulação representam para a sociedade é a grande realidade escancarada pelo filme”

por Renata Mielli

O filme é uma sátira que faz uma escrachada denúncia social. Mais do que apenas levar para as telas as consequências de termos países governados por Trumps e Bolsonaros, seguidos por uma legião de negacionistas, Não Olhe Para Cima é uma crítica à mídia e às Big Techs que, ao fim e ao cabo, manipulam de forma determinante o comportamento das pessoas e possuem mais poder do que os Estados Nacionais.
A Netflix acertou em cheio na sua estratégia de audiência para o final de 2021. Produziu um filme concebido milimetricamente para fazer sucesso no mundo algorítmico: impulsionado pela polêmica, pela lacração e polarização. As redes sociais já estão fervendo entre os que consideram Não Olhe para Cima, filme roteirizado por Adam Mckay e David Sirota e dirigido por Mckay, um grande filme ou um péssimo filme.
Entre críticas e elogios e busca de personagens da vida real análogos aos da obra de ficção, as redes sociais estão bombando e, com isso, a audiência da plataforma de streaming também. Afinal, no mundo dominado pelas Big Techs não dá para ficar de fora dessas polêmicas.

O filme sobre o apocalipse foi filmado entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021. Entre edição, pós-produção e lançamento não foram mais do que sete meses. Tudo isso para garantir que o filme sobre o fim do mundo fosse lançado no final de um ano quase apocalíptico, se levarmos em conta que mais de 3,4 milhões de pessoas, de um total de 5,4 milhões, morreram vítimas de Covid-19 em 2021. Numa das piores pandemias da história.
Não Olhe para Cima é uma sátira social, gênero difícil de se realizar porque lida com personagens que mesclam um conjunto de referências a situações e pessoas reais.
O apocalipse em Não Olhe para Cima não é causado por um vírus. A ameaça à vida no planeta terra vem do espaço, um cometa em rota de colisão com a Terra, descoberto por dois cientistas Randall Mindy (Leo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence).

A partir daí, a trama se desenvolve na cruzada dos dois cientistas para alertar o governo dos Estados Unidos e do restante do mundo sobre a ameaça eminente ao planeta.
Os autores desenvolvem sua trama para fazer uma escrachada denúncia social. Que é mais do que apenas levar para as telas as consequências de termos países governados por Trumps e Bolsonaros e por uma legião de negacionistas. O filme é uma crítica à mídia e às Big Techs que manipulam de forma determinante o comportamento das pessoas.
A busca por audiência, cliques e popularidade é o que move cada personagem, inclusive o próprio cientista Mindy, que se vê inebriado ao ter mais de 250 milhões de pessoas seguindo o seu “canal” e que se transforma num sex simbol midiático quando a jornalista Brie Evantee (Kate Blanchett) diz que o cientista bonitão pode voltar quando quiser ao seu programa. Cada decisão tomada pela presidenta dos Estados Unidos, Janie Orlean, vivida por Meryl Streep, é calculada para em função de sua imagem. Os jornais praticamente não se importam com a notícia sobre o fim do mundo e continuam dando relevância para escândalos e celebridades na busca por competir com o modelo clickbait – caça click – imposto pela internet e redes sociais.

Apenas a cientista Dibiasky parece perceber o cenário surreal que se estabelece. Ela e o cientista negro Oglethorpe, interpretado por Rob Morgan, são os personagens que representam a racionalidade em toda a trama. Não à toa, são uma mulher e um negro que ocupam esse lugar no filme.
Mas se a ameaça que vem do espaço pode ser evitada pela tecnologia desenvolvida na Terra e pela ação dos países, a ameaça que as Big Techs representam pelo seu poder econômico e político não tem oposição. Aliás, quem acaba com o planeta não é o cometa, mas a Big Tech Bash.
No início do filme, o lançamento de um novo aparelho celular – o Bash Vida – parece uma barriga, não se encaixa na trama. Peter Isherwell é uma caricatura síntese dos CEOs das Big Techs, um mix de Steve Jobs, Elon Musk, Bill Gates e Mark Zuckerberg. Mas no momento em que entra em curso um plano para destruir o cometa, o dono da Bash reaparece e muda, literalmente, o curso da história da humanidade.

Na verdade, ele nunca deixou de estar no controle. Ele é a evolução. E o diálogo central da história se desenvolve 1 hora e 24 minutos depois do início do filme, entre Dr. Mindy e Peter Isherwell. É neste momento que os autores jogam na nossa cara o alerta sobre o perigoso poder das Big Techs, pela frase do seu CEO reproduzida abaixo:
“Bash tem mais de 40 milhões de dados sobre você, sobre todas as decisões que você tomou desde 1994. Eu sei quando você terá um pólipo no cólon, e você já tem uns 4 ou cinco neste momento. Ainda não são tão preocupantes, mas mesmo assim eu faria um check up quando der. Mas mais importante do que isso é que eu sei o que você é, eu sei quem você é. Meus algoritmos determinaram 8 tipos fundamentais de perfis de consumidor, você é um idealista do estilo de vida. Você acha que é motivado pelas suas convicções éticas, mas você corre na direção do prazer, e foge da dor como se fosse um ratinho. Os nossos algoritmos podem até prever como você vai morrer, com 96, 96,5% de precisão”.
O plano da Bash para extrair trilhões de dólares do cometa não dá certo. E apesar do algoritmo ter errado a maneira como Dr. Mindy iria morrer, acertou que a presidenta dos Estados Unidos morreria devorada por um bronteroc – ou seja lá o que isso for.
Não Olhe para Cima e a ameaça apocalíptica vinda do espaço é apenas uma paródia, mas o perigo que as Big Techs sem regulação representam para a sociedade é a grande realidade escancarada pelo filme.

AUTOR

Renata Mielli

*Renata Mielli é jornalista, coordenadora geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Secretária-Geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e membro da Comissão de Comunicação do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

O Curso de Habilitação Técnica de Nível Médio em Artes Circenses da EFG em Artes Basileu França, único no centro-oeste do Brasil, apresenta nesta quinta-feira, (16/12), às 19h, diversos números no Teatro Escola da instituição. A entrada é 1kg de alimento não perecível!  

Performances aéreas, acrobacias, contorcionismo são alguns dos números que serão apresentados na “Mostra Final” do curso Técnico em Artes Circenses da EFG em Artes Basileu França. A instituição de ensino é ligada a Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (Sedi) e gerida pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

O evento é uma mostra criativa desenvolvida pelos alunos durante quase dois anos, nesse período de pandemia. “Eles estão animados, querem muito mostrar para a comunidade todas as habilidades circenses que adquiriram ao longo do curso de formação. Mostrar, especialmente, que o Circo tem potência e importância social”, afirma o coordenador do curso, Rodrigo Mallet.

“A mensagem dessa mostra é de resistência do Circo. Resistência dos alunos de terem se mantido no curso durante esse período pandêmico. Resistência de superar as dificuldades e de estarmos interconectados para mostrarmos para a sociedade sempre o máximo de possibilidades”, enfatiza Mallet.

O público pode contar com 45 minutos de alegria e descontração ao lado dos artistas circenses da EFG em Artes Basileu França. A entrada para assistir aos números é 1kg de alimento não perecível, que será doado para entidades que assistem pessoas carentes.

Serviço: “Mostra Final”

Data: 16 de dezembro

Horário: 19 horas

Local: Teatro Escola Basileu França

Endereço: Av. Universitária, nº 1750 – Setor Leste Universitário

Classificação: Livre

Entrada: 1kg de alimento não perecível

Mais informações: @escolabasileufranca

Malagueta na Labuta, da Farândola Teatro (Goiânia, GO), às 20h, e O Enforcadodo Grupo Improvisórios (Cidade de Goiás, GO), às 21h, são as atrações de quarta-feira (14/12/21)

As artes cênicas made in Goiás estão presentes na programação do 7º Na Ponta do Nariz – Festival Internacional de Palhaçaria e Comicidade. Vários espetáculos marcam a agenda cômica, e nesta quarta é a vez de Malagueta na Labuta, da Farândola Teatro (Goiânia, GO), às 20h, e O Enforcadodo Grupo Improvisórios (Cidade de Goiás, GO), às 21h, são as atrações de quarta-feira (14/12/21). Todo evento é veiculado online, pelo canal www.youtube.com/atornomade.

As peripécias da diarista Malagueta, a palhaça da multiartista Fernanda Pimenta, é o tema do espetáculo que traz a personagem “na labuta”. Chamada por uma de suas patroas para um faxina, entre a bagunça da casa, avental e espanadores surgem novas formas, sons e movimentos, deixando o trabalho menos duro e mais divertido. A direção de movimento é de Miqueias Paz; a preparação circense de Gabriel Coelho; a música de Diogo Machado; vídeo de Andréia Miklos e Sérgio Valério (Fora da Lei).

O Enforcado, Grupo Improvisórios (Cidade de Goiás, GO), traz um experimento sobre o riso, a dor, a festa, o velório, o prazer, a pressão, a angústia, o deboche e o amor. Com dois homens, DD e TH, e uma forca, o espetáculo é uma busca por palavras, gestos e conversas nunca tidas, com direção de Júlio Vann e atuação de Deidian Lucas e Thiago Moura.

7º Na Ponta do Nariz

A programação do 7º Na Ponta do Nariz - Festival Internacional de Palhaçaria e Comicidade segue até sábado (18/12), todo em formato digital e é uma realização do Grupo de Teatro Bastet e Ator Nômade, com apoio do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás. A programação gratuita e aberta ao público é veiculada pelo canal do www.youtube.com/atornomade. Participações de Angela de Castro (Brasil – Inglaterra), do mestre da palhaçaria Johnny Melville (Escócia), Cabaré de variedades, masterclass com Duda Paiva, Cine Clown, show com Débora di Sá, além de vários espetáculos marcam este que é o maior evento do gênero do Centro-Oeste.

SERVIÇO

7º Na Ponta do Nariz - Festival Internacional de Palhaçaria e Comicidade

O que é: programação quarta-feira (15/12/21)

20h - Malagueta na Labuta - Farândola Teatro (Goiânia, GO) 

21h - O Enforcado-Grupo Improvisórios (Cidade de Goiás, GO) 

Onde: www.youtube.com/atornomade

 “Este projeto foi contemplado pelo Edital de Fomento ao Teatro do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás 2018”

15/12/21 (QUARTA-FEIRA) 

20h - Espetáculo: Malagueta na Labuta - Farândola Teatro (Goiânia, GO) 

Duração: 52min24s                                                 Classificação Etária: Livre 

Sinopse: A diarista Malagueta é chamada, por uma de suas patroas, para uma faxina de urgência. Entre a bagunça da casa, avental e espanadores surgem novas formas, sons e movimentos, uma realidade outra, o que torna o trabalho menos duro e mais divertido, fazendo confluir suor e riso.

Ficha Técnica:  Palhaça: Fernanda Pimenta | Direção: Thaise Monteiro | Direção de Movimento: Miqueias Paz | Preparação circense: Gabriel Coelho | Preparação musical: Diogo Machado | Figurino: Marcela Faria (@costuroafetos) | Cenário: Wagner Gonçalves | Maquiagem: Padu Cecconello |  Cenotecnia: Ivan Willian | Produção: Farândola Teatro-circo | Comunicação: Cultivo Projetos Criativos | Design Gráfico: Cultivo Projetos Criativos | Fotografia: Layza Vasconcelos | Vídeo: Andréia Miklos e Sérgio Valério (Fora da Lei)  | Assessoria de imprensa: Cia de Arte Poesia que Gira

21h - Espetáculo: O Enforcado-Grupo Improvisórios (Cidade de Goiás, GO) 

Duração: 56min37s                      Classificação Etária: maiores de 16 anos

Sinopse: O espetáculo é uma busca por palavras, gestos e conversas nunca tidas. Um experimento sobre o riso, a dor, a festa, o velório, o prazer, a pressão, a angústia, o deboche e o amor. Dois homens, DD e TH, e uma forca.

Ficha Técnica: Direção: Júlio Vann | Assistente de Direção, preparação física, registro de processo, iluminação: Edimar Pereira | Atores: Deidian Lucas e Thiago Moura | Cenário e Adereços: Ateliê Rosinha | Vídeo: Carvalho Produções | Fotografia: Lorena Coelho | Assessoria em dança:  Paulo Reis Nunes.

FICHA TÉCNICA

Coordenação de Produção, Produção Administrativa/Prestação de Contas e Assistência de Produção: Patrícia Vieira (Plano V Eventos e Cultura) e Marcelo Carneiro (Arte Brasil Eventos).

Assistência de produção/Realização de cursos e oficinas: Larissa de Paula e Larissa Ferreira Santos (Meraki Produção Cultural)

Social Media, Marketing Digital, Internet, Impulsionamento / tráfego pago para divulgação: Roberta Otone (Impulsionadora)

Design e Identidade visual para mídias digitais, conteúdo para site: Flávio del Lima (Superlativa)

Assessoria de Comunicação, Imprensa e editoração: Karla Rady, Janaina Li e Wanja Borges (OlhO Comunicação)

Técnica de lives e edição de vídeos: Raphael Gustavo (É Nóis Ki Tá Produções)

Direção Artística: Thiago Moura

Realização: Grupo Bastet e Ator Nômade

Apresentação: Fundo de Arte e Cultura de Goiás, SECULT e Governo do Estado de Goiás.

Apresentação acontece nesta quinta-feira, com releituras de Clara Nunes, Martinho da Vila, Chico Buarque, Fundo de Quintal e muito mais

Fernando Boi Credito Frederico Gutyerris 3
Fernando Boi - Imagem: Frederico Gutyerris
Melina Credito Nelson Mendes
Melina /Imagem: Nelson Mendes
Kiron Credito Gabriella Duarte
Kíron / Imagem: Gabriella Duarte

Nesta quinta-feira (16), o cantor, compositor e violonista Fernando Boi dividirá o palco do Lowbrow Lab Arte & Boteco com Melina Helena e Kíron Marques. Eles se apresentarão pelo projeto “Fuá Encontro de Sambistas”, acompanhados por Pedro Jordão (violão 7 cordas), Enilson Pinheiro (cavaquinho), Cleiton Ananias (surdo e tam tam), Rafael Marques (pandeiro) e Cauã (percussão geral).

O show, que começa às 21 horas, apresentará interpretações de nomes como Élton Medeiros, Clara Nunes, Geraldo Pereira, Toninho Geraes, Roberta Sá, Martinho da Vila, Marquinhos Satã, Moyseis Marques, Chico Buarque, Caetano Veloso, Wilson Moreira e Fundo de Quintal, entre outros, bem como composições autorais de Fernando Boi.

Além da programação musical, o Lowbrow também apresenta a exposição “ROGO Em Obras”, com 45 trabalhos do artista plástico Ronan Gonçalves, como pinturas de técnica mista, fotografias e a instalação Magdalena, uma arte suspensa construída a partir de coroas feitas de tecido, linha e arame. A casa fica na Rua 115 nº 1.684, no Setor Sul, em Goiânia.

Sobre os artistas
Fernando Marques, mais conhecido como Fernando Boi, contabiliza 15 anos de carreira musical, oito discos e dois DVDs. Com o grupo Alvorada do Samba, o cantor e compositor lançou o seu primeiro álbum, intitulado “Raiz de Boêmio”, totalmente autoral. Seu último álbum leva o nome de “Retratos da Vida” e foi produzido em carreira solo.

Melina também é cantora e compositora. Tem formação em musicoterapia pela Universidade Federal de Goiás (UFG), mas seu envolvimento com a música surgiu cedo, aos 13 anos de idade. Além de participação em importantes festivais e projetos musicais da cidade, compôs mais de 150 músicas desde 2017.

Já Kíron Marques atua como compositor, cantor, produtor e artista visual. Ele também é integrante do coletivo artístico SoloÁcido - no qual participa como violão e vocal dos projetos Mokorongo Kid e Leonardo & Trismegisto, que também contam com algumas canções autorais.  

SERVIÇO
Fuá Encontro de Sambistas com Fernando Boi, Melina e Kíron
Data
: 16/12 (quinta-feira)
Horário de abertura da casa: 19h
Horário do show: 21h
Entrada: R$ 15
Local: Lowbrow Lab Arte & Boteco (Rua 115, quadra F43A, lote 214, nº 1684, Setor Sul)
Em cartaz: ROGO Em Obras, exposição de Ronan Gonçalves – visitação gratuita
Reservas pelo whatsapp (62) 3991-6175
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Apresentação começa às 19 horas, com entrada franca, e marca encerramento da programação especial de fim de ano do mall

Para encerrar a programação especial de fim de ano do Metropolitan Mall, quem se apresenta nesta sexta-feira (17), com entrada franca, é a cantora e compositora Maíra Lemos. Ela subirá ao palco montado no polo gastronômico às 19 horas, acompanhada por Daniel Vieira Júnior, na guitarra, Paulo Andrade, no contrabaixo, e Marcelo Rezende, na bateria. O público poderá conferir um repertório recheado de pop e rock nacional e internacional.

Dona de uma voz forte e impecável, Maíra iniciou sua carreira musical aos seis anos de idade, em Goiânia, chamando atenção do público pela sua forma emocionante de interpretar pérolas da MPB. Aos 10, já gravava o seu primeiro disco, com composições inéditas e algumas regravações.

Além de grandes shows em todo o país e também na China, onde fez uma turnê cantando músicas brasileiras em chinês, a cantora já passou pelos Programas do Faustão e do Raul Gil, ficou em segundo lugar no reality show musical FAMA BIS, da Rede Globo, e se apresentou no “Projeto Novo Canto” ao lado da cantora e compositora Fátima Guedes, entre outros projetos.

O público também poderá desfrutar do variado mix de serviços e gastronomia oferecido pelo Metropolitan Mall. No polo gastronômico, estão estabelecimentos como Benedito Steakhouse, Steak In Beef n' Beer, Lifebox Burger Steaks & Shakes, Birras e Tapas Gastrobar, Óri Gastronomia Japonesa, Enoch Cafés Especiais e OAKBERRY. O complexo ainda oferece estacionamento coberto e seguro, com tarifa única de R$ 10.

SERVIÇO
Fim de ano no Mall com show de Maíra
Data
: 17/12 (sexta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Metropolitan Mall – Avenida Deputado Jamel Cecílio, nº 2.690, Jardim Goiás, Goiânia – GO
Entrada franca

 Jogo acontece neste sábado às 17hs no estádio Baenão, em Belém.ebcebc

Na última quarta-feira (8), Tigre e Leão Azul empataram sem gols no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, em Goiânia, na partida de ida. Uma nova igualdade leva a decisão aos pênaltis. O campeão ganha vaga direta na terceira fase da próxima Copa do Brasil. Na edição deste ano, a presença neste estágio da competição garantiu uma premiação de R$ 1,5 milhão.

É a primeira vez que o Vila chega à decisão da Copa Verde, enquanto o Remo disputa a terceira final regional, após os vices em 2015 e 2020 (edição disputada este ano). Os goianos superaram Rio Branco de Venda Nova-ES, Aquidauanese-MS e Nova Mutum-MT. Os paraenses eliminaram Galvez-AC, Manaus e o arquirrival Paysandu.

Trata-se, ainda, da segunda final entre as duas equipes apenas neste ano. Em janeiro, eles decidiram o título da Série C do Campeonato Brasileiro referente a 2020, com duas vitórias (5 a 1 e 3 a 2) do Vila, que ficou com a taça. Na Série B, o Tigre também levou a melhor, ganhando os confrontos diretos por 1 a 0 e terminando a competição em nono. O Leão Azul ficou em 17º e acabou rebaixado novamente à terceira divisão.

O técnico Eduardo Baptista poderá, novamente, contar com Raimar, que cumpriu suspensão no jogo de ida. O lateral, porém, deve iniciar o jogo na reserva. A expectativa é que o Remo atue com o mesmo time da partida anterior: Vinícius; Wellington Silva, Fredson, Marlon e Igor Fernandes; Pingo, Lucas Siqueira e Felipe Gedoz; Erick Flores, Tiago Mafra e Neto Pessoa.

No Vila, o técnico Higo Magalhães volta a ter o atacante Rafael Silva, expulso na semifinal contra o Nova Mutum, à disposição. Ele, no entanto, também não deve começar a partida. O Tigre deve repetir a formação do primeiro jogo: Georgemy; André Krobel, Rafael Donato, Renato e Bruno Collaço; Pedro Bambu, Moacir e Tiago Real; Diego Tavares, Clayton e Alesson.

Edição: Fábio Lisboa

Órgão consultivo possui 18 novos integrantes, sendo 6 da comunidade, que ajudarão na administração do complexo; posse dos conselheiros ocorreu na quarta, 08

Foram empossados nesta quarta-feira (08), por ato da Secretaria de Cultura de Aparecida, os membros do novo Conselho Gestor da Praça CEU das Artes Cidade Vera Cruz. São 18 integrantes, sendo 6 representantes da comunidade, 6 de entidades da sociedade civil e mais 6 da Prefeitura de Aparecida, que assumem o mandato para o biênio 2022-2023.

Entre as principais atribuições do Conselho Gestor está a de auxiliar a Prefeitura de Aparecida e o gestor da Praça CEU das Artes Cidade Vera Cruz, Washington Arruda, nas tomadas de decisões relacionadas, por exemplo, a intervenções na infraestrutura do complexo.

“Essa oxigenação é muito importante, sobretudo, pelo fator renovação. Novas pessoas chegam com vontade de fazer, de trabalhar. E é fundamental, principalmente, a participação da comunidade, estando presente e acompanhando as atividades no dia a dia”, analisou o secretário de Cultura, Avelino Marinho, sobre a sucessão no Conselho Gestor.

Segundo o gestor Washington Arruda, o Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Cidade Vera Cruz tem hoje 350 alunos, de 42 bairros. Eles estão matriculados em cursos nas áreas de cultura e bem-estar, oficinas de artesanato e modalidades esportivas gratuitas, cujas aulas ocorrem de segunda a sexta. Ao total, mais de mil pessoas passam todos os dias pelo local.

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Cerimônia de posse teve apresentação do balé do CEU das Artes Cidade Vera Cruz – Foto: Claudivino Antunes

A psicopedagoga Ivana Melo, da Vila Mariana, foi empossada como conselheira representante da comunidade. Ela disse que está motivada para esta nova experiência. “Desde quando começou a praça, eu estou sempre por perto, incentivando as pessoas. Espero que continue sendo um lugar acolhedor para as pessoas se divertirem”, resumiu ela.

O instrutor de capoeira José Carlos Pereira Morais, conhecido como Paraíba, também passou a compor o Conselho Gestor representando as entidades da sociedade civil. Ele já anunciou novidades para 2022. “No ano que vem, estaremos lançando aqui a primeira edição dos Jogos Abertos Internacionais, entre várias outras novidades”, adiantou José Carlos.

Confira a composição do novo Conselho Gestor da Praça CEU das Artes Cidade Vera Cruz.

Titulares da comunidade

Ivana Melo – Vila Mariana

Cristina Gomes Batista – Residencial Santa Fé

Sebastião Joaquim do Amaral – Conjunto Estrela do Sul

Silva Helena Martins – Bairro Hilda

Luizia da Silva Jaime – Residencial Vera Cruz II

Lidia Teixeira Barbosa – Cidade Satélite São Luiz

Titulares das entidades da sociedade civil

João Ivan Ferreira – Associação de Anemia Falciforme Karoliny Vitoria

Kemes José Ferreira – Associação Esportiva e Cultural Natsu Kaw

José Carlos Pereira Morais – Associação Desportiva Cultural Arte Pura Capoeira

Maria Lucia das Dores Ferreira – Associação Quilombola de Aparecida

Cintya Santos Conrado – Projeto Crescer

Eunides Santos Coelho – Comunidade Terapêutica Heroínas da Fé

Titulares do poder público

Tania Maria Cabral da Silva Clavery Leite – Secretaria de Cultura

Sirlene Damasceno do Couto – Secretaria de Cultura

Luciene Pereira da Silva – Secretaria de Assistência Social

Rogério Rodrigues da Silva – Secretaria de Desenvolvimento Urbano

Inimilton Miranda Sobral – Secretaria de Segurança Pública

Edição comemorativa dos 20 anos do festival acontece de 23 a 28 de novembro, totalmente online e gratuita

A poucos dias do início da 20ª Goiânia Mostra Curtas, o festival anuncia mais uma atividade da programação aberta ao público. No dia 24 de novembro, às 18h, acontecerá a palestra “Produção de longas no Brasil: passado, presente e futuro”, com a produtora Vania Catani e mediação da diretora de programas do Projeto Paradiso, Rachel do Valle. A edição que celebra os 20 anos da Goiânia Mostra Curtas acontece de 23 a 28 de novembro, totalmente online e gratuita.

Na palestra, que será transmitida pelo canal do Icumam no YouTube (youtube.com/icumam),  Vania Catani fará um balanço dos seus mais de 20 anos de carreira, compartilhando projetos realizados, detalhes de produções e coproduções, participação em festivais no exterior, o trabalho com jovens diretores e sua visão e perspectivas para o audiovisual brasileiro.

Premiada e influente, é fundadora da Bananeira Filmes e assina mais de 30 obras, entre elas “Narradores de Javé”, de Eliane Caffé; “A Festa da Menina Morta”, de Matheus Nachtergaele; “O Palhaço” e “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello; “Mate-me Por Favor” e “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira; “Todos os Paulos do Mundo”, de Rodrigo de Oliveira e Gustavo Ribeiro; e coproduções internacionais, como “La Playa”, de Juan Andrés Arango; “Jauja”, de Lisandro Alonso; “El Ardor”, de Pablo Fendrik; e “Zama”, de Lucrécia Martel.

Segundo a diretora-geral e produtora da 20ª Goiânia Mostra Curtas, Maria Abdalla, esta é uma forma de seguir com a missão de formação, além da exibição de filmes. “Buscamos a cada ano trazer profissionais com experiências diversas no mercado do audiovisual para promover essa troca de experiências e contribuir cada vez mais para o desenvolvimento da área no Centro-Oeste e no Brasil”, ressalta.

Formação

A programação do festival contará ainda com masterclass, oficina e aula, que seguem com inscrições abertas pelo site www.goianiamostracurtas.com.br. Todas essas atividades são gratuitas pela plataforma Zoom.

A masterclass no dia 26 de novembro, das 18h às 20h, terá como tema “Navegações Estéticas” e será conduzida pela cineasta documentarista Everlane Moraes, que abordará questões filosóficas no cinema, no documentário e suas variantes. A aula sobre “Distribuição cinematográfica e mercado audiovisual brasileiro” será ministrada pela fundadora da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, nos dias 25 e 26, das 10h às 12h. Já a oficina do diretor Cristiano Burlan sobre “Narrativas Documentais” será nos dias 25, 26 e 27 de novembro, das 14h às 17h, e abordará os meios e modos de produção e realização do documentário no Brasil.

Programação

Este ano a Goiânia Mostra Curtas é uma edição comemorativa. Por isso, a Curta Mostra Brasil e Curta Mostra Goiás levarão o público a uma imersão nos 20 anos do festival, com exibição dos filmes premiados nessa trajetória. O mesmo acontecerá com a 19ª Mostrinha que trará os filmes premiados pelo Júri Popular Infantil. Haverá ainda a edição especial da Curta Mostra Brasil – Os Caminhos do Brasil, com filmes contemporâneos que apresentam um período em que as produções se tornaram mais difíceis, mas também trouxeram curiosas descobertas.

Já a Curta Mostra Especial de 2021 terá como tema “Nós somos a guerra”. Formada por curtas-metragens brasileiros feitos entre 1968 e 2021, produzidos em diversas regiões e abordando realidades étnicas, sociais, e culturais de enfrentamento face às opressões, ela será dividida em dois programas: “Dissonâncias e Ecos Subterrâneos” e “Corpos em Transe e em Colisões”. A discussão será complementada com o debate “Coletivo, anarco, marginal: alianças e conspirações partilhadas nos cinemas em guerra”.

Acontecerá também, na abertura do festival, uma homenagem à atriz, diretora e dramaturga Grace Passô incluindo a exibição de três filmes da artista e um bate-papo. A programação segue também com pocket show.

Os filmes serão exibidos através da plataforma digital Innsaei.Tv. Todos os links e informações do festival podem ser acessados pelo site goianiamostracurtas.com.br.

20ª GMC

A Goiânia Mostra Curtas é um festival que acontece desde 2001, idealizado pelo Icumam Cultural e Instituto. De lá para cá, cerca de 290 mil pessoas participaram do evento e mais de 2 mil filmes foram exibidos nas mostras Curta Mostra Especial, Curta Mostra Brasil, Curta Mostra Animação, Curta Mostra Goiás, e Mostrinha. O festival também realizou 68 oficinas, 17 painéis, 48 debates, 58 encontros, e teve 105 homenageados. E nas últimas edições inovou com a Feira Audiovisual, contendo atividades de capacitação e formação no mercado audiovisual.

Em 2021, na 20ª edição, o festival tem apoio de Unimed Goiânia, InnSaei.Tv e Projeto Paradiso; promoção TV Anhanguera | Executiva FM | O Popular, Sesc TV SP e Canal Brasil; co-realização Sesc Goiás; e realização Icumam, Secretaria Especial da Cultura | Ministério do Turismo | Governo Federal.

Peças confeccionadas com pneus e outros materiais recicláveis ficarão expostas pelos próximos 30 dias no ‘Espaço Aparecida Cultural

A Secretaria de Cultura de Aparecida de Goiânia (Secult) lançou nesta terça-feira,11, no ‘Espaço Aparecida Cultural’, no primeiro piso do Aparecida Shopping, a exposição Reciclar é Preciso do artista plástico Cristiano Borges. As peças confeccionadas com pneus e outros materiais recicláveis ficarão expostas pelos próximos 30 dias das 10h às 22h.

A arte de Cristiano Borges, que mora no Bairro Independência, chama atenção pela riqueza de detalhes. O artista reaproveita pneus para criar animais, máquinas e até veículos. Quem visitar a exposição terá a oportunidade, por exemplo, de conhecer um jacaré de aproximadamente 2,5 metros, uma águia e a réplica de uma motocicleta.

A exposição está inserida dentro da programação cultural em comemoração ao centenário de Aparecida, que será celebrado em maio de 2022. Até lá, artistas aparecidenses de várias vertentes artísticas irão expor suas criações com apoio da prefeitura no centro de compras. “Esse espaço valoriza o trabalho cultural realizado em nossa cidade. Aqui, irão passar vários artistas que terão a oportunidade de ter contato direto com o público. Hoje, por exemplo, estreou a exposição de Cristiano Borges – especialista na confecção de esculturas feitas com pneus”, aponta o superintendente de Cultura, Weider Moreira.

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Jacaré é uma das peças mais apreciadas da exposição; público também se encanta com a motocicleta e outras (Foto: Claudivino Antunes)

Ainda de acordo com a Secult as exposições serão rotativas, permitindo que vários artistas utilizem o espaço para divulgar seu trabalho. “Vamos expor, por exemplo, arte em argila, pintura em quadros, esculturas em metal, em madeira, ou seja, todo tipo de material artístico produzido em Aparecida”, destaca o superintendente.

O professor Rodrigo Correia Lelis visitou a exposição nesta terça-feira e aprovou a iniciativa. “Uma exposição como essa é muito importante, pois fomenta a arte local. Acredito que é isso que os artistas precisam”, disse após contemplar as peças.

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Cristiano Borges ao lado de uma de suas peças expostas no Espaço Cultural Aparecida (Foto: Divulgação)

Professor da USP, Waldomiro Vergueiro analisa cenário de adaptação às demandas de diversidade nas Histórias em Quadrinhos como manobra estratégica e cautelosa das editoras

Por Walace de Jesus, do Jornal da USP

As adaptações de personagens à realidade plural da sociedade atual já é realidade na televisão, nos cinemas, nos videogames, entre outros. O recente anúncio da Dc Comics de que na nova edição de Superman: Son of Kal-El (Super-homem: Filho de Kal-el), o filho de Clark Kent, Jon Kent, será bissexual é um exemplo. Mas essa diversidade nas histórias em quadrinhos (HQs) é espontânea por parte das editoras ou estratégia para o consumo do gênero pelo público? 

Waldomiro Vergueiro, professor e coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos na Escola de Comunicações e Artes da USP, explica que ,apesar de acompanhar a realidade plural da sociedade, as grandes editoras responsáveis pelas HQs não modificam seus personagens tradicionais, como Clark Kent, mas sim personagens periféricos, como Jon. “A gente dizer que as editoras estão modificando os personagens tradicionais me parece generalização”, avalia Vergueiro, ao destacar a resistência das grandes editoras a mudanças em personagens tradicionais. “As empresas mostram que estão se adaptando aos novos tempos, modificando personagens próximos aos tradicionais”, destaca. 

Para Vergueiro, a estratégia adotada é louvável por atender às demandas de diversidade nos quadrinhos e que as HQs, enquanto produto de massa, devem remeter ao dia a dia do seu público, caso contrário serão hostilizadas e rejeitadas por ele. “Essas modificações devem ser vistas dentro de um esforço de adaptação e de marketing dessas empresas”, explica o professor.

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“Quem vai no cinema assistir ao Super-Homem é o leitor tradicional, que ainda pensa no herói como gavião da realidade norte-americana e defensor do American Way Of Life – Foto: Reprodução/Divulgação

Ele também comenta sobre a dependência das editoras dos seus leitores tradicionais. “Quem vai no cinema assistir ao Super-Homem é o leitor tradicional, que ainda pensa no herói como gavião da realidade norte-americana e defensor do American Way Of Life”, analisa Vergueiro, ao lembrar que boa parte da resistência da modificação de personagens está relacionada ao conservadorismo do público norte-americano, ao qual se destina primordialmente as histórias em quadrinhos de super-heróis. “Então, os leitores mais antigos têm um pouco de resistência a modificações porque se acostumam com um tipo de comportamento do herói”, complementa. 

“Afinal, uma história em quadrinho é feita para o seu tempo e momento histórico, refletindo a realidade, mas ela não fará uma mudança tão drástica a ponto de ser suicida”, comenta. 

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Filho de Clark Kent, Jon Kent, adota um comportamento bissexual, o que mostra que as HQs estão se adaptando aos novos tempos – Foto: Reprodução/Divulgação

É a partir das Histórias em Quadrinhos que outros espaços de mídia passam a se desenvolver, como a televisão, cinema e videogame, e que por isso precisam estar alinhadas à realidade plural na qual estamos inseridos atualmente. “Elas não podem simplesmente continuar publicando os mesmos personagens no mesmo formato, até porque as relações pessoais, políticas e ideológicas se modificam”, explica Vergueiro. 

O professor também lembra do novo filme da Marvel, Eternos, que em seu escopo busca representar um herói homoafetivo e um grupo de heróis plural e diverso, mas que ainda assim não compõem a linha de frente como os principais heróis do universo ocupam. “As empresas utilizam essas estratégias como elemento de vendas”, conclui Vergueiro.


Fonte: Jornal da USP no Ar 
Jornal da USP no Ar é uma parceria da Rádio USP com a Escola Politécnica, a Faculdade de Medicina e o Instituto de Estudos Avançados. 

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