Aparecida de Goiânia, quarta-feira, 22 de setembro de 2021
Eleições 2022

Ênio Salviano diz que Daniel tenta impor Caiado de forma ditatorial ao MDB

Marcus Vinicius
12 de setembro de 2021

Em entrevista ao jornalista Altair Tavares no site Diário de Goiás,  o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, do MDB, Ênio Salviano, argumenta que é nula a consulta que o presidente estadual da sigla, Daniel Vilela, tem feito, para diagnosticar o posicionamento sobre uma eventual aliança com o governador Ronaldo Caiado.

Salviano disse que não há procedimento formal instaurado e, portanto, os atos de Vilela nessa seara são inválidos, uma vez que o processo deve ser conduzido pelo secretário-geral do partido, deputado Paulo Cézar Martins. Enio Salviano declarou  apoio ao prefeito Gustavo Mendanha para ser  o candidato do MDB ao governo de Goiás. Segundo Salviano,  todos os filiados devem ter direito a manifestar antes que a legenda formalize posição sobre as eleições de 2022.


“No estatuto está escrito que compete ao secretário-geral do partido organizar as convenções, prévias e consultas. O partido deve oportunizar seus filiados. A garantia do direito à divergência também é uma norma estatutária do MDB. A única coisa que é obrigatória é que, depois que o partido se manifestar oficialmente em convenção, houver deliberação, aí os contrariados devem seguir a deliberação do partido. Por enquanto não há deliberação oficial se vamos seguir caminho A ou B”, argumentou.

Salviano também explicou os passos que devem ser tomados, de acordo com o estatuto emedebista, e reafirmou que Gustavo Mendanha deverá apresentar ainda este mês a pretensão oficial de ser o candidato da sigla ao Palácio das Esmeraldas.

Qual o tamanho da divisão no MDB?
Não está dividido. Só se há divisão quando se tem que fazer uma escolha que está clara. Não foi dada ao emedebista uma escolha. Daniel Vilela, quando vai a um prefeito do interior, não leva na mão as duas opções. Não está havendo um processo de escolha e consulta, mas de aliciamento. O Daniel chega com a mensagem que ele quer que a pessoa escute, e a pessoa é obrigada a manifestar sua concordância ou não. Isso não é escolha, é imposição. É uma espécie de ditadura no partido. E o MDB é o partido que combateu a ditadura.


CLIQUE AQUI PARA ler a entrevista na íntegra no Diário de Goiás

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