Aparecida de Goiânia, quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Chega aos cinemas e plataformas digitais nesta quinta-feira (2) o documentário Parque Oeste, sobre um dos despejos mais violentos do país. Dirigido pela cineasta goiana Fabiana de Assis, tem como pano de fundo uma desocupação ocorrida em fevereiro de 2005 em Goiânia (GO).

De grande interesse do mercado imobiliário, o terreno estava abandonado havia décadas e havia pelo menos 40 anos que não pagava impostos. “Ali servia para desova de cadáveres, de desmanche de carro. E se transformou em uma infinidade de barracos de plástico preto. Com as promessas do governo de que não seríamos removidos, fomos erguendo nossas casas de alvenaria. Fizemos empréstimos para comprar material de construção e fomos nos fortalecendo. Até que após um período eleitoral começaram a vir avisos de despejos e a ronda de policiais à noite. Cortavam a luz, jogavam gás lacrimogêneo. Ficamos nessa tortura por 14 dias, até que veio o despejo”, relatou à RBA a moradora Eronilde Nascimento.

Em menos de duas horas, cerca de 1.800 policiais militares sob comando do governador Marconi Perillo (PSDB) despejaram 14 mil pessoas de suas casas, jogadas na rua, inclusive crianças e idosos. Dois moradores foram assassinados pela polícia, entre eles Pedro do Nascimento Silva, marido de Eronilde. Outros 16 moradores tiveram ferimentos graves, tendo uma delas ficado paraplégica. Mais de 800 pessoas foram detidas.

Violações

Uma das maiores violações dos direitos humanos ocorrida na América Latina, a desocupação das famílias do Parque Oeste será lembrada também pelas crianças chorando, muitas sujas de sangue dos próprios pais, enquanto distribuíam bandeiras brancas feitas de papel.

Os mortos foram velados na Catedral de Goiânia, que chegou a abrigar parte das famílias por um período. Nos dias seguintes, as famílias foram sendo alojadas em ginásios de esportes e outros locais ao longo de três anos. Só em 2007 começou a mudança das cadastradas para o bairro Real Conquista na extrema periferia de Goiânia.

“Mandaram a gente para um lugar muito longe, quase na zona rural, que ainda não tinha luz, totalmente abandonado, nem ônibus subia. Tinha apenas droga para receber os jovens. Tem mãe que perdeu três filhos para a droga. Mas transformamos o Bairro Real Conquista nesses 16 anos. Hoje temos programa de saúde da família, creche, escola municipal, praças e corremos atrás de benefícios”, disse Eronilde.

Despejo violento

As imagens do dia do confronto, captadas pelo jornalista e ativista estadunidense Brad Will, morto dois anos depois no México, mostram cenas de verdadeira guerra – abafadas pela mídia e autoridades –, que vêm à tona com o documentário de Fabiana.

“Essa história é recontada em detalhes por vídeos, fotos e o testemunho de moradores, especialmente Eronilde Nascimento, que teve o marido assassinado na ação policial durante o despejo. Ela tornou sua perda em luta por justiça para aqueles que perderam suas casas e familiares durante o episódio”, disse à RBA a diretora Fabiana de Assis. “Esse encontro com Eronilde é fundador do filme Parque Oeste. Primeiro porque, ao conhecer Eronilde, sou impactada pela sua história e pelo fato de sermos duas mulheres que compartilham a mesma idade, mas vivências completamente distintas. Isso me levou ao exercício profundo de desconstrução das minhas próprias visões pré-concebidas sobre as pessoas que se dedicam à luta pela moradia”, disse Fabiana.

Reconhecimento

Segundo ela, a resistência de Eronilde junto às famílias que conseguiram forças para seguir adiante lutando, apesar de tudo, é um dos pontos mais marcantes da história narrada também pela protagonista.       

O documentário foi exibido no Festival Brésil en Mouvements, Paris, em 2019. No mesmo ano, recebeu a distinção de Melhor filme da Mostra Olhos Livres da 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes (MG), e o prêmio “Sequência” na terceira Mostra SESC de Cinema, Paraty. Foi Menção Honrosa na Oitava Mostra Ecofalante de Cinema, São Paulo, em 2019, e na Décima Semana de Cinema do Rio de Janeiro, em 2018.

Confira trailler

https://youtube.com/watch?v=g90qOKNE2yo%3Ffeature%3DoembedTAGS%3A

A Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás (OSJG) e o maestro convidado Cláudio Cruz, um dos principais nomes da música de concerto, sobem ao palco do Teatro SESI com plateia reduzida, nesta terça-feira (31/08). O espetáculo entra para as comemorações dos 250 anos de aniversário do Beethoven realizadas em 2021, devido à pandemia da Covid-19. A apresentação será híbrida, portanto o público poderá acompanhar presencialmente ou pelo YouTube ( www.youtube.com/teatrosesigo). O projeto é uma realização da Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale.

Beethoven e Mozart, ícones da música erudita, vão ter suas obras executadas pela OSJG no Terça no Teatro. O programa abre com o Concerto para Violino nº 3, do austríaco W. A. Mozart (1756-1791). Na segunda parte, será executada a Sinfonia nº 7 do compositor alemão Ludwig van Beethoven (1770-1827). A regência e o solo serão do violinista e maestro Cláudio Cruz, que é um dos principais nomes da música de concerto no Brasil e no mundo.

“A sétima sinfonia de Beethoven é uma das peças mais vibrantes do repertório sinfônico, de grande beleza também! Para a orquestra será um grande aprendizado. O concerto nº 3 de Mozart é utilizado como peça de confronto em muitos concursos e testes de orquestras no mundo inteiro. Será uma boa oportunidade para os jovens”, destaca Cláudio Cruz.

Segundo o solista, tem sido um privilégio interagir com jovens, na última década. “Adoro Goiânia, tenho grandes amigos aqui e gosto da atmosfera que esta cidade tem. Para mim será um momento mágico, me presentear com a orquestra jovem na terça. O público certamente sentirá este prazer”, finaliza.

SERVIÇO

Concerto: Beethoven e Mozart

Data: 31/08 (terça-feira);

Horário: 20h;

Classificação indicativa: livre;

Ingresso: 1kg de alimento não perecível;

Onde trocar? Bilheteria do Teatro SESI;

Endereço: Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva;

Online: www.youtube.com/teatrosesigo

Mais informações: @teatrosesigo

Tradução para Libras

Foto: Carine Tannus

A inscrição é gratuita e deve ser realizada até o dia 17 de setembro

Por Alana Gandra

As empresas do grupo Eletrobras (CGT Eletrosul, Chesf , holding Eletrobras, Eletronorte, Eletronuclear, Furnas e Itaipu Binacional) lançaram na quinta-feira (26) o edital do Programa Cultural 2021, que vai disponibilizar até R$ 9 milhões para projetos culturais de todo o país. A inscrição é gratuita e deve ser realizada de hoje até o dia 17 de setembro. A divulgação do resultado ocorrerá até 29 de outubro. As propostas vencedoras serão contratadas entre 4 de novembro deste ano e 31 de janeiro de 2022, prevendo-se a realização dos projetos no período de 1º de dezembro de 2021 a 31 de dezembro de 2022.ebcebc

Serão patrocinados projetos de quatro áreas da Lei Rouanet: artes cênicas (dança, teatro e teatro musical); patrimônio cultural material e imaterial (preservação, restauração, conservação, salvaguarda, identificação, registro, educação patrimonial e acervos do patrimônio cultural material e imaterial); música (erudita e instrumental); e museus e memória (planos anuais de atividades e elaboração de planos museológicos).

Podem concorrer projetos de pessoas jurídicas, inclusive microempreendedor individual (MEI), e pessoas físicas que sejam brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil.

Inovação

De acordo com o edital, serão valorizados projetos inovadores que envolvam propostas criativas que incentivem novos olhares sobre as diversas áreas artísticas e do conhecimento; alcance de público diverso e amplo, apoiando a diversidade cultural que compõe a sociedade brasileira; valorização da riqueza cultural nas mais diversas regiões do Brasil; formação de plateia, ao aproximar a atividade artística do processo educativo cultural; associação com atividades que promovam a cidadania e o desenvolvimento humano; e alinhamento com o propósito, a visão de futuro e os valores organizacionais das empresas Eletrobras.

Dúvidas sobre o o Programa Cultural das Empresas Eletrobras podem ser esclarecidas no e-mail [email protected].

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/

Crédito de imagem: http://Foto de Anderson Guerra no Pexels

O espetáculo da Pele Cia de Dança e Circo, do Distrito Federal, estreia nesta terça-feira (24/08), em Goiânia. A apresentação em formato híbrido ocorre a partir das 20h, pelo canal do Teatro SESI no YouTube ( www.youtube.com/teatrosesigo), com uma plateia reduzida e distanciada seguindo os protocolos de segurança contra o coronavírus. O projeto está sendo realizado via Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale.

“A Sós” é um espetáculo independente de dança com elementos circenses. Intimista e cheio de reflexões retrata uma parte de nós por diversas vezes evitada. Revelando o nosso lado mais íntimo. “Permita que eu fique em silêncio, preciso escutar o ruído que ecoa dentro de mim. Permita que eu fique a sós com minha solidão. Hoje ela é toda minha” enfatiza o bailarino, Carlos Guerreiro.

O público vai poder conferir a narrativa de um relacionamento, desde o ápice da paixão até o momento da separação. Vivências de casal, que de tão dependentes um do outro, o estar junto não é mais uma expressão de amor. O espetáculo tem interferências em vídeo e StopMotion (sequência de fotografias em alta velocidade) – que juntamente com a utilização de objetos de cena, fazem com que a história seja contada de forma clara e poética, pelos bailarinos e acrobatas.

“Assistir 'A Sós' é um convite para uma autorreflexão dos nossos medos e carências. Ficar sozinhe nunca é fácil, mas é uma das melhores maneiras de conhecermos quem realmente somos. Esperamos que as pessoas se identifiquem e sejam tocadas de alguma forma”, diz entusiasmada a artista Catherine Zilá.

Segundo a bailarina, a expectativa para a estreia do “A Sós” é grande. “Esperamos que o espetáculo chegue a um maior número de pessoas. Que possamos estreitar relações e trocas com os artistas de Goiânia e os espectadores de forma geral, visto que conhecíamos tão pouco do trabalho lindo que é desenvolvido na cidade”, afirma.

Histórico

A Pele Cia de Dança e Circo foi fundada em outubro de 2019. O trabalho é focado, principalmente, em dança contemporânea e acrobacias de solo e aéreas. A formação da Cia conta com Carlos Guerreiro, Catherine Zilá e Daniela Carauta. Todos atuam como bailarinos, coreógrafos e acróbatas. A união dos elementos de dança e circo surgiu desde o início, da junção de habilidades dos criadores da companhia. Na época, Daniela praticava e ensinava acrobacias aéreas, Carlos e Catherine eram bailarinos, coreógrafos e professores. Juntos, trabalham, exercitam, criam, aprendem e trocam conhecimentos desenvolvendo espetáculos híbridos das duas linguagens: dança e circo.

SERVIÇO

Dança: “A Sós”

Data: 24/08 (terça-feira);

Horário: 20h;

Classificação indicativa: 14 anos;

Ingresso: 1kg de alimento não perecível;

Onde trocar? Bilheteria do Teatro SESI;

Endereço: Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva;

Online: www.youtube.com/teatrosesigo

Mais informações: @teatrosesigo

Tradução para Libras

Horacio Salgán viveu cem anos. Um dos pioneiros do tango na Argentina, O músico era descendente de ex-escravizados, e remonta à origem do tango que, assim como o jazz, nasceu das mãos e mentes de negros e afrodescendentes. Uma versão da história ainda pouco conhecida já que os nomes de referência do gênero ficaram limitados aos artistas brancos, como Carlos Gardel e Astor Piazzola.

Nascido em 1906, Salgán foi considerado um menino prodígio quando aluno do Conservatório Nacional e, mais tarde, foi reconhecido mundialmente por seu estilo disruptivo no gênero do tango. Dedicou-se principalmente ao piano e seu estilo único foi fonte para músicos como Astor Piazzola, que costumava escapar nos intervalos de onde tocava com sua orquestra para ver Salgán no bar do outro lado da rua.

Pianista, compositor e diretor de orquestra, aos 20 anos integrava a orquestra de Roberto Firpo e fazia os arranjos da orquestra de Miguel Caló. Em 1944, fundou sua própria orquestra e lançou sua canção mais conhecida, “A fuego lento”, em 1955, um marco estilístico que abriu águas no gênero musical.

"O estilo de Horacio Salgán era único e um arranjo que passou pelas mãos dele se faz notar", pontua Edgardo Sarri, radialista especializado em tango, que conduz o programa "Todo Tango", na Rádio Melody. "Assim como ele, diversos outros músicos negros tiveram uma trajetória que deixou um legado fundamental para o tango, assim como muitas mulheres, que também não costumam ser mencionadas."

O tango é negro

Ao subir no palco, a cantora Shirlene Oliveira costuma ressaltar que canta tango porque faz sentido, pela raiz negra do gênero. Mulher negra e migrante do Brasil, decidiu viver na Argentina para dedicar-se ao tango, e é testemunha constante da ignorância social sobre suas origens.

"O desconhecimento e a negação sobre as origens negras do tango, no país de nascimento do estilo, é triste. Enquanto nega sua própria identidade, a cultura e toda população empobrece", afirma. "Minha experiência com o tango é de tenacidade, lido com comentários e situações que poderiam fazer qualquer artista desistir, porém, sigo determinada."

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"O tango é de origem preta e construído marginalmente, a partir da grande diversidade étnica e migratória", afirma a cantora Shirlene Oliveira. / Amanda Cotrim

Como uma espécie de sintoma cultural do país, na Argentina não é costume falar, estudar ou saber sobre os africanos escravizados, que chegaram a compor 46% da população em 1778.

"A história do tango tem raízes populares, como o jazz", afirma Edgardo Sarri, que destaca duas esferas fundamentais para entender o surgimento do gênero. "Está a esfera interna, que tem a confluência dos ritmos afrodescendentes, como o candombe – esse don don don que dá ritmo ao tango, que é lindo –; e está a externa, dos migrantes europeus que chegaram no século XIX e se instalaram nos cortiços, e trouxeram para o tango a ansiedade e a depressão, as histórias das pessoas perseguidas, fugidos de guerras."

:: Felipe Karam lança a música "Água de Santo" nesta quinta-feira nas plataformas digitais ::

Em uma pesquisa sobre as origens do tango, o antropólogo Pablo Cirio, do Instituto Nacional de Musicologia Carlos Vega, descobriu um documento que registra pela primeira vez a palavra "tango". Data de 11 de novembro de 1802, um boleto de compra de um "lugar de negros", no bairro hoje conhecido como Constitución.

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Salgán, no piano, completaria 105 anos e foi nome fundamental da música da Argentina - Creative Commonns

“A geração dos anos 80 construiu uma narrativa que deu os afroargentinos por desaparecidos da história", conta Pablo Cirio no portal de cultura do governo nacional. "Nesse mesmo momento, se formavam as disciplinas de sociologia, antropologia, musicologia, que obedeceram a essa narrativa dominante, não a questionaram."

Para o antropólogo, conhecer as raízes do tango é conhecer o gênero em si mesmo. "O tango tem origem negra e está vinculado à milonga urbana, e esta, com o candombe e outros gêneros afroportenhos menos conhecidos. E quando se escuta o candombe portenho, que sempre tem letra, dança, e se analisa a cadência da melodia, sua estrutura harmônica, você começa a escutar estruturas parecidas às de um tango antigo", comenta. 

"A escuta é cultural, e fomos educados para não ver nem escutar os negros. Quando você escuta um tango ou uma milonga com os ouvidos abertos à diversidade, começa a perceber sua origem negra", aponta Cirio.

Neste sentido, para Shirlene Oliveira, Horacio Salgán é uma das grandes referências que devem ser reconhecidas. "Salgán é uma referência das mais emblemáticas do tango, o menino afro do Abasto, que contribuiu às orquestras que dirigiu, e que sua musicalidade negra segue influindo até hoje", destaca.

"É relevante desvelar as origens africanas do gênero, importante reconhecimento que enriquece a história, faz jus a todos os aportes de pessoas que sofreram discriminação e escárnio, ao iniciarem o movimento cultural ao redor do tango, como os compadritos, as primeiras maestras de baile, compositores, músicos, que fizeram parte dos primeiros momentos desse enorme presente e legado, hoje patrimônio cultural imaterial da humanidade", completa a cantora.

Edição: Thales Schmidt - do BdF

Foto Carine Tannus Mercedez com Z101
Teatro SESI está com inscrições abertas para artistas 6

Até segunda-feira (16/08), artistas tanto de Goiás, quanto do Distrito Federal (circo, dança, música e teatro) podem enviar propostas culturais para compor o segundo quadrimestre do “Terça no Teatro”. Este projeto é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale. As inscrições devem ser realizadas, exclusivamente, por meio do site (www.teatrosesi.com.br). 

Serão selecionadas 10 propostas culturais nas áreas de circo, dança, música e teatro. As apresentações escolhidas, por meio do edital, começarão a partir do dia 14 de setembro. Os espetáculos vão acontecer de forma híbrida. Na plateia do Teatro SESI, será possível um público em quantidade reduzida para assistir de maneira distanciada e seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. Simultaneamente, vai acontecer a transmissão via canal do YouTube (www.youtube.com/teatrosesigo). A remuneração para cada apresentação será de R$ 4.000,00. 

A escolha das propostas será realizada por uma Comissão de Seleção composta pela equipe do Teatro SESI e curadores convidados, especialistas de cada área. A pontuação será feita em conformidade com os critérios estabelecidos no edital. Os atributos considerados serão: exequibilidade e coerência da proposta; diversidade; criatividade e singularidade; composição e os aspectos conceituais. Os contemplados do edital vão poder contar com uma equipe de produção de alta qualidade técnica em todas as áreas, desde o palco às câmeras para dar o suporte adequado aos artistas. 

Inscrições

As inscrições serão realizadas, exclusivamente, por meio eletrônico. Além do correto preenchimento da ficha de inscrição on-line, o proponente deverá enviar release, vídeos, materiais de divulgação, entre outros materiais que possam dar suporte para a análise da Comissão de Seleção. 

Podem se inscrever proponentes da área da Cultura acima de 18 anos (completos no ato da inscrição), residentes no estado de Goiás ou no Distrito Federal. Cada proponente poderá inscrever apenas uma proposta por modalidade (circo, dança, música e teatro). O resultado da seleção será divulgado no dia 23 de agosto no site (www.teatrosesi.com.br) e nas redes sociais oficiais do Teatro SESI Goiânia (@teatrosesigo).

SERVIÇO:

- Seleção de Artistas para o Terça no Teatro -

Quando: Até às 18h do dia 16/08;

Onde: www.teatrosesi.com.br.

Inscrição gratuita!

“Traz a pureza de um samba. Sentido, marcado de mágoas de amor. Um samba que mexe o corpo da gente. E o vento vadio embalando a flor. Sonho meu!” (Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara)

“Raízes do Samba” é o nome do show que será apresentado nesta terça-feira (27/07), pelo Terça no Teatro. Essa temporada do projeto é realizada, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale. A exibição ocorre pelo canal do Teatro SESI no YouTube (www.youtube.com/teatrosesigo) às 20h. Heróis de Botequim vai interpretar grandes nomes do samba como Noel Rosa, Bezerra da Silva, João Nogueira e Dona Ivone Lara. Além, claro, de apresentar o trabalho autoral do grupo.

É o samba seguindo o caminho da imortalidade, por meio deste grupo bastante respeitado no cenário nacional. Heróis de Botequim, formado por Alex Formiga, Gilberto Lima e Guilherme Noleto – nasceu sem pretensão alguma, mas hoje, o grupo se apresenta nas melhores casas de Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. No repertório, samba de raiz, samba de roda, samba enredo para animar o público, mesmo de forma remota.

O visual “malandro” simbolizado pelo chapéu Panamá virou moda e marca registrada do grupo. Os rapazes mostram ao público vocalizações formadas por um coro de três vozes masculinas, que lembram o famoso grupo Demônios da Garoa.

Histórico

Heróis de Botequim, já dividiu palco com grandes nomes da música, como Alcione, Monarco da Portela, Teresa Cristina, Diogo Nogueira, Nenhum de Nós, Demônios da Garoa, Serjão Loroza, Ivo Meireles e O Teatro Mágico.  Em 2012, os rapazes foram convidados para se apresentarem na Embaixada do Brasil em Londres, durante as Olimpíadas. Fizeram 17 apresentações na capital inglesa onde mostraram para os turistas um pouco da cultura brasileira.

No final de 2015, o grupo foi condecorado com um diploma de "Honra ao Mérito" pela Câmara dos Vereadores de Goiânia. Também em dezembro, o conjunto foi convidado pela Comissão de Cultura do Congresso Nacional para se apresentarem dentro da Câmara dos Deputados, em comemoração ao Dia Nacional do Samba.

Em 2016, os Heróis lançaram um videoclipe no estilo selfie. Surpresos, os rapazes relatam que fizeram o clipe sem grandes intenções. O trabalho já foi visto mais de 240 mil vezes no Facebook da banda. O que trouxe para o grupo muitos seguidores de todo o Brasil. Em 2017 o grupo fez sua primeira turnê saindo de Goiânia e passando por: Brasília, São Paulo e Belo Horizonte. Em São Paulo, dentre os vários shows, vale destacar a apresentação com casa cheia no lendário Bar Brahma, na famosa esquina da Ipiranga com a São João.

Serviço

Show: “Raízes do Samba” com Heróis de Botequim

Data: 27/07 (terça-feira);

Horário: 20h;

Endereço: www.youtube.com/teatrosesigo

Classificação indicativa: livre;

Tradução para Libras

Evento será transmitido, ao vivo, no canal da prefeitura no Youtube com apresentação de três bandas

A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, através da Secretaria Municipal de Cultura, realiza nesta quinta-feira,22, o ‘Aparecida Motorock’. O evento irá reunir três bandas de rock em um único show que, para evitar aglomerações e cumprir as medidas de prevenção contra Covid-19, será fechado ao público e transmitido ao vivo pelo youtube.com/prefeituradeaparecida.

As atrações da live, que começa às 19h, serão as bandas goianas Monday.Riders, Vulgo Cerrado e Projeto Supernova. Para evitar que fãs do estilo musical compareçam ao local do evento, a Secretaria de Cultura, não irá divulgar o local dos shows. As bandas irão apresentar repertório próprio e também covers clássicos do rock n roll.

O evento, que conta com apoio do Programa ‘Vaca Brava Rock’ da Rádio Vitória 87,9 FM e dos motoclubes Guardiões e Taquímetro, irá homenagear todos motoclubes da cidade em alusão as comemorações do Dia do Motociclista e Dia Mundial do Rock.

“Devido a pandemia ainda não podemos realizar eventos abertos ao púbico, mas a live foi pensada para que o internauta se sinta o mais próximo possível do show. Será, sem dúvida, uma noite de muita música para quem gosta do rock”, pontua o secretário municipal de Cultura, Avelino Marinho, sobre o ‘Aparecida Motorock’.

Isabela, de 23 anos, é aluna do Núcleo de Formação Ampliada para o Artista de Circo, projeto da Cia Catavento financiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, programa de fomento do governo de Goiás, gerenciado pela Secult Goiás. Isabela é uma das oito artistas selecionadas pelo NUFAAC para formação em 2021.

Os alunos recebem curso de formação e têm estágios com os professores Roman Fedin e Helder Vilela Publicado: 02 Julho 2021 Última Atualização: 02 Julho 2021Isabela Leles 1A

Isabela Leles Amaral, de 23 anos, está de malas prontas para Bélgica. Projeto da Cia Catavento é mais uma iniciativa contemplada pelo Fundo de Arte e Cultura (FAC) (Foto: Secult-GO)

Depois de três anos tentando processo seletivo, artista circense goiana alcança uma disputada vaga em uma das escolas de circo mais reconhecidas mundialmente. Isabela Leles Amaral será a primeira aluna goiana do curso superior de circo da École Supériéure des Arts du Cirque (ESAC), na Bélgica. Isabela, de 23 anos, é aluna do Núcleo de Formação Ampliada para o Artista de Circo, projeto da Cia Catavento financiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, programa de fomento do governo de Goiás, gerenciado pela Secretaria de Cultura (Secult Goiás).

Isabela é uma das oito artistas selecionadas pelo NUFAAC para formação em 2021. Os alunos recebem curso de formação e têm estágios com os professores Roman Fedin e Helder Vilela. Isabela destaca a importância dessa formação para a sua conquista. “Esta formação profissional foi muito importante, pois possui uma grade curricular diversa com professores de vários segmentos artísticos que puderam me ajudar, cada um da sua forma, na seleção deste ano”, comenta. Ela destaca a oportunidade de estudar com Helder Vilela, professor de parada de mãos do Núcleo. Esta será justamente sua especialidade na ESAC e, por isso, ela comemora que ele tenha a ajudado nessa conquista. “Agradeço demais pelo trabalho incrível e por todo aprendizado com Helder. Felizmente ele é professor do NUFAAC deste ano”.

Isabela também destaca a importância da Catavento nessa conquista. “A Catavento Cia Circense é uma instituição que me acolheu, me incentivou e deu suporte para fazer esse processo acontecer desde o início. Além do trabalho oferecido via NUFAAC, eles acreditaram que valeria à pena continuar tentando e cederam o espaço para gravações de vídeos”.

Felipe Nicknig, coordenador da Catavento, comemora a aprovação da Isabela e compartilha como, em nove anos de escola e três de NUFAAC, a Cia Catavento tem muito a comemorar. “Em pouco tempo tivemos alunos aprovados na Escola Nacional de Circo, em escolas preparatórias da Europa, e recentemente a Isabela que foi aprovada na ESAC (École supérieure des Arts du Cirque – Bélgica), que é uma das melhores escolas superiores de circo da Europa, o que torna essa conquista muito especial para nós. É isso que nos faz olhar para trás e seguir adiante, enfrentando os desafios e todas as dificuldades de se fazer arte e circo neste país, sobretudo de construir e lutar por espaços de formação circense”, celebra o artista..

O NUFAAC oferece formação profissional a artistas circenses em 2021, depois de exitosas experiências em 2017 e 2018. Mas não só estes artistas que são contemplados pelo projeto: o público geral ainda poderá participar da mostra “Fora do Eixo”, prevista para o segundo semestre deste ano e oferece gratuitamente cine-debates desde o mês de março. O último cine-debate oferecido exibiu “Noviembre”, do diretor Achero Mañas, no dia 5 de junho. O projeto também chega aos alunos de escolas públicas oferecendo oficinas de iniciação circense. Essas oficinas também serão oferecidas para crianças e adolescentes com deficiência visual e auditiva.

Fonte: Secretaria de Cultura de Goiás

Isabela, de 23 anos, é aluna do Núcleo de Formação Ampliada para o Artista de Circo, projeto da Cia Catavento financiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, programa de fomento do governo de Goiás, gerenciado pela Secult Goiás. Isabela é uma das oito artistas selecionadas pelo NUFAAC para formação em 2021.

Os alunos recebem curso de formação e têm estágios com os professores Roman Fedin e Helder Vilela Publicado: 02 Julho 2021 Última Atualização: 02 Julho 2021Isabela Leles 1A

Isabela Leles Amaral, de 23 anos, está de malas prontas para Bélgica. Projeto da Cia Catavento é mais uma iniciativa contemplada pelo Fundo de Arte e Cultura (FAC) (Foto: Secult-GO)

Depois de três anos tentando processo seletivo, artista circense goiana alcança uma disputada vaga em uma das escolas de circo mais reconhecidas mundialmente. Isabela Leles Amaral será a primeira aluna goiana do curso superior de circo da École Supériéure des Arts du Cirque (ESAC), na Bélgica. Isabela, de 23 anos, é aluna do Núcleo de Formação Ampliada para o Artista de Circo, projeto da Cia Catavento financiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, programa de fomento do governo de Goiás, gerenciado pela Secretaria de Cultura (Secult Goiás).

Isabela é uma das oito artistas selecionadas pelo NUFAAC para formação em 2021. Os alunos recebem curso de formação e têm estágios com os professores Roman Fedin e Helder Vilela. Isabela destaca a importância dessa formação para a sua conquista. “Esta formação profissional foi muito importante, pois possui uma grade curricular diversa com professores de vários segmentos artísticos que puderam me ajudar, cada um da sua forma, na seleção deste ano”, comenta. Ela destaca a oportunidade de estudar com Helder Vilela, professor de parada de mãos do Núcleo. Esta será justamente sua especialidade na ESAC e, por isso, ela comemora que ele tenha a ajudado nessa conquista. “Agradeço demais pelo trabalho incrível e por todo aprendizado com Helder. Felizmente ele é professor do NUFAAC deste ano”.

Isabela também destaca a importância da Catavento nessa conquista. “A Catavento Cia Circense é uma instituição que me acolheu, me incentivou e deu suporte para fazer esse processo acontecer desde o início. Além do trabalho oferecido via NUFAAC, eles acreditaram que valeria à pena continuar tentando e cederam o espaço para gravações de vídeos”.

Felipe Nicknig, coordenador da Catavento, comemora a aprovação da Isabela e compartilha como, em nove anos de escola e três de NUFAAC, a Cia Catavento tem muito a comemorar. “Em pouco tempo tivemos alunos aprovados na Escola Nacional de Circo, em escolas preparatórias da Europa, e recentemente a Isabela que foi aprovada na ESAC (École supérieure des Arts du Cirque – Bélgica), que é uma das melhores escolas superiores de circo da Europa, o que torna essa conquista muito especial para nós. É isso que nos faz olhar para trás e seguir adiante, enfrentando os desafios e todas as dificuldades de se fazer arte e circo neste país, sobretudo de construir e lutar por espaços de formação circense”, celebra o artista..

O NUFAAC oferece formação profissional a artistas circenses em 2021, depois de exitosas experiências em 2017 e 2018. Mas não só estes artistas que são contemplados pelo projeto: o público geral ainda poderá participar da mostra “Fora do Eixo”, prevista para o segundo semestre deste ano e oferece gratuitamente cine-debates desde o mês de março. O último cine-debate oferecido exibiu “Noviembre”, do diretor Achero Mañas, no dia 5 de junho. O projeto também chega aos alunos de escolas públicas oferecendo oficinas de iniciação circense. Essas oficinas também serão oferecidas para crianças e adolescentes com deficiência visual e auditiva.

Fonte: Secretaria de Cultura de Goiás

Prefeitura premia crianças vencedoras do 1º Festival de Teatro de Fantoche de Aparecida 7

Com objetivo de estimular o trabalho artístico dos alunos das Escolas Municipais de Tempo Integral (EMEIs), a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio das secretarias de Cultura e de Educação, promoveu em abril deste ano, o 1º Festival de Fantoches. Um juri técnico avaliou as apresentações escolhidas pelo voto popular, e escolheu os três primeiros lugares que receberam a premiação na manhã desta quinta-feira, 24, na sala Multiuso da Cidade Administrativa Maguito Vilela.

Os três melhores avaliados pelo júri técnico foram Henrique Gabriel, com espetáculo “A Lebre e a Tartaruga” que ficou em 1º lugar; Ana Clara Lemos Martins com o espetáculo “Aparecida faz 100 anos” ficou em 2º lugar e em 3º foi escolhido o espetáculo “Reciclagem”, da aluna Ana Clara Conceição. Entre os prêmios estão duas bicicletas para os primeiros lugares das duas categorias e dois tablets para a 2ª e 3ª posição da categoria júri técnico. Já na votação popular, que contou com 162 mil votos virtuais, a vencedora foi a aluna Taila Cristina. Ela conquistou o público com o espetáculo “Pesadelo com o Coronavírus”, com 31.324 votos.

“A minha professora de artes me deu a ideia de fazer a minha apresentação com o tema da pandemia e eu gostei da ideia e criei O Pesadelo do Coronavírus. Estou muito feliz por ter vencido e ganhado uma bicicleta”, comemorou a Taila Cristina, que refez a apresentação do seu espetáculo durante o evento de premiação.

Por Rackel Vieira

Fonte: Secretaria de Comunicação de Aparecida

Imagem: Enio Medeiros

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