Com vendas milionárias, diretoria do Goiás quer time forte e ampliação da Serrinha

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A venda de dois jovens do Goiás poderão mudar os rumos do clube a curto e longo prazo. No início dessa temporada os atacantes Érik e Bruno Henrique foram negociados por valores milionários. O primeiro, vendido ao Palmeiras, rendeu aos cofres do Verdão 3 milhões de euros (cerca de 13 milhões de reais) e o segundo, repassado ao Wolfsburg-ALE, 4,5 milhões de euros (cerca de 20,20 milhões de reais), valores que o Goiás já sabe como investir.

De acordo com o presidente do clube, dr. Sérgio Rassi, o dinheiro de Érik será totalmente repassado para o futebol, servindo para contratar jogadores e arcar com salários do elenco. Até o final do ano o Goiás receberá parcelas mensais de 250 mil euros em relação à essa venda e o valor fará parte do orçamento do mês para o uso do departamento de futebol.

Já a renda proveniente de Bruno Henrique servirá para financiar o projeto de ampliação e modernização do estádio Hailé Pinheiro, a Serrinha. A diretoria do Goiás tem a intenção de levar à diante um projeto de transformar a Serrinha em uma mini-arena, com capacidade de 15 mil pessoas e com todos os requisitos para receber jogos da Série A.

Assim, o Verdão deixaria de utilizar o estádio Serra Dourada, que ficará disponível para ocasiões em que o Goiás optar por jogar em uma estrutura maior. A diretoria do Goiás pretende viabilizar um projeto e solidificar a ideia da mini-arena já nos próximos meses.

As informações são do repórter André Rodrigues.

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