Centro de Especialidades está com mais da metade das obras concluídas

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Centro de especialidades terá 45 consultórios de diversas especialidades para atendimento da população

O prefeito Gustavo Mendanha, o vice-prefeito Veter Martins e o secretário de Saúde Edgar Tolini vistoriaram no início da noite de ontem (29), as obras do Centro de Especialidades e Diagnósticos. Segundo o Departamento de Engenharia e Arquitetura da Secretaria de Saúde, a unidade está com 55% das obras concluídas e a previsão de entrega é de seis meses. O Centro de Especialidades fica no setor no Jardim Boa Esperança, próximo ao Fórum do Garavelo.

Segundo o secretário, 45 consultórios oferecerão atendimento em diversas especialidades médicas. O investimento é de aproximadamente R$ 7 milhões. “A previsão é de realizar mais de 400 consultas por dia. É aqui que serão reguladas as cirurgias para o Hospital Municipal. Com o Centro de Especialidades e o Hospital em funcionamento, nossa expectativa é atender a demanda reprimida do município de cirurgias e atendimento especializado”, ressaltou o secretário Edgar Tolini.

Além de consultas, a unidade oferecerá também toda parte de diagnósticos, ou seja, exames em geral. O centro de Especialidades terá ainda um serviço inovador em Aparecida, que é o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), para diagnóstico e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis como HIV/Aids e Sífilis.

O Centro é composto por oito setores: o Centro de Especialidades Municipal, Centro de Testagem e Aconselhamento, Serviços de Assistência Especializada (SAE), Centro Especializado em Odontologia, Ambulatório de Atendimento Especializado às Vítimas de Violência, Laboratório Municipal, Centro de Diagnóstico e Ambiente de Apoio Geral.

Entenda

As obras do que seria a Maternidade Municipal foram iniciadas, em 2007, último ano da administração anterior ao do ex-prefeito Maguito Vilela e foi paralisada em 2009, no início do mandato do prefeito Maguito por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O órgão encontrou erros graves no projeto da obra como a falta de projeto elétrico e a construção do necrotério próximo a Unidade de Tratamento de Intensivo (UTI) Neonatal.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) elaborou novos projetos adequados para retomar as obras da Maternidade, porém o aumento no valor da obra inviabilizou a construção. O valor original baseado em projetos com falhas estava estimado em R$ 7 milhões, com as adequações seriam necessários R$ 35 milhões. Por isso, a Prefeitura optou em transformar o local em um Centro de Diagnósticos e Especialidades, que também é uma demanda da cidade. O Ministério da Saúde autorizou a construção do Centro no local onde seria a maternidade.

 

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