Aparecida de Goiânia, quarta-feira, 22 de setembro de 2021
Paralimpíada

Carol Santiago é ouro e Cecília Araújo prata na natação paralímpica

Redação
1 de setembro de 2021

Medalha dourada veio com recorde nos 100 metros peito classe SB12

A pernambucana Maria Carolina Santiago bateu, nesta quarta-feira (1), o recorde paralímpico na prova de 100 metros peito da classe SB12 (deficiência visual) e conquistou a medalha de ouro, a terceira dela na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Carol completou o percurso em 1min14s89 no Centro Aquático de Tóquio, e se tornou a brasileira que mais colocou medalhas no peito em uma só edição dos Jogos. ebcebc

Também do Nordeste, a potiguar Cecília Araújo, de 22 anos, garantiu a prata, sua primeira medalha paralímpica, nos 50 m livre S8 (deficiência físico-motora), com o tempo de 30s83.

Com a medalha dourada de Carol Santiago, o Brasil soma agora 15 ouros, superando a performance na Rio 2016, quando conquistou 14. Em seis provas disputadas em Tóquio, a pernamucana faturou cinco medalhas. Além da vitória nos 100 m peito (SB12), Carol garantiu duas medalhas de ouro na disputa dos 50 m livre da classe S13 (deficiência visual) e nos 100 m livre da classe S12 (deficiência visual). A brasileira, de 36 anos, também assegurou uma prata no revezamento misto 4x50 m 49 pontos (deficiência visual) e um bronze nos 100 m costas (S12).

A paraense Lucilene da Silva Sousa também competiu nos 100 m peito, concluindo a prova em quinto lugar (1min30s25).

Pódios

Abaixo de Carol Santiago no pódio da prova de 100 m peito da classe SB12, ficaram Daria Lukianenko, do Comitê Paralímpico Russo (RPC, sigla em inglês) que levou a prata como tempo de 1min17s55, e a ucraniana Yaryna Matlo, medalha de bronze, com 1min20s31.

Nos 50 metros livre S8,  Viktoriia Ishchiulova, do RPC, ficou à frente de Cecília Araújo com o ouro, ao completar a prova em 29s91. O bronze ficou com a italiana Xenia Francesca Palazzo (31s17).

Tênis de mesa

As brasileiras Daniele Rauen, Bruna Alexandre e Jennyfer Parinos asseguraram o bronze para o país na disputa feminina por equipes no tênis de mesa, classe 9-10 (deficiência física, com menor comprometimento físico-motor) na Paralimpíada e Tóquio (Japão). A terceira medalha do Brasil na modalidade nesta edição - Bruna faturou prata Cátia Oliveira bronze - veio após a semifinal contra a Polônia na manhã de hoje (1). O trio foi superado pelas polonesas, por 2 a 0, e ficou com o bronze, pois não há disputa de terceiro lugar no tênis de mesa na Paralimpíada.  

Com informações do CPB e Agência Brasil

ebc
ebc

DENÚNCIA DE IRREGULARIDADES?

envie um email para

[email protected]

2005 - 2021
magnifiercross linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram