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Greve

Caminhoneiros iniciam greve contra aumento do diesel

Redação
2 de novembro de 2021

Em greve, caminhoneiros pararam na segunda-feira, 1º, em todas as regiões do país. A principal queixa dos protestos é a alta dos preços dos combustíveis. Eles também pedem um piso mínimo do frete, pelo retorno da aposentadoria especial, pelo fim da política de preços da Petrobras e a aprovação de um novo Marco Regulatório de Transporte Rodoviário de Carga.

As centrais sindicais, em apoio à paralisação, assinaram um manifesto contra a inflação e os impactos da alta dos preços que promove a “carestia”. Só o diesel subiu mais de 34% nos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços no Consumidor Amplo (IPCA-15).

No governo de Jair Bolsonaro, a Petrobras reajusta o valor dos combustíveis de acordo com o custo do petróleo no mercado internacional e com o dólar, e Bolsonaro já avisou que em 20 dias haverá novo aumento.

“A inflação se expressa na alta dos preços da energia elétrica e dos combustíveis que são de responsabilidade do governo federal que, mais uma vez, nada faz. Neste ano a gasolina já acumula um aumento de 74% e o diesel 65%. O impacto sobre os preços promove a carestia, como no caso do botijão de gás que custa em torno de R$ 100,00. A inflação anual já beira os 10%”, diz o manifesto.

Segundo as centrais sindicais, os caminhoneiros têm atuado para viabilizar as demandas e propostas apresentadas, mas sem retorno do governo de Bolsonaro.

“Não só não há retorno como os problemas têm se agravado.”

O manifesto foi assinado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB e CSP-Conlutas. Leia o documento, na íntegra, aqui.

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