Caiado e Cunha: Grupo Rialma recebeu R$ 600 milhões do FI-FGTS

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Uma usina eólica do grupo Rialma do empresário Emival Caiado primo do Senador Ronaldo Caiado (DEM), recebeu da Caixa Econômica Federal um aporte no valor de R$ 600 milhões de reais, as informações são da força tarefa da Lava jato.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a Lava Jato apreendeu documentos indicando o pagamento de propina para Cunha e Fabio Cleto por Emival Caiado.

O caso é suspeito já que dois delatores confessaram à Procuradoria-Geral da República que Cunha cobrava propina para liberar dinheiro do FI-FGTS para empresas e recebia os valores em contas até agora desconhecidas, na Suíça e em Israel. A revelação foi feita na delação premiada de Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, da empreiteira Carioca Engenharia.

O caso é suspeito já que dois delatores confessaram à Procuradoria-Geral da República que Cunha cobrava propina para liberar dinheiro do FI-FGTS para empresas e recebia os valores em contas até agora desconhecidas, na Suíça e em Israel. A revelação foi feita na delação premiada de Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, da empreiteira Carioca Engenharia.

Cleto em depoimento afirmou não saber se havia ou não proximidade entre o Cunha e o Caiado, mas disse que Cunha tinha conhecimento, na época em que o grupo Rialma pedia R$ 600 milhões, sobre o caso e os nomes dos sócios. Mas disse que não lembra se Cunha conhecia ou não Emival nem se sabia que ele era primo de Ronaldo Caiado.

Os procuradores perguntaram, em seguida, como o lobista José Carlos Cordeiro da Rocha poderia saber o valor de um pedido de aporte, que é sigiloso, antes da reunião do FI-FGTS.

Cleto não soube explicar e elucubrou: Cunha pode ter pedido propina aos sócios sem falar com ele.

 

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