Bem-vindo(a) à Aparecida de Goiânia

Análise do desenvolvimento das 411 cidades brasileiras de mais de 80 mil habitantes mostra, em relação a 2020, Aparecida permanece estável, entre os municípios mais atrativos do país

Aparecida de Goiânia segue avaliada no Ranking de Competitividade dos Municípios como uma das cidades mais eficientes do Brasil em planejamento da administração pública, promoção do bem-estar social, execução de serviços públicos, atendimento às necessidades da população e geração de um ambiente de negócios saudável. Publicada nesta semana, a segunda edição desta pesquisa realizada pelo Centro de Liderança Pública (CLP) mostra que Aparecida se mantém estável no ranking geral, posicionada na 209ª colocação, na frente de outros 202 municípios, em comparação com as 411 cidades de mais de 80 mil habitantes avaliadas no ranking.

Segundo os organizadores do levantamento, o Ranking de Competitividade dos Municípios propõe, com a divulgação dos dados, uma "competição saudável no setor público". A intenção é de levar os municípios a melhorarem os serviços prestados ao cidadão, "atraindo empresas, trabalhadores e estudantes para ali viverem e se desenvolverem". Somando as 411 cidades pesquisadas nesta edição, o ranking retrata a realidade dos municípios onde vivem 59,75% da população brasileira, ou seja, 126,52 milhões de pessoas.

A pesquisa feita pelo CLP atribui notas aos municípios segundo seus resultados obtidos nas dimensões instituições, sociedade e economia. Dentro dessas três esferas, o ranking avalia o desenvolvimento dos municípios nos pilares inovação e dinamismo econômico, educação, saúde, sustentabilidade fiscal,
funcionamento da máquina pública, telecomunicações, saneamento, capital humano, segurança, inserção econômica e meio ambiente. A partir de então, as cidades são pontuadas em 65 indicadores, como taxa de investimento, cobertura vacinal, qualidade de ensino e crescimento dos empregos formais, por exemplo.

Em 2020, quando o Centro de Liderança Pública divulgou a primeira edição do ranking - na época, com 405 municípios avaliados -, Aparecida estreou na pesquisa figurando entre as três cidades brasileiras que mais criam condições para impulsionar o desenvolvimento do município. Ao lado de Balneário Camboriú (SC) e Curitiba (PR), Aparecida foi top 3 no grupo das cidades com o poder público mais fortalecido. Ficou em 202º no ranking geral.

Neste ano, um dos destaques nos resultados de Aparecida foi o indicador telecomunicações, que pontua as condições criadas nos municípios para melhorar a conectividade e o acesso do cidadão a meios de comunicação. Neste critério, Aparecida subiu 123 posições em relação a 2020 e, no âmbito nacional, ficou agora na 68ª colocação. No quesito segurança, Aparecida também avançou para a parte de cima do ranking. Saltou sete posições na comparação com 2020, e hoje aparece nacionalmente no 208º lugar.

"Esses avanços tanto em telecomunicações como em segurança são reflexos diretos da implementação do programa Cidade Inteligente, que tem quase 30 projetos em andamento. Da internet gratuita nos 200 pontos de wifi que estamos instalando na cidade ao videomonitoramento com mais de 3 mil câmeras, inclusive com inteligência artificial, o investimento de R$ 57 milhões que fizemos no programa Cidade Inteligente mostra que, além de todos os benefícios gerados por essa iniciativa, Aparecida vai tornando também um município cada mais vez mais competitivo e atrativo para investimentos", comenta o prefeito Gustavo Mendanha.

O estado de Goiás teve 16 municípios analisados no ranking do CLP. Aparecida ficou entre os cinco mais bem avaliados regionalmente, na frente, por exemplo, de Itumbiara (6º), Anápolis (7º) e Trindade (8º). Com uma população estimada pelo IBGE em 601 mil habitantes, Aparecida se destacou também no Centro-Oeste. Segundo o Ranking de Competitividade dos Municípios, a cidade é uma das 15 mais competitivas na Região Central do Brasil, considerando 28 municípios dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso Sul avaliados no levantamento.

Secretário do Trabalho de Aparecida, Jeferson Ferreira destaca que, no ranking dos municípios, a cidade evoluiu também no indicador de capital humano. Neste critério, Aparecida subiu seis posições, para 368º lugar, colocada à frente, por exemplo, de Senador Canedo (369º) e Águas Lindas de Goiás (376º). "O capital humano está ligado diretamente à qualificação de mão de obra, o que, para a gestão do prefeito Gustavo Mendanha, é uma das prioridades, ajudando o cidadão a se colocar no mercado de trabalho. Nesse sentido, nosso Sistema Municipal de Empregos e a plataforma Espaço de Trabalhador, que oferece centenas de cursos profissionalizantes gratuitos, têm feito a diferença em empregabilidade em todo o estado de Goiás", conclui o gestor.

O marketing existe desde os primórdios e nunca parou de evoluir. Cada vez avança para o próximo nível de sofisticação, principalmente, liderado pela tecnologia e, claro a internet, as redes sociais, a pandemia fez com que o próximo nível do marketing avançasse 100 casas.

O marketing sempre teve como premissa 4 pontos que são eles:

1- Preço

2- Produto

3- Praça

4- Promoção

Em 2019/2020 uma série de novas tecnologias entram no universo do mundo do marketing  como a Inteligência Artificial (AI), realidade virtual e aumentada, a internet das coisas, veículos autônomos, blockchain (criptomoedas), alto falantes inteligentes (Alexia), drones, projeção holográfica.

Isto mostra que cada vez mais será necessário fazer um bom marketing, ter um branding bem construído e saber utilizar ao nosso favor as tecnologias, a internet e redes sociais. Veja o próprio Facebook com o lançamento e a mudança (META), já revelou que daqui pra frente (lê-se hoje) as pessoas serão o próprio conteúdo.

Este novo marketing mostra uma explosão multissensorial. Tudo será feito para despertar as emoções. Nós seremos inseridos na marca e cada pessoa é sua marca.

Os 5 sentidos precisarão ser ativados todo o tempo enquanto as pessoas entram em contato com seu produto/serviço.

Neste novo contexto o marketing entrará um novo elemento, o 5o. Elemento muito forte, o Sensorial.

Teremos então no marketing os 5 principais pontos:

1- Preço

2- Produto

3- Praça

4- Promoção

5- Sensorial (Profundidade)

Entendendo melhor este quinto elemento do marketing

Gerar Experiência

Esta é a nova comunicação do marketing, gerar experiência.

Gerar experiência precisa seja:

O 5o. Elemento do Marketing

O 5o. Elemento do Marketing é formado por 5 partes:

1- A Experiência - que não estará mais ligada ao luxo, riquezas visuais e valores, mas sim em conectar as memórias emocionais extraordinárias. Sempre pensar em experiências escaláveis. Traga memórias online e offline.

2- A Comunidade - A influência da sua tribo será fundamental no seu marketing. Nela o código da marca, os valores inegociáveis, ter uma conexão real com seu líder influente.

A Comunidade terá o papel de apoiar, trocar e vender o líder influente. O líder deverá comandar esta Comunidade e, quem participar dela se reconhecerá entre si.

Exemplo: Marca Melissa tem As Melisseiras.

3- Amplificar - Contar sua história, reforçar sua origem, reforçar seus valores. É importante amplificar sua história para todos os canais da sua marca, pois isto gera uma conexão profunda da sua essência com a essência do outro.

4- O Karma da Marca - este será um ponto muito sensível a ser observado.

Não somos apenas consumidores, somos pessoas reais. As marcas devem ser responsáveis pelo que prometem e entregam. Transparência e responsabilidade.

A máxima “você é responsável pelo que você cativa…” -- como você vem tratando as pessoas e você mesmo?

Se a marca ferir algo das pessoas, se a marca não cuidar bem do seu cliente, ela vai quebrar.

5- Olhar 360o. - Cada vez mais você deve pensar na vida do seu público de forma holística, captando todos os desejos do seu cliente.

Sua marca já tem sentido estas mudanças?

Quando você vai começar a preparar sua marca para este novo olhar?

Até a próxima semana!

Leiam mais artigos https://aparecidanet.com.br/o-que-e-growth-hacking-por-vivian-perpetuo/

Sobre Neurociência Digital https://aparecidanet.com.br/neurociencia-digital-por-vivian-perpetuo/

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A Nova Comunicação do Novo Marketing 2

Como acontece a venda?

A venda acontece 100% dentro da mente e 85% é um processo puramente emocional, ou seja, venda é um estado emocional e uma conclusão inevitável.

O fato é que praticamente ninguém precisa comprar nada a não ser em momentos de sobrevivência. Simplesmente, você se convence de que precisa comprar algo no momento exato que você coloca aquilo como uma prioridade na sua vida.

Como fazer a pessoa colocar seu produto como prioridade na vida dela?

Basta você instalar uma forte emoção dentro da pessoa através de estímulos externos e internos. E como? Basta você ter um pouco de atenção nos comerciais, pois eles não mostram um produto e sim mostram um estilo de vida.

Quando você vai ao shopping, mesmo que não vá para comprar nada e passa em frente uma loja e vê uma roupa incrível na vitrine ou você está na rede social só passando feed e a pessoa apresenta, num vídeo de 15 segundos aquele look incrível numa paisagem paradisíaca. Você se vê dentro daquele look, naquele lugar… e aí acontece a mágica. E que mágica é esta?

Acontecem estímulo externo que é o que você vê e quando, você vê e se imagina naquela roupa, naquele lugar provoca o seu estímulo interno.

Quando os dois estímulos se encontram: deu match! Acontece algo em segundos dentro do seu cérebro. Vem um resgate do seu passado e qual o resultado que você terá quando estiver de posse que o produto te dará.

Perceba que ninguém compra uma furadeira ou um furo na parede e sim, o quadro pendurado na parede, ou seja, as pessoas compram a sensação que aquilo vai dar para ela.

Quando acontece a união destes dois estímulos, externo e interno, eles te convence que você precisa adquirir o produto. E, depois que você tomou a decisão dentro de você, só faltará a ação de fato para comprar.

Para tomar esta ação seu cérebro vai buscar uma justificativa racional, e ele irá encontrar, para fazer a compra.

Você sabia que existem pessoas que podem tornar este processo ainda mais rápido? Sim, o vendedor.

Atenção nesta afirmação: “As pessoas não compram porque elas não sabem que elas precisam comprar. Elas simplesmente não têm consciência que precisam comprar.”

E o bom vendedor precisa mostrar para a pessoa que ela precisa do seu produto/serviço.

Em 1966, em seu livro "Breakthrough Advertising” o autor Eugene Schwartz mapeou que existem 5 níveis de consciência.

Quais são os 5 níveis de consciência?

Nível 1 - Totalmente inconsciente ou alheio ao problema

Nível 2 - Consciente do problema

Nível 3 - Consciente da solução

Nível 4 - Consciente de você

Nível 5 - Consciente do seu produto e serviço

Atenção: saiba que existem muito mais pessoas inconscientes do que consciente do seu mercado/nicho, do seu produto e, através do entendimento você conseguirá falar com os consumidores de todas as bases para a ponta. Ou seja, você entendendo isto conseguirá guiar as pessoas que entrarem em contato com a solução para o nível 5.

Nível 1 - Totalmente Inconsciente

São as pessoas que não sabem que tem problema ou mesmo que existe solução para o problema que ela tem.

É preciso que você desperte a atenção desta pessoa através de uma quebra de padrão. Você, resumidamente, terá que fazer isto mostrando uma novidade que ele não sabe, mas deveria saber, através de uma história, uma chamada contraintuitiva.

Depois que captar a atenção dela, você precisará provar que esta pessoa tem um problema que nem mesmo ela sabia.

Nível 2 - Consciente do Problema

Depois que entender que tem o problema, a pessoa irá começar ter um incômodo impossível de ignorar. Um desejo pela solução do problema, mas ele não sabe a solução. Neste nível você não pode falhar em guiá-lo para uma possível solução deste problema. É preciso você mostrar para ele que ele tem esse problema, caso você não o faça rápido ele irá voltar para o Nível 1 e continuará sem saber ou mesmo vai esquecer que possui o problema.

Para você não perder essa pessoa será necessário usar a máxima do marketing que diz: “Descreva o meu problema melhor que eu mesmo e eu saberei que você tem a solução!”

Portanto, aponte todos os problemas que a pessoa está passando através de uma história (storytelling) no marketing de conteúdo é possível fazer mostrando todas as complicações que a pessoa pode ter quando tem este problema. Nesta fase a solução não é o seu produto, ainda! Ou seja, você não venderá nada. A pessoa ainda terá que fazer um processo antes. Lembre-se: a compra é uma jornada.

Nível 3 - Consciente da Solução

Já sabe que tem um problema, já está profundamente incomodado com o problema e já sabe que existe uma solução.

Esta é a hora que é preciso que você seja mais que um guia, um mentor certo para levá-lo para uma vida diferente. Agregando valor com seu conteúdo através dos seus resultados e do resultado das pessoas que você já ajudou. A pessoa irá começar a fazer aquilo que você está dizendo para experimentar.

Nível 4 - Consciente de Você

Aqui a pessoa já te segue, consome seu conteúdo, já tem micro resultados.

Você gera cada vez mais valor para a vida desta pessoa e, gerando mais valor na vida dela você irá instalar o gatilho da reciprocidade, que é um gatilho muito forte onde a pessoa além de consumir seu conteúdo gratuito ela deseja retribuir de alguma forma e começa a compartilhar seu conteúdo com outras pessoas.

Ela já criou afinidade com você, já está se tornando mais familiar e próxima. As pessoas tendem a comprar de quem elas gostam e tem afinidade.

Neste momento já existe também, troca de experiências com as pessoas que também já te seguem e que passaram pelo mesmo problema que você e você as ajudou a transformar aquela situação. E, quanto mais conteúdo bom você gerar, mais autoridade você se tornará.

É, nesta fase, que a pessoa vai querer a solução definitiva para o problema dela de uma vez por todas. A pessoa irá precisar de um veículo forte, vai querer estar mais próxima dentro de uma comunidade exclusiva onde ela conquistará a vida transformada.

Você será o guia e mentor desta pessoa. E aqui você vai apresentar sua solução.

Nível 5 - Consciente do seu produto/solução

Aqui ela já sabe tudo sobre você e seu produto, ela já está convencida.  Aqui só faltará ela entrar em ação. Então, é hora de você apresentar a sua oferta e será um excelente motivo para ela agir agora!

Você apresentará sua oferta.

Oferta é o que você vende e é composta por:

A oferta é uma oportunidade da pessoa adquirir aquele produto. É a melhor oportunidade e por isso ela deve adquirir agora e não depois.

Produto é o que você entrega. Sempre entregue mais do que foi prometido - overdelivery (https://aparecidanet.com.br/overdeliverypor-vivian-perpetuo/.

Esses são os 5 níveis de consciência e como você deve conduzir cada pessoa de cada nível para o nível 5. É um trabalho constante, uma jornada mas o resultado é surpreendente.

Você entende porque devemos entregar muita qualidade para as pessoas que seguem nas nossas redes e o porque devemos chamar a atenção através do conteúdo apresentado?

Para finalizar quero ressaltar o que foi dito no início: que a maioria das pessoas estão no nível 1, ou seja, estão totalmente inconscientes/alheios ao seu problema e precisa de um bom vendedor para mostrar que ela tem o problema e que você tem a solução. Até semana que vem.

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O PROCESSO QUE VENDE QUALQUER COISA NO MARKETING DIGITAL 4

No Up Digital Marketing, empreendedores aprendem na prática como impulsionar no mercado digital

No próximo mês acontece a Black Friday, que este ano será realizada no dia 26 de novembro. A data celebrada no mundo todo já se consolidou no calendário brasileiro como uma grande oportunidade de negócios tanto para vendedores quanto para consumidores, que estão mais dispostos a comprar e buscam promoções reais e relevantes. Por isso, os donos de pequenos negócios não podem perder tempo e já devem começar os preparativos o quanto antes.  O período pré-Black Friday, conhecido como uma espécie de esquenta, antes da data propriamente dita, pode ser ideal para chamar a atenção dos clientes, descobrir seus interesses de compra com listas de desejos e até mesmo antecipar algumas ofertas previstas.

De acordo com o gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, Enio Pinto, é preciso que empreendedor comece a utilizar as estratégias do Marketing Digital. "É a hora de explorar seu banco de clientes, disparar SMS, e-mails divulgando o período e as regras das promoções e divulgar nas redes sociais do negócio, começando a criar o desejo", explicou.

Para preparar os pequenos negócios para esse momento especial do varejo, o Sebrae está com inscrições abertas para novas turmas do Up Digital Marketing. A iniciativa oferece uma jornada intensiva, totalmente online e gratuita, de 10 dias úteis com conteúdos exclusivos sob orientação de especialistas em Marketing Digital.  O objetivo é que ao longo dos encontros coletivos virtuais e mentorias individualizadas, os empreendedores coloquem em prática conhecimentos para aplicar estratégias e ferramentas, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio. Conheça mais sobre o Up Digital e inscreva-se aqui.

Experiência adquirida

O especialista do Sebrae também destaca que a expectativa é que os donos de pequenos negócios estejam mais preparados para atuar no mercado digital neste ano, depois da crise causada pela pandemia da Covid-19. Segundo ele, os empreendedores que conseguiram superar esse período crítico saíram mais fortalecidos e agora, com a volta dos padrões mínimos de normalidade, têm muito a ganhar. "Muitos empresários buscaram se lapidar, se aperfeiçoar e se profissionalizar. Então, com certeza, diversificaram seus canais de venda, ampliando sua presença digital e reviram seu modelo de negócios, incorporando mudanças seja para fazer entregas com mais eficiência, usar as redes sociais ou vender em marketplaces", avaliou.

Confira abaixo as dicas que o gerente de Relacionamento do Sebrae, Enio Pinto, preparou para os empreendedores se saírem bem na Black Friday:

1.      Com a grande concorrência, o ideal é que a sua marca seja vinculada a um produto. Então, foque nos produtos que você deseja que sejam associados à imagem do seu negócio e para poder oferecer preços competitivos no mercado.
2.      Aproveite para oferecer combos de produtos e serviços com parceiros. O chamado "cross selling", ou venda cruzada, estimula a compra de soluções que complementem a experiência do cliente.
3.      Prepare seu estoque e garanta que poderá entregar tudo aquilo que anunciou. Saiba também que cada aviso de item não disponível pode deixar uma imagem negativa do seu negócio e te fazer perder clientes.
4.      Ofereça descontos de verdade para que o cliente sinta que está levando uma vantagem e fique realmente satisfeito. Já existe uma grande expectativa sobre melhores preços na Black Friday e caso esse cliente descubra que foi enganado ou encontre o mesmo produto com preço melhor depois, você com certeza vai perdê-lo.
5.      Saiba encantar o seu cliente com uma experiência de compra inesquecível desde o primeiro atendimento até o pós-venda. Mais do que vender o produto, se preocupe com a satisfação do cliente e esteja à disposição para tirar dúvidas sobre o uso, inclusive.

Neste ano, o Sebrae também preparou uma página especial no Portal do Sebrae com informações para aproveitar a Black Friday 2021. Conheça mais, clicando aqui.

Fonte: http://www.go.agenciasebrae.com.br/sites/asn/

Crédito de Imagem: Canva

Nesta semana, o CEO Mark Zuckerberg do Facebook conduziu uma apresentação para anunciar que, a partir de agora, o nome da empresa passaria a ser Meta. A mudança de foco indica o futuro da companhia

No Vale do Silício, um bom mantra pode ser o começo de uma trajetória meteórica. Entretanto, quando o sucesso é alcançado em escala planetária, escapar daquela primeira intenção torna-se quase impossível.

Se o Google, fundamentado na ideia de “não ser mau”, sofre para organizar a informação do mundo sem ser afetado pelos vieses inconscientes de seus gestores e programadores, a Apple, que tem como principal norteador o mantra “pense diferente”, depois de se transformar em uma das empresas mais ricas do mundo, atualmente se apoia em versões só discretamente diferentes dos seus produtos mais vendidos.

Já o Facebook, nascido a partir do mote “mova-se rápido e quebre as coisas”, vê sua velocidade de crescimento cada vez mais reduzida, enquanto sua capacidade de destruição cresce exponencialmente.

Nesta semana, no evento conhecido como Facebook Connect, o CEO Mark Zuckerberg conduziu uma apresentação de uma hora e meia para anunciar que, a partir de agora, o nome da empresa passaria a ser Meta.

Ainda que a rede social Facebook permaneça com a mesma nomenclatura, a holding que a mantém, assim como seus vários outros produtos, incluindo o Instagram e o WhatsApp, se desvincula do carro-chefe para englobar uma “nova” identidade e filosofia de conexão.

A mudança foi acompanhada por um novo logo corporativo, uma espécie de modernização do símbolo do infinito, e seguida por uma fanfarra de promessas ousadas envolvendo o conceito de “metaverso”, que a companhia pretende implementar nos próximos anos.

Para Carlos Eduardo Lins da Silva, jornalista, professor e colunista do Jornal da USP, a mudança não foi precipitada pela mais recente crise de imagem envolvendo o Facebook nos últimos anos. “Talvez (a crise) possa ter apressado um pouquinho o anúncio, mas a ideia foi maturada faz bastante tempo”, comenta.

Carlos Eduardo Lins da Silva, doutor livre-docente da ECA/USP e professor do Insper – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

De fato, no começo deste ano, em entrevista exclusiva ao site The Verge, Zuckerberg já havia adiantado seus planos de transformar a rede social em uma “empresa do metaverso”. Não por acaso, em 2021, de acordo com o The New York Times, o Facebook e seus aplicativos irmãos permanecem como um negócio gigante, gerando em torno de 86 bilhões de dólares em lucro e atendendo mais de 3,5 bilhões de pessoas no mundo.

Entretanto, neste mesmo ano, a empresa enfrentou uma de suas maiores crises até então. Os chamados The Facebook Files, uma série de relatórios internos vazados para um conglomerado de jornais como o The Wall Street Journal e o próprio NYT, foram alvo de escrutínio ao redor do mundo. Denunciando diversas práticas danosas de engajamento, os documentos culminaram na revelação de sua principal whistleblowerFrances Haugen, uma ex-funcionária do Facebook, que vazou as informações internas na tentativa de elucidar o quanto a empresa sabia sobre os efeitos prejudiciais que exercia sobre seus usuários.

O resultado dos vazamentos gerou ainda mais antipatia para a empresa de Zuckerberg, considerando que o escândalo atual não foi o primeiro e, de acordo com especialistas que ainda mergulham nos The Facebook Files, não será o último.

O que é o metaverso?

Em meio ao caos, a mudança de nome e de foco enquanto companhia não é surpresa no mundo corporativo. Nesta semana, não foram poucas as comparações da imprensa e de analistas do mercado com outras tentativas de maquiar má reputação com uma mudança cosmética.

Empresas como a British Petroleum nos anos 1990 e a Philip Morris em 2003 utilizaram estratégia similar diante de diferentes crises de reputação. O próprio Google é frequentemente citado quando o assunto envolve rebranding já que, em 2015, para desviar o foco das denúncias de antitruste tanto em solo americano, quanto internacionalmente, alterou o nome de sua holding para Alphabet.

Mas, para os analistas, escapar de crises de relações públicas não é o único motivo pelo qual Zuckerberg abraçou Meta como novo nome. Ser um dos primeiros a embarcar na ideia de metaverso e comercializar essa ideia pode ser o segredo da longevidade da rede social no futuro.

A ideia, no entanto, não é nova e muitas empresas correm atrás de sua própria versão. A verdade é que a noção de metaverso é uma espécie de sonho/pesadelo reproduzida com muito sucesso no coração da ficção científica desde os anos 1980 e 1990. Um de seus mais conhecidos expoentes é o metaverso criado pelo autor americano Neal Stephenson no livro Snow Crash, de 1992.

Também conhecido como Nevasca no Brasil, a obra satiriza a realidade virtual imaginada por autores como William Gibson, no clássico Neuromancer, lançado em 1984, e imagina a internet como uma espécie de rua digital, onde cada usuário navega como em um espaço físico, inundado por informação de forma quase anárquica, e que serve de refúgio para um mundo disputado por corporações que criaram seus próprios bairros e cidades.

Fato é que, seja em NeuromancerNevasca ou na obra para jovens adultos Jogador Nº 1, escrita por Ernest Cline e lançada em 2011, o metaverso (ou Oasis, batizado por Cline) é uma realidade artificial que serve de escape para protagonistas acuados por um mundo extremamente desigual e distópico. O virtual, na ficção, serve como metáfora para que os protagonistas possam refletir sobre as falhas da realidade.

Em busca da fonte de juventude

Ainda que Zuckerberg não preconize o sucateamento do mundo real, embora sua rede social tenha, nos últimos anos, involuntariamente colaborado para prejudicar as instituições que sustentam este mesmo mundo, seu metaverso quer fazer o mesmo que as contrapartes ficcionais: atrair um público jovem e antenado. E este talvez seja o verdadeiro segredo por trás da mudança de foco corporativa.

“O Facebook é uma marca ainda de grande prestígio, mas em evidente declínio. É muito impressionante quando vemos os números de quais são as plataformas de redes sociais que os jovens preferem, neles o Facebook está queda faz bastante tempo e essa queda tem acelerado”, lembra Lins da Silva.

Em março deste ano, um time de cientistas de dados apresentou ao Facebook uma série de relatórios sobre o uso da rede e do Instagram entre adolescentes e jovens adultos. Ainda que o Instagram tenha permanecido em alta com os jovens, o engajamento com a rede foi considerado em queda em mercados valiosos para a empresa, tais como Estados Unidos, Austrália e Japão. Não bastando isso, a idade dos usuários tem aumentado rapidamente.

Em artigo sobre o assunto, que revelou os dados da apresentação para o mundo, especialistas afirmam que “a maioria dos jovens adultos enxerga o Facebook como um lugar para pessoas de 40 a 50 anos. A rede é vista por esse público como maçante, negativa e irrelevante”.

Reverter este que pode ser considerado o “beijo da morte” para a grande maioria das empresas de tecnologia nos EUA está certamente nos planos do Facebook e seu metaverso pode ser a grande ideia que a corporação desesperadamente tem perseguido.

Sobre isso, Lins da Silva alerta: “Nenhum veículo de comunicação sobrevive sem público jovem”.

Garantir a sua implementação tecnológica e preservar a privacidade dos usuários no processo são alguns dos inúmeros desafios envolvendo a empreitada. Além disso, centralizar esse novo tipo de rede ao redor de uma única empresa certamente vai contra a ideia original de uma Internet descentralizada e sem dono, o que pode se provar uma tarefa extra na hora de convencer usuários a adotarem um novo método de conexão.

Se tudo isso vai funcionar, nem mesmo a ficção científica pode responder, mas até hoje, suas previsões estão longe de serem positivas.

Fonte: Jornal da USP

O que é Primal Branding?

O Primal Branding é em síntese: construir comunidades.

O que não é Branding?

Primeiro é importante não confundir branding com a criação de logotipos,  cores da marcas e modelos do site, fachada para ilustrar o futuro da marca, nem mesmo aqueles documentos que mostram as regras de uso dos logotipos, as cores e exemplos de anúncios, camisetas e outros brindes, não é uma marca.

Branding não é um logotipo, não é a aplicação de um logotipo em diferentes elementos, não é um produto, nem é uma promessa de marca ou missão, visão e valores.

PRIMAL BRANDING

Patrick Hanlon, autor de Primal Branding, ilustrou este conceito em uma estrutura em 7 chaves que permite criar uma marca forte que perdure no tempo, desenvolver comunidades e gerar muito mais influência.

Antigamente, falar sobre as marcas, ao se fazer uma pesquisa, cada pessoa tinha uma resposta com sua visão sobre cada marca.

Entenda que branding hoje não importa o que você diga para as pessoas sobre seu produto ou serviço, o que importa é o que as pessoas dizem sobre seu produto e serviço. É importante ressaltar que também não é tanto a qualidade do seu produto que importa e sim a qualidade da comunidade que você constrói em torno da qualidade da comunidade.

Visto isto, podemos entender que a palavra chave é autenticidade. Mas, enfim, o que é autenticidade? Não é nada sobrenatural, é apenas você ser você. A sua autenticidade criará a sua “tribo”.

Dentro destas tribos existe uma construção de crenças e como você constrói esse sistema de crenças que atrai outras pessoas defensoras destas crenças.

As marcas que hoje não conseguirem criar uma comunidade em torno dos seus produtos/serviços irão falhar.

Pense em quando você vê símbolos como:

Você enxerga apenas símbolos em si ou mais que isto? A sensação é que quando carregamos conosco alguns destes símbolos adquirimos super poderes.

O Primal Branding mostra que as comunidades atrás destas marcas e de outras marcas fortes possuem 7 elementos. E estes 7 elementos juntos faz com que as pessoas não apenas se aproximem da sua marca de forma racional, mas de forma emocional. Vamos a estes 7 elementos.

1- História de Criação

Por trás de toda marca/produto existe uma história.

A Apple, por exemplo, tem sua história iniciando dentro de uma garagem para se tornar o um império. Assim como, o Facebook que começou com amigos dentro da universidade.

Qual a sua história? Por que você resolveu desenvolver este produto/serviço? Por quê você faz o que faz?

A História de Criação alimenta a necessidade humana de descobrir a origem das coisas. Traz sentimento de conexão, pertencimento e identidade.

2- Crenças

Todas as comunidades têm princípios básicos. Determinar em que  é um dos desafios mais importantes.

Quais são as coisas que você acredita, seus valores e princípios?

Suas Crenças é como se fosse um manifesto dos seus produtos/serviços. Ele define quem é você, afirma sua identidade, como você enxerga aquilo que você faz e entrega.

3- Ícones

Os Ícones são concentrações rápidas de significado da sua marca. Eles falam sobre você sem ficar explicando. É como você é reconhecível pelos outros. Eles podem ser: visuais (como os símbolos acima), sonoros e olfativos.

4- Rituais

Os Rituais são nossas crenças em ação. A vitalidade da marca vem do entusiasmo e da repetição.

Os rituais tem significado e são ritmados no tempo.

Exemplo de rituais: Natal, orações, Starburcks perguntar seu nome e escrever errado.

5- Palavras Sagradas

Todos os sistemas de crenças têm seu próprio conjunto de palavras que identificam aqueles que pertencem a comunidade. Não são apenas palavras, mas são os sentimentos que trazem estas palavras.

Invente suas palavras sagradas que tenham sentido com sua marca. Seja intencional. Quais são as palavras que tem haver com seu universo?

Suas palavras sagradas te trazem autoralidade.

6- Descrentes

Mesmo no seu mercado existirão os descrentes. Pessoas que não compartilham daquilo que você acredita e defende. Por exemplo, os descrentes da Apple são os que só gostam do Android.

No marketing digital vemos muitos descrentes de todas as formas. Uns que dizem que devemos postar muito para crescer, outros dizem não ser necessário e por aí vai.

Por isso, é muito importante você descobrir quem você Não É e nunca quer ser pode ajudar a descobrir quem você é o que você quer se tornar.

7- Líder

Todas as comunidades de marca foram iniciadas por alguém que lutou contra todas as probabilidades para recriar o mundo de acordo com seu próprio ponto de vista.

O líder toma a frente dos problemas, lidera um movimento, mostra o caminho, enxerga as possibilidades, assume riscos, é incansável. Tenha a resiliência como qualidade e supera obstáculos.

O líder não vende um produto e sim um caminho.

Por isso, apenas viralizar no mundo digital, por exemplo, torna-se algo tão passageiro. Quando você agrupa todos estes elementos listados acima cria uma construção sólida de sua marca para durar no tempo e toda a comunidade que foi criada nesta construção se torna seus defensores fiéis.

Esses pontos bem trabalhados fazem com que sua marca deixe de ter sentido para se tornar significativa. Você move as pessoas a tal ponto delas enfrentarem qualquer coisa para defender sua marca, pois ela já não é mais sua e sim de toda a comunidade formada em torno dela.

A nova missão é criar uma comunidade de pessoas que se tornem tão apaixonadas pelo seu sucesso que elas mesmas o criam, isto é Primal Branding.

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PRIMAL BRANDING - ESTRUTURA DE 7 CHAVES QUE FAZ SUA MARCA DURAR NO TEMPO 11

“O acaso só favorece a mente preparada”

Louis Pasteur

Você levantou hoje e antes de sair olhou seu horóscopo?  Consultou o tarô?  Fez sua meditação do dia perfeito? Orou e abriu aquele livrinho especial de frases que vai guiar o seu dia?

E o porquê estou fazendo todas estas perguntas? Porque elas têm tudo a ver com serendipidade e o marketing digital.

O que é serendipidade?

Segundo o dicionário é o ato ou capacidade de descobrir coisas boas por mero acaso, sem previsão.

Circunstância interessante ou agradável que ocorre sem aviso, inesperadamente; casualidade feliz; eventualidade: encontrar meu irmão depois de 30 anos foi pura serendipidade.

Aquilo que acontece ou é descoberto por acaso, de modo imprevisto, inesperado.

Etimologia (origem da palavra serendipidade). Do inglês serendipity 'ato de descobrir coisas boas por acaso'.

Onde surgiu este termo Serendipidade?

Segundo a pesquisa no Wikipédia,Serendiptismo ou ainda Serendipitia, é um anglicismo (um termo ou expressão da língua inglesa introduzido a outra língua, seja devido à necessidade de designar objetos ou fenômenos novos, para os quais não existe designação adequada na língua alvo, seja por qualquer motivo) que se refere às descobertas afortunadas feitas, aparentemente, por acaso.

A história da ciência está repleta de casos que podem ser classificados como serendipismo. O conceito original de serendipismo foi muito usado em sua origem. Nos dias de hoje, é considerado como uma forma especial de criatividade, ou uma das muitas técnicas de desenvolvimento do potencial criativo de uma pessoa adulta, que alia perseverança, inteligência e senso de observação.

A palavra Serendipismo se origina da palavra inglesa Serendipity, criada pelo escritor britânico Horace Walpole em 1754, a partir do conto persa infantil Os três príncipes de Serendip. Esta história de Walpole conta as aventuras de três príncipes do Ceilão, o atual Sri Lanka, que viviam fazendo descobertas inesperadas, cujos resultados eles não estavam procurando realmente. Graças à capacidade deles de observação e sagacidade, descobriram “acidentalmente” a solução para dilemas impensados. Esta característica tornava-os especiais e importantes, não apenas por terem um dom especial, mas por terem a mente aberta para as múltiplas possibilidades.

Serendib é o nome que os comerciantes árabes da antiguidade deram ao actual Sri Lanka (um entre vários nomes dados a esta ilha através de sua história, sendo que os cartógrafos gregos antigos a chamavam de Taprobana; já o atual nome do país significa Terra Resplandecente no idioma sânscrito, conforme registrado nos antigos épicos indianos Mahabharata e Ramayana; finalmente, com a chegada dos portugueses, a ilha recebeu o nome luso de Ceilão, do qual deriva a versão inglesa Ceylon).

Serendipidade e o marketing digital

O que serendipidade tem a ver com marketing digital?

Estamos num momento onde todas as pessoas estão exaustas, seja pelo excesso de informações que foram geradas pelo fator pandemia como também por uma enorme ansiedade sobre tudo que acontece perante a vida.

Isto trouxe um caos de todas as formas onde as pessoas o que tem feito muitas pessoas, principalmente os consumidores, não querem tomar decisões. Tomar decisões tem trago um peso.

As pessoas cada vez mais querem que algo aconteça, como se o universo ou o acaso atendam seus desejos. Querem ser surpreendidas, querem que tomem decisões por elas. É como quebrar o biscoitinho da sorte e ver aquilo que o universo vai trazer de bom para elas em meio a todo turbilhão que estão vivendo.

Empresas e marcas já perceberam esta dificuldade no qual os consumidores estão passando e um exemplo disto é a Netflix que tem no seu menu o botão surpreenda-me, justamente porque o algoritmo tem ficado cada dia mais inteligente e consegue perceber as necessidades dos seus usuários que muitas vezes com tantas opções não sabem o que escolher e ficam ali mais de meia hora procurando o que assistir.

E, o porquê disto tudo? Neste momento, grande parte das pessoas estão procurando se reconectar com sua espiritualidade, com elas mesmas. Este processo de pandemia gerou nas pessoas uma ansiedade de que de um dia para noite elas podem perder tudo de mais importante na vida delas.

E mais uma vez vem a pergunta: o que isto tem a ver com marketing?

Tudo! As grandes marcas que têm pesquisas fortíssimas já mapearam estas mudanças nos consumidores e já estão fazendo mudanças no seu branding fortalecendo o espiritual até mesmo com o coaching.

As pessoas vão buscar agora aquilo que lhes traga paz, reconexão, motivação, com a reconexão delas com a natureza e o místico e que aguce suas emoções. E, se existe algo que vende qualquer coisa é emoção.

Um bom exercício para entender o que os consumidores querem é começar desde já a observar como você está, como vem se sentido, principalmente se você é uma marca ou empresa pequena, observe como está enxergando o mundo, sua relação com as pessoas. Este seu sentimento é o sentimento que seus colaboradores estão e também dos seus consumidores. Vou abrir até uma aspas aqui que acho importante mencionar é que “empresas não falem, o que falem são as pessoas donas da empresa”, esta reflexão será muito importante.

Esta reconexão permeará tudo, pois veja bem, muitos perderam pessoas muito próximas. Criou-se um medo de que hoje você dorme e amanhã as pessoas que são as mais importantes já não estejam mais com você.

Algumas marcas de cosméticos já vem usando em seus fracos várias frases motivacionais em seus shampoos onde as pessoas ao tomarem banho já podem ler: “faça de hoje seu melhor dia”, “agradeça por estar tomando este maravilhoso banho”, “apenas respire e sinta o perfume de sua essência”. No banho, as pessoas já estarão sendo motivadas a se reconectarem com elas mesmas.

Estamos vivendo um momento de busca de cura interior de nós mesmos.

Abaixo dados das maiores pesquisas que estão sendo realizadas no aplicativo Pinterest e quais os Pins estão sendo mais salvos.

Entenda que estas buscas mostram o futuro da comunicação. Será a ciência conectando com a natureza mais o intangível e o espiritual. Sabemos hoje que os grandes cientistas já conseguem perceber que as grandes mudanças elas existem e sua correlação na espiritualidade.

O ponto de partida está na sua essência. É entender que quanto mais você olha para o outro, menos você olha para você. E isto é muito visível, principalmente no marketing digital onde a competição é muito acirrada.

E o fato da pandemia ter obrigado as pessoas a irem para o digital tem trago um desgaste mental e muito interno nos produtores de conteúdo.  As pessoas, muitas vezes, parecem estar se degladiando e todo mundo fazendo tudo igual. É um “barulho” de todos os lados. Chega dar fobia abrir as redes sociais.

O fato é que todas as pessoas estão com excesso de conteúdo, exaustas para conseguir atenção, se destacar, vender. Assim como está se sentindo o produtor de conteúdo de todas as áreas nas redes sociais assim está se sentindo seu cliente.

É importante você perceber que neste cenário você deve oferecer para seu mercado tudo que possa melhor o seu dia, que possa reconectar, motivar e emocionar.

Além disso, é preciso dar poucas opções de produtos para que não haja dificuldade na hora da escolha, pois elas querem que alguém tome a decisão por elas,  e uma vez que as pessoas tenham muitas escolhas o cérebro já pressupõe que a “não escolha” será uma perda. E, entendendo o cérebro humano, ele não gosta de perder.

Revisite você. Faça a pergunta qual o seu papel dentro da sua empresa e para seus clientes?

Todos estão precisando de cura, segurança e acolhimento. Então, não importa com o que você vende de alguma forma será importante que você gere isto.

Crie boas experiências nas suas mídias digitais que gerem positividade, encorajamento que inspire que passar por ela.

Lembre-se: a motivação só funciona com a emoção ativada. Sem emoção não motiva ninguém a fazer nada e nada mais emocional que a espiritualidade, entendendo que espiritualidade não é religião.

Qual ação que irá trazer para sua marca, para seu produto a emoção que inspire, que alivie? Como você irá criar a serendipidade nos seus produtos e serviços?

Dentro das suas mídias sociais fale sobre você, suas experiências que possam inspirar e aliviar seu público e consumidor.

Experimente este processo. Até nosso próximo encontro.

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SERENDIPIDADE E O MARKETING DIGITAL 13

Antes de falar sobre Growth Hacking ou Growth Marketing, abaixo segue um gráfico para mostrar os 3 tipos de marketing digital e qual a abordagem cada um deles segue.

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GROWTH HACKING 17

O que é Growth Hacking?

Growth Hacking é um termo implementado por Sean Ellis. Segundo ele, a definição mais correta é: marketing orientado a experimentos. O objetivo é encontrar oportunidades visando resultados rápidos para o crescimento (growth) da empresa.

Essa estratégia é muito utilizada e implementada pelas startups que investem em crescimento acelerado.

Growth Hacking é um novo método de adoção de estratégia, que visa alcançar um crescimento significativo e acelerado dos negócios a partir da identificação de pontos-chave.

Essas estratégias envolvem experimentação, A/B. A equipe elabora a hipótese, verifica sua validade e conduz testes para encontrar brechas ou oportunidades de fazer o negócio se desenvolver de maneira mais inteligente e rápida.

Os pontos-chave do hacking de crescimento da empresa são determinados pelos KPIs que medem seu sucesso, como tráfego, leads e vendas.

Então, o que é KPIs (Key Performance Indicators) são indicadores de desempenho utilizados por empresas de todos os tamanhos e segmentos para avaliar suas estratégias e medir seus resultados.

Por exemplo, se o objetivo definido for o tráfego, os growth hackers transformarão os KPIs (indicadores) em experimentos, tornando possível atrair mais visitantes para o site de forma mais eficaz. 

O Growth Hacking sempre mira nos objetivos. Por exemplo,  dentro das redes sociais: se o objetivo for mais compartilhamento é importante fazer postagens diferentes e entender e avaliar através do KPIs qual das postagens obteve maior resultado.

Outro exemplo, uma loja virtual o principal KPI provavelmente é o número de vendas (que pode ser desmembrado em outros KPIs).

Quando suas estratégias de marketing miram os KPIs, você consegue melhorar a performance, principalmente não ficar perdendo tempo e dinheiro. E é exatamente este o objetivo do Growth Hacking: mirar sempre os objetivos.

A maior diferença da estratégia de Growth Hacking para as outras estratégias de marketing é que no Growth Hacking eles estão obcecados em testar diversos métodos que podem verificar hipóteses e para completar todas essas tarefas envolve sempre uma maneira mais rápida e econômica possível. Os hackers de crescimento querem descobrir portas para crescer a um custo menor e em um ritmo mais rápido.

Ponto importante

O Growth Hacking é analisar os resultados para potencializar o crescimento. Por isso, é inútil pensar que hackers são mágicos! É necessário investir em ferramentas que permitam a experimentação e a automação, e formar uma equipe que encontre a melhor solução.

Não podemos esquecer de mencionar que o termo "hacker" pode ser confundido na expressão de growth hackers. Muitas pessoas associam esse tipo de estratégia à prática de hackers em busca de vulnerabilidades de segurança do sistema.

Assim como os hackers são conhecidos por descobrir e explorar vulnerabilidades de segurança, os growth hackers são profissionais que buscam "portas abertas" para aumentar rapidamente os resultados dos negócios.

Seu objetivo também é descobrir brechas, mas que propiciem um crescimento inteligente e acelerado para a empresa. Tudo dentro da lei e da ética!

Como aplicar no seu negócio?

O Growth Hacking é a automação e integração dos processos de marketing e vendas e os chamados funil em Y. Veja abaixo:

growharckingaparecidanet
GROWTH HACKING 18

São utilizados nesta modalidade testes A/B e as análises de dados identificam falhas e melhorias no seu marketing.

O foco na persona, na aquisição, retenção, encantamento e recomendação.É preciso entender que somente o marketing digital não é suficiente, é preciso saber quais os pontos fracos e atualizar o marketing e encontrar melhorias no processo de vendas.

Um bom exemplo é como quando aplicamos a técnica de Pareto dos 80/20, ou seja,  20% do esforço que você dedica ao trabalho são responsáveis por 80% do seu desempenho, 20% dos produtos ou serviços que sua empresa comercializa retornam 80% do faturamento, e 20% dos seus colaboradores garantem 80% dos resultados. Esse é o famoso Princípio de Pareto, um padrão intrigante observado nos mais distintos cenários e contextos.

Então, o que você precisa fazer para o growth hacking?

O growth hacking requer testes constantes. O mais famoso é o teste A / B, que envolve a execução de duas versões de material, exemplo publicação no Twitter ou publicação no Facebook com apenas uma variável entre elas e, em seguida, verificar qual versão produz mais resultados. Para isso, devem ser definidas as variáveis ​​a serem avaliadas e os resultados a serem obtidos. Se o seu objetivo é compartilhamento e tiver mais curtidas então este teste mostra que a publicação não foi adequada para o conteúdo que você deseja. Como dissemos, os growth hackers sempre visam seus objetivos.

Mas este não é apenas um teste A / B que você pode fazer. Qualquer tipo de experimento pode ser aplicado a growth hackers. O único requisito é que eles dependam de dados para apoiar a tomada de decisões.

As 4 fases do Growth Hacking

1- Product-Market Fit: se refere à criação de um produto desejado pelo mercado capaz de satisfazer sua necessidade.

As startups colocam o negócio no mundo já vendo aquilo que está dando certo, com um produto mínimo viável.

2- Growth Hackers: formular e testar hipóteses.

Teste e valide seus produtos.

3- Escala e Viralização: fazer com que os seus próprios consumidores se tornem propagadores.

Como fazer com que seus clientes divulguem?

Uma das práticas é o overdelivery. É preciso encantar o cliente. Bom atendimento para qualquer nicho é o básico que já tem que oferecer.

4- Otimização e retenção: reter os consumidores que você conquistou para consolidar a base de clientes.

Aumentar seu negócio dentro do grupo.

Conclusão

Em resumo o Growth Hacking é um tática onde o objetivo é encontrar oportunidades rápidas para o crescimento. E, o segredo é testar, levantar dados e aplicar de maneira eficiente.

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GROWTH HACKING 19

Antes de falar sobre Growth Hacking ou Growth Marketing, abaixo segue um gráfico para mostrar os 3 tipos de marketing digital e qual a abordagem cada um deles segue.

O que é Growth Hacking?

Growth Hacking é um termo implementado por Sean Ellis. Segundo ele, a definição mais correta é: marketing orientado a experimentos. O objetivo é encontrar oportunidades visando resultados rápidos para o crescimento (growth) da empresa.

Essa estratégia é muito utilizada e implementada pelas startups que investem em crescimento acelerado.

Growth Hacking é um novo método de adoção de estratégia, que visa alcançar um crescimento significativo e acelerado dos negócios a partir da identificação de pontos-chave.

Essas estratégias envolvem experimentação, A/B. A equipe elabora a hipótese, verifica sua validade e conduz testes para encontrar brechas ou oportunidades de fazer o negócio se desenvolver de maneira mais inteligente e rápida.

Os pontos-chave do hacking de crescimento da empresa são determinados pelos KPIs que medem seu sucesso, como tráfego, leads e vendas.

Então, o que é KPIs (Key Performance Indicators) são indicadores de desempenho utilizados por empresas de todos os tamanhos e segmentos para avaliar suas estratégias e medir seus resultados.

Por exemplo, se o objetivo definido for o tráfego, os growth hackers transformarão os KPIs (indicadores) em experimentos, tornando possível atrair mais visitantes para o site de forma mais eficaz.
O Growth Hacking sempre mira nos objetivos. Por exemplo, dentro das redes sociais: se o objetivo for mais compartilhamento é importante fazer postagens diferentes e entender e avaliar através do KPIs qual das postagens obteve maior resultado.

Outro exemplo, uma loja virtual o principal KPI provavelmente é o número de vendas (que pode ser desmembrado em outros KPIs).

Quando suas estratégias de marketing miram os KPIs, você consegue melhorar a performance, principalmente não ficar perdendo tempo e dinheiro. E é exatamente este o objetivo do Growth Hacking: mirar sempre os objetivos.

A maior diferença da estratégia de Growth Hacking para as outras estratégias de marketing é que no Growth Hacking eles estão obcecados em testar diversos métodos que podem verificar hipóteses e para completar todas essas tarefas envolve sempre uma maneira mais rápida e econômica possível. Os hackers de crescimento querem descobrir portas para crescer a um custo menor e em um ritmo mais rápido.

Ponto importante

O Growth Hacking é analisar os resultados para potencializar o crescimento. Por isso, é inútil pensar que hackers são mágicos! É necessário investir em ferramentas que permitam a experimentação e a automação, e formar uma equipe que encontre a melhor solução.

Não podemos esquecer de mencionar que o termo "hacker" pode ser confundido na expressão de growth hackers. Muitas pessoas associam esse tipo de estratégia à prática de hackers em busca de vulnerabilidades de segurança do sistema.

Assim como os hackers são conhecidos por descobrir e explorar vulnerabilidades de segurança, os growth hackers são profissionais que buscam "portas abertas" para aumentar rapidamente os resultados dos negócios.

Seu objetivo também é descobrir brechas, mas que propiciem um crescimento inteligente e acelerado para a empresa. Tudo dentro da lei e da ética!

Como aplicar no seu negócio?

O Growth Hacking é a automação e integração dos processos de marketing e vendas e os chamados funil em Y. Veja abaixo:

● Aquisição: atrair e converter
● Ativação: fechar o cliente/assinatura
● Retenção: up sell e cross sell
● Encantar: pós-vendas e relacionamento
● Recomendação: clientes indicam novos clientes

São utilizados nesta modalidade testes A/B e as análises de dados identificam falhas e melhorias no seu marketing.

O foco na persona, na aquisição, retenção, encantamento e recomendação.É preciso entender que somente o marketing digital não é suficiente, é preciso saber quais os pontos fracos e atualizar o marketing e encontrar melhorias no processo de vendas.

Um bom exemplo é como quando aplicamos a técnica de Pareto dos 80/20, ou seja, 20% do esforço que você dedica ao trabalho são responsáveis por 80% do seu desempenho, 20% dos produtos ou serviços que sua empresa comercializa retornam 80% do faturamento, e 20% dos seus colaboradores garantem 80% dos resultados. Esse é o famoso Princípio de Pareto, um padrão intrigante observado nos mais distintos cenários e contextos.
Então, o que você precisa fazer para o growth hacking?

O growth hacking requer testes constantes. O mais famoso é o teste A / B, que envolve a execução de duas versões de material, exemplo publicação no Twitter ou publicação no Facebook com apenas uma variável entre elas e, em seguida, verificar qual versão produz mais resultados. Para isso, devem ser definidas as variáveis a serem avaliadas e os resultados a serem obtidos. Se o seu objetivo é compartilhamento e tiver mais curtidas então este teste mostra que a publicação não foi adequada para o conteúdo que você deseja. Como dissemos, os growth hackers sempre visam seus objetivos.

Mas este não é apenas um teste A / B que você pode fazer. Qualquer tipo de experimento pode ser aplicado a growth hackers. O único requisito é que eles dependam de dados para apoiar a tomada de decisões.

As 4 fases do Growth Hacking

1- Product-Market Fit: se refere à criação de um produto desejado pelo mercado capaz de satisfazer sua necessidade.
As startups colocam o negócio no mundo já vendo aquilo que está dando certo, com um produto mínimo viável.

2- Growth Hackers: formular e testar hipóteses.
Teste e valide seus produtos.

3- Escala e Viralização: fazer com que os seus próprios consumidores se tornem propagadores.
Como fazer com que seus clientes divulguem?
Uma das práticas é o overdelivery. É preciso encantar o cliente. Bom atendimento para qualquer nicho é o básico que já tem que oferecer.

4- Otimização e retenção: reter os consumidores que você conquistou para consolidar a base de clientes.
Aumentar seu negócio dentro do grupo.

Conclusão

Em resumo o Growth Hacking é um tática onde o objetivo é encontrar oportunidades rápidas para o crescimento. E, o segredo é testar, levantar dados e aplicar de maneira eficiente.

Por Vivian Perpétuo

É preciso entender que dentro do marketing tudo comunica. Aliás, nós comunicamos o tempo inteiro nos ambientes em que transitamos e não somente no marketing digital.

Porém, depois do período que enfrentamos onde as pessoas tiveram que partir fortemente para o marketing digital, onde a pandemia fez adiantar em 10 anos este cenário, aprendemos o quanto cada detalhe é importante neste meio. E o mais importante de tudo dentro dele é imprescindível nossa postura profissional com a nossa essência e transparência.

Neurociência Digital

É o estudo da neurociência para entender os efeitos do marketing digital no comportamento do consumidor. Quais são as determinadas reações que nosso cérebro e nosso corpo fazem através do marketing digital? O que faz com que o consumidor consuma sua marca ou a do concorrente?

Para entender estes comportamentos os neurocientistas utilizam de diversos estudos e técnicas. A seguir vamos entender algumas delas. Mas, antes é importante falar que nenhuma destas técnicas ou estudos são para manipular o consumidor e sim para entender através destas análises as preferências dos consumidores.

Rastreamento Ocular

Esta é uma técnica que já é aplicada na Holanda e consiste em entender aquilo que chama atenção no olhar do consumidor.
Quando o consumidor entra na loja e onde seus olhos forem primeiro, o vendedor já sabe o que mais chamou a atenção dele e desta forma pode atender com mais precisão, montar uma boa promoção e principalmente, fazer uma venda personalizada.

Já é de conhecimento que dentro de um shopping por exemplo, ao entrar as pessoas tendem a olhar primeiro para um lado da loja e isto faz com que lojas que estejam neste determinado lado muitas vezes tem o aluguel mais caro.

Ressonância

A Ressonância magnética trabalha com a cognição. Através da ressonância os neurocientistas podem ver e entender as reações cerebrais e o que foi mais ativado ao se colocar uma pessoa em frente uma marca, um produto, texturas e etc.

É um tipo de técnica muito utilizada com grupos de pessoas para entender inclusive as sensações que determinado produto faz para se criar uma campanha publicitária mais assertiva.

Atividade Eletrodérmica

É uma técnica que gera sensações na pele. É possível fazer uma relação das relações causadas na pele como nosso cérebro reage.
Falando neste momento pós pandemia que começamos a viver, mais e mais dentro do marketing serão utilizados conceitos e materiais que abracem as pessoas. Já tem estudos bem avançados que o distanciamento social trouxe para as pessoas uma necessidade de abraço. Então, tudo aquilo que na comunicação visual possa trazer a sensação de aconchego será algo no qual despertará muito a atenção e o desejo das pessoas.

Codificação Facial

Entender como gerar felicidade é esta a utilidade deste equipamento. O equipamento que faz esta decodificação é extremamente sensível e consegue mensurar as reações das suas expressões faciais.

Estas são algumas técnicas que os neurocientistas utilizam para as grandes marcas.

E como fazer com que os consumidores possam lembrar dos meus produtos, serviços e de minha marca se não tenho como investir em pesquisas assim como as grandes marcas?

O seu branding será essencial neste momento. E como fazer isto?

Como dito no início deste artigo, tudo no marketing comunica e você terá que utilizar dos cinco sentidos para criar em todos que tiveram contato com aquilo que você oferece sensações.

Então, você precisará fazer uso do marketing sensorial, aqui no AparecidaNet já escrevi um artigo falando todos os pontos dele. Através dos cinco sentidos visual, sonoro, olfativo, tato e paladar você conseguirá além de aguçar seus consumidores também trazer diversas boas sensações para os mesmos.

Vale destacar que nesse período que estamos adentrando agora, este início pós pandêmico, ele deixou muitas marcas nas pessoas e a principalmente dela veio com o distanciamento social no qual as pessoas entraram numa overdose. Uma overdose de informações e aproveitaram o tempo para aprender diversas coisas com cursos e mais cursos.

O convívio somente com as mesmas pessoas dentro da mesma casa trouxe um aumento muito grande de divórcios como também levou muitos jovens a casar ou mesmo sair da suas casas e morar com o namorado. Outro dado: houve um aumento nas famílias, especialmente de quem estava adiando a maternidade.

E por tudo que aconteceu, para maioria das pessoas o que elas estão procurando ultimamente depois de todo esse excesso de informação, o trabalho remoto triplicado, juntamente com o trabalho dentro de casa, as crianças e, elas também foram muito afetadas com todo o desgaste emocional que todos tiveram pelo distanciamento é diversão.

Observamos que as redes sociais das dancinhas e piadinhas cresceram tanto, porque as pessoas precisam se anestesiar.
Agora chegará o momento em que as pessoas estão ávidas por alegria e felicidade. E estes estudos da neurociência já se adiantaram que as marcas que conseguirem trazer leveza na sua comunicação estarão na frente.

Entenda de pessoas começando por você. Comece a observar o comportamento. O que você tem mais buscado além de alavancar seu negócio? Quais são seus desejos e anseios? Quais são suas dores e o que tem buscado para poder resolver?

São estas mesmas perguntas que seu principal e melhor cliente tem buscado. Mas, a pergunta principal: aquilo que você oferece resolve o que eles têm buscado?

Preste atenção como o que os neurocientistas buscam saber das pessoas, olhe para seu negócio e olhe para você: creio que você entenderá o que seus consumidores buscam.

Até a próxima semana.

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