Aparecida de Goiânia, quinta-feira, 23 de setembro de 2021
Coronavírus

Brasil tem a menor taxa de transmissão da Covid-19 em 2021, diz universidade inglesa

Redação
14 de setembro de 2021

O Brasil segue registrando queda na taxa de transmissão da Covid-19, segundo dados consolidados pelo Imperial College, de Londres, divulgado nesta terça-feira (14). Com 215 mortes por Covid-19 em 24 horas, o país registrou ontem o menor número desde o último dia 6 de setembro, quando foram notificados 182 óbitos.

O indicador da taxa de transmissão chegou a 0,81 – o menor número registrado em 2021. O índice mostra a quantidade de pessoas que podem ser infectadas a partir de um único indivíduo diagnosticado com o novo coronavírus, além de indicar a evolução da pandemia nos países.

O dado de 0,81 aponta, portanto, que 100 pessoas contaminadas com a Covid-19 podem transmitir para outras 81. Considerando a margem de erro, o Rt varia entre 0,66 e 0,91. É a segunda vez em 2021 que a taxa de transmissão no Brasil fica abaixo de 0,90, o mesmo ocorreu na semana encerrada em 12 de julho (0,88).

Entre os 68 países com transmissão ativa e que tiveram seus dados divulgados pela Universidade, o Brasil está na 16ª posição. A transmissão da doença é maior que a de países como Indonésia (0,60), Mongólia (0,69) e Chile (0,69) – que ocupam as três primeiras posições no ranking desta terça-feira.

Números da pandemia

Segundo as informações do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), essa também foi a segunda-feira com o número de infecções diárias mais baixo no país (6.645), lembrando que números divulgados às segundas-feiras tendem a ser mais baixos devido ao funcionamento reduzido dos serviços que realizam o diagnóstico nos finais de semana.

Ao todo, o país soma um total de 21.006.424 casos e 587.006 mortes causadas pela doença desde o início da pandemia, em março de 2020. A média móvel de mortes ficou em 467 — o índice está abaixo de 500 pelo 6º dia seguido.

Fiocruz nega escassez de vacinas contra a Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) negou a falta de vacinas da AstraZeneca e informou que está prevista a liberação de novos lotes, que se encontram na fase de controle de qualidade. A fundação não detalhou os volumes nem as datas de entrega.

"O quantitativo de vacinas já entregues e a previsão para este mês de cerca de 15 milhões de doses não indicam escassez de vacinas para aplicação da segunda dose”, diz a nota divulgada pela Fiocruz.

A note segue explicando que “a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), é responsável pela produção e entrega das vacinas ao Ministério da Saúde, que as distribui para os estados e estes aos municípios, cabendo aos gestores a decisão sobre o uso das doses".

O atraso gerou desabastecimento de vacinas em alguns estados como em São Paulo, onde os estoques de AstraZeneca acabaram na última sexta-feira. Para não evitar mais atrasos na imunização, o governo do estado autorizou a adoção do esquema heterólogo e aplica a segunda dose da Pfizer em quem recebeu a primeira de AstraZeneca.

Leia mais: Combinar vacinas diferentes é seguro e eficaz. Entenda

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