Brasil passa por cima dos Estados Unidos e continua ‘sobrando’ no Grand Prix

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brasilO Brasil continua “sobrando na turma” no Grand Prix. Neste domingo, no encerramento da segunda semana, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a seleção feminina fez mais uma vítima e derrotou os Estados Unidos por 3 sets a 0 (25/20, 25/22 e 29/27). O time permaneceu na liderança da competição e com 100% de aproveitamento, praticamente classificado à fase final. A americana Murphy, com 17 acertos, foi a principal pontuadora da partida. Pelo lado verde e amarelo, Thaisa anotou 12, contra dez de Sheilla e Fabiana.

Com a sexta vitória na competição, o Brasil, que já tinha superado a Coreia do Sul (sexta-feira)Rússia (sábado), chegou aos 18 pontos. Na primeira semana do Grand Prix, na Itália, as comandadas do técnico José Roberto Guimarães bateram a China, as anfitriãs e a República Dominicana.

Na terceira e última semana da fase de classificação, entre os dias 15 e 17, na Tailândia, o Brasil vai duelar com as donas da casa e novamente com americanas e dominicanas. No Grand Prix, 12 seleções participam da fase classificatória. A cada semana serão formados três grupos com quatro times. Ao fim desta etapa, as quatro equipes mais bem classificadas avançam à fase final (20 a 24 de agosto), que contará ainda com o Japão (sede) e o vencedor das chaves J a O (Argentina, Bélgica, Canadá, Cuba, Holanda, Polônia, Peru e Porto Rico).

O jogo

O primeiro set começou equilibrado, mas o Brasil abriu ligeira vantagem no placar, sempre alternando entre três e quatro pontos. O panorama permaneceu assim até o 23/20, quando a seleção não vacilou e fechou em 25/20.

O segundo foi parecido com o primeiro. A seleção feminina, sempre com uma vantagem pequena, foi liderando a parcial. Na reta final, o Brasil fez 22/21, não vacilou nos momentos decisivos e anotou 25/22.

A seleção dos Estados Unidos entrou no terceiro set para o famoso “tudo ou nada”. As americanas começaram bem e abriram 5/1. O técnico José Roberto Guimarães pediu tempo e arrumou a casa. O Brasil melhorou, equilibrou as ações e, num final eletrizante, sacramentou o triunfo em 29/27.