Bombardeios deixam 59 mortos na província síria de Aleppo

Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on telegram
Share on email

Entre os mortos estão 9 crianças, segundo ONG síria.

Pelo menos 59 pessoas morreram no domingo (5) em bombardeios do regime sírio e de facções islamitas e rebeldes na cidade setentrional síria de Aleppo e outras populações da província, informou nesta segunda-feira (6) o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

A ONG, que no domingo informou sobre a morte de pelo menos 32 pessoas, entre elas uma mulher e três menores, em bombardeios da aviação síria em vários bairros na cidade setentrional de Aleppo, elevou nesta segunda o número de vítimas mortais nesta zona para 37.

Os bombardeios foram lançados por caças e helicópteros sírios contra os bairros de Al Qataryi, Karam al Jabal, Yesr al Hajj, Al Maiser, Al Zabdiya e a zona de Castilo, sob o controle dos rebeldes.

Além disso, um ex-combatente, sua mulher e seus três filhos morreram em um ataque aéreo no povoado de Kafer Halab, três pessoas morreram na cidade de Haritan e outros três civis perderam a vida em uma incursão aérea contra Dara Aza.

Por outro lado, dez cidadãos morreram pelo impacto de obuses de morteiro lançados por rebeldes e grupos islamitas armados contra os bairros de Aleppo de Al Muhafaza, Suleimaniya, Al Telala, al Yamiliya, Nazla Nasiskan e outras zonas controladas pelo regime.

O Observatório também contabilizou a morte de outro civil atingido por um franco-atirador no bairro de Al Ramusa, controlado também pelas forças leais a Damasco.

Desde 22 de abril, o número de mortos registrados em Aleppo devido à troca de bombardeios entre rebeldes, forças islamitas e forças pró-governo supera 500.

Desde 2012, o regime sírio controla os bairros ocidentais de Aleppo e as facções rebeldes e islamitas controlam a parte oriental.

Apesar das tréguas declaradas em Aleppo com a mediação internacional dos Estados Unidos e Rússia, a violência se recrudesceu nas passadas semanas na cidade, a segunda mais importante da Síria, e em toda a província.

G1

Notícia postada em  

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e nosso Termos de Uso, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.