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Futebol

Aparecida arranca empate e fica com o título de Campeão Brasileiro da Série D

Redação
13 de novembro de 2021

Decidindo em casa o Camaleão jogou com o regulamento debaixo do braço e garantiu o título.

A equipe de Aparecida de Goiânia recuou no primeiro tempo e resistiu aos ataques da Campinense (PB). Na primeira etapa deu certo, e ficou somente no 0 x 0. Mas na etapa complementar o jogo foi mais tenso. A Raposa abriu o placar com gol de Dione aos 7 minutos, e podia emplacar  uma decisão por pênaltis, mas quis o destino que Samuel, que entrou no segundo tempo, definisse o destino do jogo  aos 32 minutos com um golaço de cobertura, assinalando o placar definitivo: 1 x 1 e a taça ficou no Anibal José de Toledo.

 O jogo no estádio Anníbal de Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO), foi transmitida ao vivo pela TV Brasil. O Camaleão se beneficiou da vitória por 1 a 0 na partida de ida, há uma semana, no Amigão, em Campina Grande (PB).

Quarta equipe de Goiás com título nacional

A conquista faz da Aparecidense o quarto time goiano a celebrar um título nacional, repetindo feitos de Goiás (duas Séries B), Atlético-GO (uma Série B e duas Série C) e Vila Nova (três Séries C). O estado de Goiás, por sua vez, torna-se o décimo a ter uma taça de Série D, juntando-se a Ceará, São Paulo, Minas Gerais).

A "Cidinha", como é carinhosamente chamada a equipe, é também o primeiro time do interior de Goiás a levantar um troféu nacional. O clube fez a melhor campanha geral da Série D, com 46 pontos. Foram 13 vitórias, sete empates e quatro derrotas, com 31 gols marcados e 15 sofridos - melhor defesa entre os quatro times que obtiveram acesso à Série C. Além de Aparecidense e Campinense, ABC-RN e Atlético-CE subiram de divisão.

A Aparecidense foi a melhor equipe na fase de grupo e no mata-mata . Bruno Henirque destacou o título e agradeceu àqueles se foram, vítimas da covid-19, mas que sempre ajudaram o clube, como o ex-prefeito Maguito Vilela, o ex-deputado Leo Mendanha e o dirigente Cocá “É o único do interior de Goiás Campeão Nacional”, vibrou.

“Passamos por ano de dificuldade, de questionamento, mas não tinha uma equipe na Série D, que merece mais que a gente”, completou o golveiro Pedro Henrique.

O atacante Samuel, que é confundido fisicamente com o ataque Michael, (ex-Goiás e hoje no Flamento), diz que penseu no ídolo quando fez o golaço do título da Aparecidense. “Eu pensei nele, sou um grande fã do Michael, que é um cara humilde, torço para ir para a seleção. Eu desde a base no Goiás sempre fiz gols decisivos, e hoje fui feliz mais uma vez e fizemos o gol que deu o título a esta conjunto maravilhoso e a esta torcida maravilhosa”, concluiu.

O jogo

A finalização da entrada da área do meia Robert, que obrigou o goleiro Mauro Iguatu a se esticar no ângulo direito para defender, foi a única chance real da Aparecidense no primeiro tempo. Em desvantagem no placar agregado, o Campinense teve a iniciativa ofensiva e teve várias oportunidades para sair na frente antes do intervalo, mas pecou nas finalizações, como em duas cabeçadas do zagueiro Cleiton, aos 26 e aos 29 minutos, e outra do atacante Anselmo, aos 36, todas para fora.

Quando a Raposa conseguiu acertar a meta, Pedro Henrique (que foi o protagonista do jogo de ida) apareceu. Aos 17 minutos, o goleiro fez bela defesa em chute colocado do lateral Felipe Ramon, pela esquerda. Dez minutos depois, o camisa 1 se antecipou a Anselmo, que invadia a área pela esquerda, e teve o auxílio do zagueiro Vanderley, que ficou com a sobra, para salvar os anfitriões.

]Mudanças no segundo tempo garantem o título

No segundo tempo a Aparecidense foi melhor. As mudanças do Técnico Tiago Carvalho  com as entradas de Negueba e Samuel deram resultado.  Mas a  insistência paraibana do primeiro tempo foi premiada no começo da etapa final. Aos sete minutos, o atacante Fábio Lima cruzou pela direita o meia Dione apareceu na área, às costas da marcação de Vanderley e escorando de cabeça para abrir o placar.

O gol acordou a Aparecidense, que, enfim, equilibrou as ações e encontrou espaços para atacar. Aos 14, Robert cruzou rasteiro pela direita, o atacante Negueba bateu de primeira e Mauro Iguatu defendeu como em um jogo de vôlei. Aos 32, Robert deu passe açucarado para o atacante Samuel entrar na área e tocar por cobertura, na saída do goleiro da Raposa, para explosão da torcida no Anníbal de Toledo.

O duelo ficou tenso nos minutos finais. O Campinense, que parou no travessão aos 35 minutos, lançou-se ao ataque atrás do segundo gol, mas de forma desorganizada. No último lance do jogo, até Mauro Iguatu foi para a grande área ajudar o ataque na cobrança de escanteio, mas a zaga afastou. Apito final do árbitro Raphael Claus e festa do torcedor da Aparecidense.

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